<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-5388429033246593709</id><updated>2012-02-14T12:20:03.007-02:00</updated><category term='Papo Rápido'/><category term='Comunicação'/><category term='Frases'/><category term='Cultura'/><category term='Ambiente'/><category term='Saúde'/><category term='Literatura'/><category term='Pessoal'/><category term='Arte'/><category term='Comportamento'/><category term='Educação'/><category term='O ano do meu crescimento'/><category term='Política'/><category term='Cidade'/><category term='Comida'/><category term='Datas'/><title type='text'>Giovana Damaceno</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://www.giovanadamaceno.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.giovanadamaceno.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Giovana Damaceno</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13541132833983084068</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-yKZXBeBC2dM/TpeNZJ6rouI/AAAAAAAAFvI/Jp7teHHbXLg/s220/corte%2B6.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>551</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5388429033246593709.post-6390903705068633748</id><published>2012-02-13T12:44:00.000-02:00</published><updated>2012-02-13T14:06:45.311-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pessoal'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ambiente'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Datas'/><title type='text'>Êita, Carnaval!</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Lá vamos novamente abraçar o reinado de Momo naquele recantofavorito a beira-mar, cercado de mata atlântica. Fazer nada durante o dia ebrincar atrás dos blocos à noite. Jiboiar ao sol (será?) ou à sombra daamendoeira no quiosque, sentir o cheiro do vento que vem das águas, cervejagelada e pastel de camarão. Vamos nos divertir com os garçons que se derretemde boa vontade, mas não conseguem diferir água mineral de água tônica. São unsfofos! Mas só é possível chamá-los assim quem tem a compreensão necessária paraestar, sem estressar, sem exigir, apenas estar, pelo simples prazer de...estar.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-U2ovz3daGbI/TopSwXmp-3I/AAAAAAAASKQ/oljTyrFSIc0/s1600/DSC02160.JPG" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="140" src="http://3.bp.blogspot.com/-U2ovz3daGbI/TopSwXmp-3I/AAAAAAAASKQ/oljTyrFSIc0/s320/DSC02160.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Não faço planos de me acabar no Carnaval, encher a cara,varar a madrugada, passar os dias em frenética programação foliã. O que maispreciso agora é desligar, portanto quero somente o descanso que a festa meproporciona, apreciar e dançar ao som das bandas de excelente qualidade queacompanham os blocos, pois cantar é bom, sambar é bom demais, deixar a menteesvaziar temporariamente dos rumores diários é melhor ainda. Nenhuma novidade amais.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Não é possível me esconder das questões mais íntimas que me assombramnos últimos dias. Não é possível retirá-las da agenda. Não é possível simplesmentedizer ‘não as quero’. Mas me é permitido, sim, pedir um tempo, mais ou menosassim: “Vocês fiquem todas aqui quietinhas &lt;st1:personname productid="em Volta Redonda" w:st="on"&gt;em Volta Redonda&lt;/st1:personname&gt;; nada devirem atrás de mim. Fiquem bem comportadinhas, que em poucos dias estarei aquinovamente. Caso alguma de vocês queira fazer as malas e partir, tudo bem, nãovou me importar. Mas se fazem questão de me esperar para continuarmos nossas formulações,sem problemas. Retorno mais calma, com certeza, para poder olhar a todas firmementee me resolver com cada uma”. Ah, que lindo isso!&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;É exatamente isso o que quero dizer com ‘esvaziar a mentedos rumores diários’, que não são poucos. Somando todos, se fossem mesmo meaguardar comportados em casa, ocupariam os dois sofás, as camas, as cadeiras dacozinha, os tamboretes e o banco da varanda. Imagino um a um personificado, coma cara emburrada, me aguardando. Louca, né? Pois é assim que eles me deixam, aponto de não me largarem nem durante o sono. Ô, noites difíceis as do últimofim de semana, credo.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Ansiedade. Expectativa. Criança esperando ansiosamente afesta de aniversário. Eu, igualzinha, a contar os dias para chegar a sexta, edepois o sábado...&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5388429033246593709-6390903705068633748?l=www.giovanadamaceno.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.giovanadamaceno.com/feeds/6390903705068633748/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5388429033246593709&amp;postID=6390903705068633748' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/6390903705068633748'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/6390903705068633748'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.giovanadamaceno.com/2012/02/eita-carnaval.html' title='Êita, Carnaval!'/><author><name>Giovana Damaceno</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13541132833983084068</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-yKZXBeBC2dM/TpeNZJ6rouI/AAAAAAAAFvI/Jp7teHHbXLg/s220/corte%2B6.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-U2ovz3daGbI/TopSwXmp-3I/AAAAAAAASKQ/oljTyrFSIc0/s72-c/DSC02160.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5388429033246593709.post-240836750099466540</id><published>2012-02-06T01:34:00.000-02:00</published><updated>2012-02-06T01:34:00.157-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pessoal'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>Ué, não são seus amigos?</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-f1VC-GWJ8hI/Ty8nx72pSRI/AAAAAAAAUAk/UyVwEJOMOEs/s1600/ue1.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://3.bp.blogspot.com/-f1VC-GWJ8hI/Ty8nx72pSRI/AAAAAAAAUAk/UyVwEJOMOEs/s320/ue1.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Cheguei em casa afobada, coloquei as cervejas na geladeira,dei os últimos retoques na arrumação da mesa. Em poucos minutos receberia avisita de um grupo de amigos. Andava pra lá e pra cá na cozinha, ajeitando umacoisinha e outra, quando meu filho perguntou: “Mãe, você ainda vai searrumar?”. Eu disse “Claro, meu filho! Acha que vou receber meus amigosassim?”. E ele: “Ué, não sei, mãe, não são seus amigos?”. Parei todos os meuspensamentos.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;U&lt;st1:personname w:st="on"&gt;sav&lt;/st1:personname&gt;a short,camiseta, chinelos, arco no cabelo. Típico lay out caseiro ou para chegar nomáximo à padaria ali da esquina. Claro que não receberia visitas vestida assim.Ainda tomaria um delicioso banho, usaria roupa condizente com a ocasião,perfume, acessórios e tal. Mas o questionamento do meu filho foi crucial. Navisão dele, se são meus amigos, pra quê armadura? Por que eles não poderiam mever daquele jeito? Que problema haveria de me verem como normalmente fico emcasa?&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Ele já é um adolescente, mas ainda guarda no coração apureza e a naturalidade de toda criança. Me vê como sou e diz o que pensa e oque sente com toda a verdade que conhece. Há sempre a obrigação de estar desseou daquele jeito, escolhemos as máscaras que devemos usar de acordo com hora,local e companhia, nos preparamos diariamente para variadas encenações. Claroque no caso era o momento que exigia a roupa adequada, não os amigos. Mas, agente nunca pensa realmente desta forma. E de repente uma perguntinha tãosimples mexe fundo e traz a questão à tona.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Sinceramente não sei até onde deveria ir com esta conversaou se deveria mesmo chegar a algum lugar. Sinto é que não posso me furtar àreflexão do que estou fazendo de minhas relações pessoais, se as vivo decoração aberto ou se apenas me mascaro e vou levando. Afinal, é meu filho quemme desperta e ele também se inclui no variado grupo com o qual merelaciono. Para muita gente, ouvir a observação que me foi feita renderia tãosomente um “e daí?”, mas não é de tantos “e daí?” que tem se formado aconvivência coletiva tão desrespeitosa que vemos atualmente? Todo mundo se lixapra todo mundo e segue &lt;st1:personname productid="em frente. Não" w:st="on"&gt;em frente. Não&lt;/st1:personname&gt; sei se é isso o que quero e é um garoto de 14anos quem me abre os olhos.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Publicada originalmente no jornal Volta Cultural - Janeiro/2012&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5388429033246593709-240836750099466540?l=www.giovanadamaceno.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.giovanadamaceno.com/feeds/240836750099466540/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5388429033246593709&amp;postID=240836750099466540' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/240836750099466540'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/240836750099466540'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.giovanadamaceno.com/2012/02/ue-nao-sao-seus-amigos.html' title='Ué, não são seus amigos?'/><author><name>Giovana Damaceno</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13541132833983084068</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-yKZXBeBC2dM/TpeNZJ6rouI/AAAAAAAAFvI/Jp7teHHbXLg/s220/corte%2B6.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-f1VC-GWJ8hI/Ty8nx72pSRI/AAAAAAAAUAk/UyVwEJOMOEs/s72-c/ue1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5388429033246593709.post-1918048889711707116</id><published>2012-01-30T00:42:00.002-02:00</published><updated>2012-01-30T00:42:42.453-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>Com que roupa?</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;A jovem chegou ao posto de atendimento do Detran no inícioda tarde. Usava cabelo preso, calçava chinelo rasteiro. Vestia (?) um shortinhoque lembra os modelitos de Carla Perez nos velhos tempos em que o É o Tchanainda era Gera Samba e uma camisetinha quase top (na minha infância talconjunto era chamado de biquini). Queria dar entrada na sua identidade civil.Entrou faceira, pediu informação, foi bem recebida por uma das funcionárias,porém, logo foi avisada de que não seria possível ser atendida naqueles trajes.A jovem pasmou e saiu enfurecida.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;O assunto é delicado.Para alguns, a primeira reação é a de revolta, pois pensam logo em preconceito,afinal, cada um usa o que quer, do jeito que quer e ninguém tem nada a ver comisso; outros sentem pena da garota, por não ter sido devidamente orientadaquanto à forma correta de se vestir. Para a maioria, rola um ar de desprezomesmo, onde já se viu, andar assim, quase pelada, e ainda querer ser atendidanuma seção pública?&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Fiquei entre a segunda e terceira reações. No primeiromomento horrorizei com a roupinha da moça, logo que ela entrou. Fui educada poruma mãe rígida que nos obrigava a vestir camisa de gola para fazer foto 3x4,imagina. Portanto, confesso minha estupefação ao vê-la adentrar a sala doDetran; maior surpresa ainda foi saber, em seguida, que ela realmente intentavafazer seu registro de identidade naqueles trajes. No entanto, pouco tempodepois de sair dali, meu pensamento tomava novo rumo. Aquela jovem nãoaparentava ter alguém por perto, com o mínimo de bom senso, que a orientassesobre o pouquinho mais de sobriedade com a qual deveria se vestir para aocasião.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Como disse, o tema é delicado. O que é certo ou errado?Deve-se ou não respeitar as convenções? A qualquer pessoa deveria ser permitidovestir o que quisesse onde quisesse? Qual é o limite para o que pensamos serliberdade?&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-Vju55Q3iREY/TyYDHhVv3tI/AAAAAAAAUAU/8SlJorih8fs/s1600/Com-que-ROUPA-eu-VOU.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="256" src="http://4.bp.blogspot.com/-Vju55Q3iREY/TyYDHhVv3tI/AAAAAAAAUAU/8SlJorih8fs/s320/Com-que-ROUPA-eu-VOU.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Vou expressar, então, a minha opinião: viver num paístropical nos incita a estar, digamos, mais à vontade, mas enxergo algunsexageros gerados por falta de educação básica. A cultura da TV, do BBB, sei lámais do quê está colocada como a principal tendência da moda para muitos e muitase estes muitos e muitas creem que se está na telinha é legaaaal! Poucos diasantes de presenciar o episódio da jovem no Detran, vimos outra moça na rua,tarde da noite, nos mesmos trajes, com a diferença de que calçava um saltoabissal. “Gente, ela tá pelada!”, meu filho, de 14 anos, se manifestou.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;É muito difícil falar sobre isso sem parecer preconceito,mas, sei lá, sou muito grata às pessoas que em diversas situações da minha vidame orientaram sobre o que vestir. Nas relações pessoais, nos locais quefrequento, no exercício da profissão. “Sua roupa deve estar adequada paraqualquer pauta que tenha a cumprir, na rotina das reportagens. Seja uma matériasobre o movimento dos clubes num dia de sol ou uma entrevista no gabinete dogovernador”. Ensino isso às estagiárias.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Outra confissão: tenho exigências pessoais também, comrelação ao vestuário masculino. Uma idiossincrasia, talvez, mas posso dizer,sem delicadeza mesmo, que detesto ver homem de camisa regata (ô coisinha maisfeia!), muito menos sem camisa (aff, deselegante e desagradável). Recentementefazia minha caminhada de sempre, quando veio em minha direção um cidadão comuma barriga e uns peitos balançantes, todo peludo e molhado de suor, carregandoa camisa no ombro. Não dá. Isso é péssimo para meus olhos.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Meu filho não sai de casa sem camisa. Nunca preciseiensinar; simplesmente não gosta. E desde muito cedo sabe que há locais e locaise para cada um há algo adequado a vestir. No dia em quem ia dar entrada nodocumento de identidade me perguntou que roupa deveria usar. Eu perguntei: “Quetal uma camisa de golinha?”&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5388429033246593709-1918048889711707116?l=www.giovanadamaceno.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.giovanadamaceno.com/feeds/1918048889711707116/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5388429033246593709&amp;postID=1918048889711707116' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/1918048889711707116'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/1918048889711707116'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.giovanadamaceno.com/2012/01/com-que-roupa.html' title='Com que roupa?'/><author><name>Giovana Damaceno</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13541132833983084068</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-yKZXBeBC2dM/TpeNZJ6rouI/AAAAAAAAFvI/Jp7teHHbXLg/s220/corte%2B6.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-Vju55Q3iREY/TyYDHhVv3tI/AAAAAAAAUAU/8SlJorih8fs/s72-c/Com-que-ROUPA-eu-VOU.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5388429033246593709.post-540852524984372988</id><published>2012-01-23T02:20:00.000-02:00</published><updated>2012-01-23T02:20:00.281-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pessoal'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>Erros arrasadores</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-ZZcTKMqVeQY/TxyuThNa5dI/AAAAAAAAT_w/geUbYW_upuw/s1600/avestruz.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://4.bp.blogspot.com/-ZZcTKMqVeQY/TxyuThNa5dI/AAAAAAAAT_w/geUbYW_upuw/s200/avestruz.jpg" width="175" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; line-height: 115%;"&gt;Não fomos educados para cometer erros, ao contrário,papai e mamãe sempre nos ensinaram a diferença entre o certo e o errado, para quefizéssemos o certo; se escorregar, puxão de orelha. Em todos os outros setorese momentos da vida fazer tudo certinho faz parte da organização, da obediência,mantém o ritmo das atividades em perfeito andamento, tudo no seu devido lugar.Pessoas que estão permanentemente antenadas na ação correta costumam serexigentes, ou perfeccionistas. E quando cometem um pequeno deslize, se corroem;se o tropeço é grande, querem arrancar as calças pela cabeça. Meu caso.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; line-height: 115%;"&gt;Imagine, por exemplo, a pessoa que envia um torpedo aalguém em especial, com um convite excitante para uma noite de sexo selvagem. Erecebe em resposta: “Quem é você?”. E tem o cara que liga para a casa danamorada, é atendido pela sogra, mas confunde as vozes. Desmancha-se em declaraçõesde amor, de desejo, de tesão incontido, de saudades dos mais variados pontos docorpo da amada, até ouvir do outro lado da linha “Fulano, aqui não é a Fulana;é a mãe dela.”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; line-height: 115%;"&gt;Os casos acima não são fictícios. Aconteceram com doisamigos distintos, em épocas diferentes, mas são muito comuns. Tem gente quepassa por isso e no máximo se dobra de rir. Outros querem enterrar a cabeça nochão, como meu amigo que travou o seguinte diálogo com um jornalista colunistasocial, de licença por motivos políticos:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; line-height: 115%;"&gt;_ Poxa Fulano, que chata esta sua licença. Sua substitutanão é como você. A coluna não será a mesma enquanto você não voltar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; line-height: 115%;"&gt;_ Mas não há ninguém me substituindo. O nome que está láé pseudônimo; sou eu mesmo. Não está gostando?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; line-height: 115%;"&gt;Erros arrasadores são comumente cometidos por quem é‘boca aberta’. Falo deste povo (eu!) que desconhece a distância segura entre oque surge no cérebro e o que solta pela ponta da língua. Você já passou porisso: mete o chicote no nome de um desafeto qualquer e descobre que seuinterlocutor é irmão do dito cujo, ou primo, ou filho. Aí não tem salvação.Quando é possível, neste caso, costumo manter o que disse. É mais honesto. Atéporque não preciso esconder que discordo de opiniões e posturas deste oudaquele, e se não gostar, sinto muito. Em qualquer lugar do mundo em que euesteja, o que penso permanecerá do mesmo tamanho.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; line-height: 115%;"&gt;E é preciso tomar cuidado sempre. Minha irmã presenciouduas mulheres falando horrores de um homem, numa conversa dentro do ônibus.Impossível não ouvir o que diziam, a ponto de minha irmã entender o mal faladoera parente nosso. É mole?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-xmfCscUiwhM/Txyuf4l4raI/AAAAAAAAT_4/XmtXjjHYh7I/s1600/boca_fechada1.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="150" src="http://2.bp.blogspot.com/-xmfCscUiwhM/Txyuf4l4raI/AAAAAAAAT_4/XmtXjjHYh7I/s200/boca_fechada1.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; line-height: 115%;"&gt;Pior é quando erros deste tipo são cometidos no trabalho,justamente entre pessoas que precisam ser polidas umas com as outras, onde nuncase deve dizer o que pensa, onde há meia dúzia de portadores de &lt;a href="http://www.giovanadamaceno.com/2011/06/sindrome-do-pequeno-poder.html"&gt;SPP&lt;/a&gt; por metroquadrado. Então, caro leitor, trata-se de campo minado. Qualquer passinho em falsoe o pobre corre o risco de sair despedaçado. Não sobra espaço para rir dospróprios deslizes, por mais engraçados que sejam (e dependendo dos atoresenvolvidos, é espetáculo cômico garantido). Melhor manter a boca trancada e osbraços cruzados. Pensar está liberado.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5388429033246593709-540852524984372988?l=www.giovanadamaceno.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.giovanadamaceno.com/feeds/540852524984372988/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5388429033246593709&amp;postID=540852524984372988' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/540852524984372988'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/540852524984372988'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.giovanadamaceno.com/2012/01/erros-arrasadores.html' title='Erros arrasadores'/><author><name>Giovana Damaceno</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13541132833983084068</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-yKZXBeBC2dM/TpeNZJ6rouI/AAAAAAAAFvI/Jp7teHHbXLg/s220/corte%2B6.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-ZZcTKMqVeQY/TxyuThNa5dI/AAAAAAAAT_w/geUbYW_upuw/s72-c/avestruz.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5388429033246593709.post-2000252174282620504</id><published>2012-01-19T11:18:00.001-02:00</published><updated>2012-01-19T15:36:42.874-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pessoal'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ambiente'/><title type='text'>Alma lavada</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-SExpSu5wC_M/TpDe_XYnb7I/AAAAAAAASoQ/3ByajJjJv8w/s1600/DSC01824.JPG" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://3.bp.blogspot.com/-SExpSu5wC_M/TpDe_XYnb7I/AAAAAAAASoQ/3ByajJjJv8w/s320/DSC01824.JPG" width="240" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; line-height: 115%;"&gt;Esta semana a chuva fez estragos na minha cidade. Não exatamentea chuva pesada, mas os ventos. Telhas voaram metros e metros, muitas árvoresdesabaram, postes tombaram, ficamos sem luz por quase de dez horas. A coberturada passarela de uma ponte ficou toda retorcida pela força das rajadas. Cheguei emcasa e meu filho ainda se recuperava dos sustos que tomou – uma de nossas gatasficou na jabuticabeira durante toda a chuva, a água subiu pelo quintal porqueas folhas da mesma jabuticabeira entupiram a tela do bueiro, a árvore dovizinho rachou e desabou diante dos seus olhos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; line-height: 115%;"&gt;Salvaram-se todos, enfim.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; line-height: 115%;"&gt;“A chuva tem mudado... tá muito diferente a força, aquantidade de água que cai, muito tempo chovendo. Sei lá... esses ventos...”,diz um amigo com ar profético. Meu vizinho de frente também mostra suaestranheza: “Moro aqui há cinquenta anos e nunca havia visto isso. Não destejeito”. A chuva de cerca de uma hora caiu na segunda-feira. Em frente a minhajanela vejo a árvore do vizinho caída na calçada. Posso ver também a outra naesquina, e virando à direita, mais outra. Só no meu bairro foram cerca de vinte.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; line-height: 115%;"&gt;Nos dois dias que se seguiram o céu se enfureceunovamente. Ficou roxo, relampejou, trovejou, ventou. Adiei meus compromissospara correr até em casa e, para alívio geral, ficou nos pingos, naquelachuvinha que faz barulho gostoso lá fora, enquanto aqui dentro dá vontade decomer pão quentinho com manteiga derretendo com uma xícara de café com leite dequeimar a língua. Ok, está bem, faz um calor danado, mas a imagem lá de fora eo ruído da chuva me reportam à infância, quando em tardes com esta saía cafépelando do bule.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; line-height: 115%;"&gt;Gosto de chuva. Gosto de céu roxo. Gosto daquele ventoamedrontador que antecede o cair das águas. Gosto de ficar assistindo a chuvapela janela, o efeito do vento, aquele barulhão de aguaceiro, os estrondos. Penaque tudo isso faz um senhor estrago, senão, torceria diariamente para ver talespetáculo. É lindo!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-rZwepbquY5c/TpDgGtZTNFI/AAAAAAAASpk/ssp8UkrRaYw/s1600/DSC02182.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://2.bp.blogspot.com/-rZwepbquY5c/TpDgGtZTNFI/AAAAAAAASpk/ssp8UkrRaYw/s320/DSC02182.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; line-height: 115%;"&gt;Gosto de falar de chuva. De dormir e de acordar comchuva. De esperar pela chuva. Tenho inúmeras fotos de nuvens assustadoras, detodos os tipos; tenho filmes de relâmpagos feitos do quintal de casa. Apesar dacorreria que me causa um temporal iminente, adoro saber que vai chover. Fico exultanteao olhar furtivamente pela janela e ser surpreendida “Olha, tá chovendo..!”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; line-height: 115%;"&gt;Pena que mudamos tanto o ambiente e por isso os estragossão cada vez maiores quando chove. Asfaltamos, cimentamos, ocupamos todos osespaços possíveis de absorção da água. Deixamos construir nos morros. Deixamos escavarencostas. As margens dos rios não são respeitadas, em nenhum aspecto. Jogamos lixonas ruas. Ninguém liga pra isso, ambientalistas são todos uns chatos, né?, até a hora em que chove forte, ocorrem as tragédias (que ainda insistem em chamar denaturais), morre um bocado de gente, e aos desabrigados que sobram, as prefeiturastêm que pagar um aluguel social (quando pagam). A mesma mesmice de sempre.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; line-height: 115%;"&gt;Vou continuar gostando de chuva. Ela tem seu lado ótimo. Infelizmenteé trágica para muitos, mas ainda pode ser poética para tantos outros. Como avida e a morte. Como aquela nuvem negra que vejo bem ali, apavorante, e quepreciso parar pra fotografar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5388429033246593709-2000252174282620504?l=www.giovanadamaceno.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.giovanadamaceno.com/feeds/2000252174282620504/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5388429033246593709&amp;postID=2000252174282620504' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/2000252174282620504'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/2000252174282620504'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.giovanadamaceno.com/2012/01/alma-lavada.html' title='Alma lavada'/><author><name>Giovana Damaceno</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13541132833983084068</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-yKZXBeBC2dM/TpeNZJ6rouI/AAAAAAAAFvI/Jp7teHHbXLg/s220/corte%2B6.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-SExpSu5wC_M/TpDe_XYnb7I/AAAAAAAASoQ/3ByajJjJv8w/s72-c/DSC01824.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5388429033246593709.post-6018788305265558861</id><published>2012-01-16T05:31:00.000-02:00</published><updated>2012-01-16T11:42:25.120-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pessoal'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>Eu tenho três borboletas</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-Dxo0dGsy1jQ/TxHpCo_bZlI/AAAAAAAAT_E/F5w8XP4YdLk/s1600/tatuador.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://1.bp.blogspot.com/-Dxo0dGsy1jQ/TxHpCo_bZlI/AAAAAAAAT_E/F5w8XP4YdLk/s320/tatuador.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; border-bottom-color: windowtext; border-bottom-style: none; border-bottom-width: 1pt; border-left-color: windowtext; border-left-style: none; border-left-width: 1pt; border-right-color: windowtext; border-right-style: none; border-right-width: 1pt; border-top-color: windowtext; border-top-style: none; border-top-width: 1pt; color: #333333; font-family: Arial, sans-serif; font-weight: normal; line-height: 115%; padding-bottom: 0cm; padding-left: 0cm; padding-right: 0cm; padding-top: 0cm;"&gt;Após completar 43 anos, meu amigo decidiu quequeria fazer sua primeira tatuagem. Escolheu um tribal que representa seu signo– Áries – e cravou seu acessório permanente nas costas. A novidade, claro, foiregistrada e divulgada para os amigos nas redes sociais. Parece meio prosaicotratar isso como novidade nos dias de hoje, afinal, tatuagem não é mais tabupra ninguém, não é? &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; border-bottom-color: windowtext; border-bottom-style: none; border-bottom-width: 1pt; border-left-color: windowtext; border-left-style: none; border-left-width: 1pt; border-right-color: windowtext; border-right-style: none; border-right-width: 1pt; border-top-color: windowtext; border-top-style: none; border-top-width: 1pt; color: #333333; font-family: Arial, sans-serif; font-weight: normal; line-height: 115%; padding-bottom: 0cm; padding-left: 0cm; padding-right: 0cm; padding-top: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; border-bottom-color: windowtext; border-bottom-style: none; border-bottom-width: 1pt; border-left-color: windowtext; border-left-style: none; border-left-width: 1pt; border-right-color: windowtext; border-right-style: none; border-right-width: 1pt; border-top-color: windowtext; border-top-style: none; border-top-width: 1pt; color: #333333; font-family: Arial, sans-serif; font-weight: normal; line-height: 115%; padding-bottom: 0cm; padding-left: 0cm; padding-right: 0cm; padding-top: 0cm;"&gt;Sinto informar que é, sim. Este mesmo amigo,com certeza, precisou brigar com os próprios preconceitos e os da família, atétomar coragem de marcar a pele pra vida toda. E tal decisão ainda é complicadapra muita gente por aí.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; border-bottom-color: windowtext; border-bottom-style: none; border-bottom-width: 1pt; border-left-color: windowtext; border-left-style: none; border-left-width: 1pt; border-right-color: windowtext; border-right-style: none; border-right-width: 1pt; border-top-color: windowtext; border-top-style: none; border-top-width: 1pt; color: #333333; font-family: Arial, sans-serif; font-weight: normal; line-height: 115%; padding-bottom: 0cm; padding-left: 0cm; padding-right: 0cm; padding-top: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; border-bottom-color: windowtext; border-bottom-style: none; border-bottom-width: 1pt; border-left-color: windowtext; border-left-style: none; border-left-width: 1pt; border-right-color: windowtext; border-right-style: none; border-right-width: 1pt; border-top-color: windowtext; border-top-style: none; border-top-width: 1pt; color: #333333; font-family: Arial, sans-serif; font-weight: normal; line-height: 115%; padding-bottom: 0cm; padding-left: 0cm; padding-right: 0cm; padding-top: 0cm;"&gt;Para se ter uma ideia, recentemente, quando ouviaduas estagiárias comentando sobre o tema, entrei no papo e falei da minhatatuagem. E a reação foi: “Você tem tatuageeeeem?”. “Ué, por que a surpresa?”.“Jamais imaginaria, nossa, Giovana tatuada, que legal!...”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; border-bottom-color: windowtext; border-bottom-style: none; border-bottom-width: 1pt; border-left-color: windowtext; border-left-style: none; border-left-width: 1pt; border-right-color: windowtext; border-right-style: none; border-right-width: 1pt; border-top-color: windowtext; border-top-style: none; border-top-width: 1pt; color: #333333; font-family: Arial, sans-serif; font-weight: normal; line-height: 115%; padding-bottom: 0cm; padding-left: 0cm; padding-right: 0cm; padding-top: 0cm;"&gt;Até hoje não entendo o motivo da reação, ou oporquê de elas acharem que eu não usaria uma tatuagem. Aliás, minhasborboletinhas no cóccix chamaram a atenção de uma aluna da faculdade, que logodepois de encerrada a aula, me segurou na sala e em tom de segredo sussurrou.“Professooora, bem vi que você tem uma tatuagem...”. Pensei “putz, errei naroupa!”. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; border-bottom-color: windowtext; border-bottom-style: none; border-bottom-width: 1pt; border-left-color: windowtext; border-left-style: none; border-left-width: 1pt; border-right-color: windowtext; border-right-style: none; border-right-width: 1pt; border-top-color: windowtext; border-top-style: none; border-top-width: 1pt; color: #333333; font-family: Arial, sans-serif; font-weight: normal; line-height: 115%; padding-bottom: 0cm; padding-left: 0cm; padding-right: 0cm; padding-top: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; border-bottom-color: windowtext; border-bottom-style: none; border-bottom-width: 1pt; border-left-color: windowtext; border-left-style: none; border-left-width: 1pt; border-right-color: windowtext; border-right-style: none; border-right-width: 1pt; border-top-color: windowtext; border-top-style: none; border-top-width: 1pt; color: #333333; font-family: Arial, sans-serif; font-weight: normal; line-height: 115%; padding-bottom: 0cm; padding-left: 0cm; padding-right: 0cm; padding-top: 0cm;"&gt;Também demorei a tomar coragem de encararaquela maquininha que lembra motorzinho de dentista. Já contava meus 37 anos. Achefe entrou na redação após um feriado exibindo uma fênix enorme nas costas. Trabalhoperfeito. “Ah, que linda! Puxa vida, sempre quis fazer uma tatuagem..!”. Ao queela imediatamente respondeu: “E o que está esperando? Sua mãe deixar? Entãoesqueça, querida. Ela nunca vai deixar!”. Dois meses depois saía satisfeitíssimado estúdio do tatuador, com aquela sensação ardida e a lembrança inesquecívelda dorzinha chata.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; border-bottom-color: windowtext; border-bottom-style: none; border-bottom-width: 1pt; border-left-color: windowtext; border-left-style: none; border-left-width: 1pt; border-right-color: windowtext; border-right-style: none; border-right-width: 1pt; border-top-color: windowtext; border-top-style: none; border-top-width: 1pt; color: #333333; font-family: Arial, sans-serif; font-weight: normal; line-height: 115%; padding-bottom: 0cm; padding-left: 0cm; padding-right: 0cm; padding-top: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; border-bottom-color: windowtext; border-bottom-style: none; border-bottom-width: 1pt; border-left-color: windowtext; border-left-style: none; border-left-width: 1pt; border-right-color: windowtext; border-right-style: none; border-right-width: 1pt; border-top-color: windowtext; border-top-style: none; border-top-width: 1pt; color: #333333; font-family: Arial, sans-serif; font-weight: normal; line-height: 115%; padding-bottom: 0cm; padding-left: 0cm; padding-right: 0cm; padding-top: 0cm;"&gt;Arrependimento nenhum. Acho lindas as trêsminúsculas borboletas que dançam em meio a notas musicais. São a minha cara.Pena que hoje não possa exibi-las como gostaria, mas só de vê-las ali, todos osdias, fico contente. Fazem mesmo parte de mim, porém não quero mais que isso.Já pensei em desenhar outra maior, com as asas abertas no alto das costas,abaixo da nuca, e desisti. Ao contrário do que faz a maioria das pessoas que setatua, gosto do meu desenho único, só ele, uma marca. Quem exagera na dose e fechacorpo, por exemplo, pra mim, tem problema sério com a autoestima, mas esse nãoé o meu assunto.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; border-bottom-color: windowtext; border-bottom-style: none; border-bottom-width: 1pt; border-left-color: windowtext; border-left-style: none; border-left-width: 1pt; border-right-color: windowtext; border-right-style: none; border-right-width: 1pt; border-top-color: windowtext; border-top-style: none; border-top-width: 1pt; color: #333333; font-family: Arial, sans-serif; font-weight: normal; line-height: 115%; padding-bottom: 0cm; padding-left: 0cm; padding-right: 0cm; padding-top: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; border-bottom-color: windowtext; border-bottom-style: none; border-bottom-width: 1pt; border-left-color: windowtext; border-left-style: none; border-left-width: 1pt; border-right-color: windowtext; border-right-style: none; border-right-width: 1pt; border-top-color: windowtext; border-top-style: none; border-top-width: 1pt; color: #333333; font-family: Arial, sans-serif; font-weight: normal; line-height: 115%; padding-bottom: 0cm; padding-left: 0cm; padding-right: 0cm; padding-top: 0cm;"&gt;Um amigo me disse que não se tatuaria porquequando estudou direito, aprendeu que um corpo tatuado, para a medicina legal,sugeriria que aquele indivíduo fazia parte de alguma tribo. Seria uma marca queremeteria a um grupo marginal. Não sei se nas aulas de medicina legal ainda seensina isso. Ainda há muitos desenhos relacionados a vários tipos deassociações, mas já não é como antes. No meu caso, por exemplo, qual seria aminha tribo? &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; border-bottom-color: windowtext; border-bottom-style: none; border-bottom-width: 1pt; border-left-color: windowtext; border-left-style: none; border-left-width: 1pt; border-right-color: windowtext; border-right-style: none; border-right-width: 1pt; border-top-color: windowtext; border-top-style: none; border-top-width: 1pt; color: #333333; font-family: Arial, sans-serif; font-weight: normal; line-height: 115%; padding-bottom: 0cm; padding-left: 0cm; padding-right: 0cm; padding-top: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; border-bottom-color: windowtext; border-bottom-style: none; border-bottom-width: 1pt; border-left-color: windowtext; border-left-style: none; border-left-width: 1pt; border-right-color: windowtext; border-right-style: none; border-right-width: 1pt; border-top-color: windowtext; border-top-style: none; border-top-width: 1pt; color: #333333; font-family: Arial, sans-serif; font-weight: normal; line-height: 115%; padding-bottom: 0cm; padding-left: 0cm; padding-right: 0cm; padding-top: 0cm;"&gt;Exercer a liberdade e o poder sobre o própriocorpo também são motivações para tantos e tantas que resolvem tatuar a pele naidade madura. Há inúmeras reportagens a respeito, destacando pessoas acima de40 anos, dos mais diversos segmentos da sociedade, que afirmam estar fazendohoje o que gostariam de ter feito há anos, mas pais e maridos não permitiam. Amodernização de equipamentos e tintas utilizados também foi determinante naatração desta clientela aos estúdios.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; border-bottom-color: windowtext; border-bottom-style: none; border-bottom-width: 1pt; border-left-color: windowtext; border-left-style: none; border-left-width: 1pt; border-right-color: windowtext; border-right-style: none; border-right-width: 1pt; border-top-color: windowtext; border-top-style: none; border-top-width: 1pt; color: #333333; font-family: Arial, sans-serif; font-weight: normal; line-height: 115%; padding-bottom: 0cm; padding-left: 0cm; padding-right: 0cm; padding-top: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; border-bottom-color: windowtext; border-bottom-style: none; border-bottom-width: 1pt; border-left-color: windowtext; border-left-style: none; border-left-width: 1pt; border-right-color: windowtext; border-right-style: none; border-right-width: 1pt; border-top-color: windowtext; border-top-style: none; border-top-width: 1pt; color: #333333; font-family: Arial, sans-serif; font-weight: normal; line-height: 115%; padding-bottom: 0cm; padding-left: 0cm; padding-right: 0cm; padding-top: 0cm;"&gt;Para mim, minhas pequenas borboletas são comoum colar, ou pulseira, ou brinco, que adornam meu corpo, com a diferença quesão fixas, fazem parte da minha pele. E, pode apostar que marcam um momentoimportante na minha vida. Como deve ter ocorrido com meu amigo, pois sei quedentre outras decisões que tomou no fim de 2011, uma delas foi este presente. Emesmo sabendo que minha mãe jamais aprovaria minha tatuagem, é com uma frasedela que coloco meu ponto final: “Mais vale um gosto.”.&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; border-bottom-color: windowtext; border-bottom-style: none; border-bottom-width: 1pt; border-left-color: windowtext; border-left-style: none; border-left-width: 1pt; border-right-color: windowtext; border-right-style: none; border-right-width: 1pt; border-top-color: windowtext; border-top-style: none; border-top-width: 1pt; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; font-weight: normal; line-height: 115%; padding-bottom: 0cm; padding-left: 0cm; padding-right: 0cm; padding-top: 0cm;"&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5388429033246593709-6018788305265558861?l=www.giovanadamaceno.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.giovanadamaceno.com/feeds/6018788305265558861/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5388429033246593709&amp;postID=6018788305265558861' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/6018788305265558861'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/6018788305265558861'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.giovanadamaceno.com/2012/01/eu-tenho-tres-borboletas.html' title='Eu tenho três borboletas'/><author><name>Giovana Damaceno</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13541132833983084068</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-yKZXBeBC2dM/TpeNZJ6rouI/AAAAAAAAFvI/Jp7teHHbXLg/s220/corte%2B6.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-Dxo0dGsy1jQ/TxHpCo_bZlI/AAAAAAAAT_E/F5w8XP4YdLk/s72-c/tatuador.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5388429033246593709.post-2478295556586604840</id><published>2012-01-12T08:30:00.000-02:00</published><updated>2012-01-12T23:48:12.553-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comida'/><title type='text'>Restaurante japa ou churrascaria de sushi?</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; line-height: 115%;"&gt;Sou exigente quando vou a restaurantes. Principalmente naobservação do que é ou não condizente com o que se oferece. Não frequentoestabelecimento fino, sofisticado, de cozinha renomada. Apenas os da minhacidade ou um e outro de fora. Porém, penso ser minimamente justo ser atendidade acordo com o que propagandeia a casa.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; line-height: 115%;"&gt;Adoro comida japonesa. Já curto alguns restaurantes deVolta Redonda que servem esta maravilha pro meu paladar, inclusive em locaisnão especializados, mas de qualidade irreparável neste serviço que atéconsidero extra em alguns casos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; line-height: 115%;"&gt;No fim de dezembro aceitei a sugestão de comemorar oaniversário do meu filho no espaço japa do Paulo do Peixe, cujo nome já falatudo de sua tradição. No entanto, sinto dizer que no andar de cima ele aindanão acertou o passo.&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-60Or05eptxw/TwzJ5aVqLpI/AAAAAAAAT-U/HkK2PL0AtQY/s1600/facebook-dislike.png" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-60Or05eptxw/TwzJ5aVqLpI/AAAAAAAAT-U/HkK2PL0AtQY/s1600/facebook-dislike.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; line-height: 115%;"&gt;Foi decepcionante a nossa noite. A única exceção é acomida, bem feita, fresca, peças pequenas, delicadas, tudo bem servido, nasquantidades corretas. De resto, nada deu certo, a começar pelo ambiente quemais parece o de uma churrascaria: TV ligada com volume incômodo (tenho horrora TV em restaurante), muita gente, muita gente falando alto, calor, muitocalor. Ao nosso lado, um grupo de jovens ouvia música (?) num celular ligado emcima da mesa. Quem espera pelo espaço aconchegante e silencioso, típico dostradicionais bistrôs de comida japonesa, é bom passar longe.&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; line-height: 115%;"&gt;Do rodízio, curtimos pouco. A demora no serviço é tanta,que só conseguimos pedir duas rodadas. Mais de 30 minutos na primeira e quase 1hora na segunda. Tive pena dos garçons. Passavam a impressão de não saber o queestavam fazendo ali. Tivemos que solicitar guardanapos a três deles. Após aprimeira rodada, quando pedi para dar uma geral na mesa, recebi de volta umolhar incrédulo e tive de explicar que era para passar um paninho, recolherguardanapos usados, trocar os utensílios. Pasme: apenas o local onde eu estavafoi limpo. O resto da mesa permaneceu do mesmo jeito. Chamei de novo e disseque o que fez para mim deveria fazer para todos. Meu filho só não ficouarrasado porque, repito, a comida é de boa qualidade, e mesmo com tanta demora,satisfez a vontade dele, que há meses me pedira japa de presente. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; line-height: 115%;"&gt;E, vamos combinar que comida japonesa é cara. É precisoser muito bem atendido, muito bem servido e estar altamente confortável paradeixar aquela grana no fim das contas. &amp;nbsp;Nãovejo nada demais em pagar caro por algo que valha realmente a pena, mas noPaulo do Peixe não foi assim. Espero, de verdade, que tenha sido apenas umanoite de má sorte. A amiga que me indicou o restaurante já foi lá outras vezese jura não ter passado por maus bocados. Quem sabe? Mas não pretendo arriscaruma segunda vez.&amp;nbsp;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5388429033246593709-2478295556586604840?l=www.giovanadamaceno.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.giovanadamaceno.com/feeds/2478295556586604840/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5388429033246593709&amp;postID=2478295556586604840' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/2478295556586604840'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/2478295556586604840'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.giovanadamaceno.com/2012/01/restaurante-japa-ou-churrascaria-de.html' title='Restaurante japa ou churrascaria de sushi?'/><author><name>Giovana Damaceno</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13541132833983084068</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-yKZXBeBC2dM/TpeNZJ6rouI/AAAAAAAAFvI/Jp7teHHbXLg/s220/corte%2B6.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-60Or05eptxw/TwzJ5aVqLpI/AAAAAAAAT-U/HkK2PL0AtQY/s72-c/facebook-dislike.png' height='72' width='72'/><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5388429033246593709.post-9175987381023054022</id><published>2012-01-09T08:00:00.000-02:00</published><updated>2012-01-09T08:00:11.703-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pessoal'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>Cachos ao vento</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-LV_Tu2K6KW4/TwMVVexkjXI/AAAAAAAATp8/Tc1CfgFcBqI/s1600/cachos2.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://3.bp.blogspot.com/-LV_Tu2K6KW4/TwMVVexkjXI/AAAAAAAATp8/Tc1CfgFcBqI/s320/cachos2.jpg" width="240" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Mais uma vez me perguntam por meus cachos, não com expressãode admiração por minhas madeixas terem nascido enroscadinhas após um tratamentoquimioterápico. Perguntam com aquela cara torcida, de quem é absolutamente afavor da ditadura do liso. E eu, mais uma vez, tento responder com indiferença.Antes até justificava: “Adoro meus cachos”, mas contra o que penso ser umaignorância, não há o que discutir. Ignoro.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Antes de a quimioterapia me derrubar o cabelo não os tinhaassim, enrolados. E queria-os exatamente deste jeito. Costumo dizer que, entreoutras coisas, foi um presente do câncer de mama. Além dos despertamentoscomuns a quem a vida dá uma segunda chance, posso ainda me namorar no espelho,muito satisfeita com cada um dos meus cachinhos. E faço questão que estejamsempre pra cima, exibindo volume, em nada certinho. Chamo a isso deautoaceitação.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Há poucos dias vi uma conhecida cuja imagem me chocou. Umtempo atrás tinha cabelos longos, ondulados, de um tom castanho dourado, quecombinava perfeitamente com a pele e com o perfil dela. Pois bem. Hoje, logoabaixo dos ombros, os fios alisados, retos, sem nenhum movimento natural, emuito, muito pretos, lembram uma piaçava. Ou a Maga Patalógica, personagem deWalt Disney. Pode ser menos trabalhoso para cuidar no dia a dia, mas ela deveamanhecer sempre com a mesma cara. Pra mim não dá; odeio rotina.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Outra que me surpreendeu foi uma ex-aluna da faculdade queme cau&lt;st1:personname w:st="on"&gt;sav&lt;/st1:personname&gt;a grande admiração – e elanem sabe disso – pelos volumosos cachos ruivos (!). De pele bem &lt;st1:personname w:st="on"&gt;clara&lt;/st1:personname&gt;, o contraste com as madeixas vermelhas lheemprestava um charme incomum. Porém, ela não se aceitava ao natural, mesmolinda. Encontrei-a meses atrás com o cabelo curto, liso feito uma tábua epintado de preto-preto-preto. Que pena, que estrago! Mas, parece que se sentebem assim, então está bem, se assim se aceita.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Recebi dia desses um texto que fala da felicidade e danaturalidade das mulheres com cabelos ao vento. Estou incluída nesta turma.Primeiro pela autoaceitação e depois porque não tenho medo de janelas abertas,de correr, de tomar chuva, de dormir. Isso não é ótimo?!&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;Publicado originalmente no Jornal Volta Cultural - edição de dezembro/2011&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5388429033246593709-9175987381023054022?l=www.giovanadamaceno.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.giovanadamaceno.com/feeds/9175987381023054022/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5388429033246593709&amp;postID=9175987381023054022' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/9175987381023054022'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/9175987381023054022'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.giovanadamaceno.com/2012/01/cachos-ao-vento.html' title='Cachos ao vento'/><author><name>Giovana Damaceno</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13541132833983084068</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-yKZXBeBC2dM/TpeNZJ6rouI/AAAAAAAAFvI/Jp7teHHbXLg/s220/corte%2B6.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-LV_Tu2K6KW4/TwMVVexkjXI/AAAAAAAATp8/Tc1CfgFcBqI/s72-c/cachos2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5388429033246593709.post-8592327767038392915</id><published>2011-12-29T14:30:00.000-02:00</published><updated>2012-01-03T12:51:15.987-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pessoal'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Datas'/><title type='text'>Volto já</title><content type='html'>Parada básica para recarregar as energias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É isso o que faço pelo menos duas vezes ao ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estou de malas prontas para ir ao encontro de 2012 e pelos próximos dias o blog fica em recesso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estarei de volta nos primeiros dias do ano que vem, ainda sem data para estar por aqui novamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, prometo, não demoro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desejo que meus leitores aproveitem o fim de ano para exercitar a reflexão, olhar para dentro e promover uma revisão geral. O momento é este.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Renovação para todos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Grande beijo e até&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-B1N3PHOIXnQ/TvnnxaZGlqI/AAAAAAAATjE/HlTEoZq_U-4/s1600/feliz+2012.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="137" src="http://3.bp.blogspot.com/-B1N3PHOIXnQ/TvnnxaZGlqI/AAAAAAAATjE/HlTEoZq_U-4/s400/feliz+2012.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5388429033246593709-8592327767038392915?l=www.giovanadamaceno.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.giovanadamaceno.com/feeds/8592327767038392915/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5388429033246593709&amp;postID=8592327767038392915' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/8592327767038392915'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/8592327767038392915'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.giovanadamaceno.com/2011/12/volto-ja.html' title='Volto já'/><author><name>Giovana Damaceno</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13541132833983084068</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-yKZXBeBC2dM/TpeNZJ6rouI/AAAAAAAAFvI/Jp7teHHbXLg/s220/corte%2B6.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-B1N3PHOIXnQ/TvnnxaZGlqI/AAAAAAAATjE/HlTEoZq_U-4/s72-c/feliz+2012.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5388429033246593709.post-7488918506700834439</id><published>2011-12-28T07:00:00.000-02:00</published><updated>2012-01-03T12:50:39.294-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pessoal'/><title type='text'>Meu menino</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;Se fim de ano já é momento de revisão de vida obrigatória, imagine quando a própria pessoa e o único filho fazem aniversário ao apagar das luzes de dezembro. É muita avaliação a fazer, registros a contabilizar na memória e escolhas de quais devem ser devidamente apagados.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;Também é forçoso pensar no quanto o tempo passa, e rápido. O filhote completa hoje 14 anos. Tem surpreendido família e amigos pelo tamanho – já maior que eu – e pela voz grave. Namora, se vira sozinho, age perfeitamente como um rapaz desta idade, sem deixar de lado aquelas manias desagradáveis e ao mesmo tempo engraçadas de todos adolescentes: preguiça, desorganização, internet, internet e internet.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;São dois capricornianos juntos, sob o mesmo teto. Algo que merece cuidado no dia a dia. E aos poucos vamos aprendendo a conviver como gente grande. Afinal, nos tornamos cúmplices em quase tudo, depois que a vida deu uma guinada e fez com que vivêssemos um para o outro durante muitos anos.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;A primeira vez que pensei na maternidade, ainda muito jovem, me vi mãe de um menino. Quando soube o resultado do exame de gravidez, sussurrei “meu menino está vindo aí”, e não me enganei. Pouco depois de ele completar dois anos, passamos a ser eu por ele e ele por mim. Dividimos dificuldades, choros, perdas, saudades. Crescemos lado a lado, compartilhamos segredos (e quantos). Sofremos. Vivemos momentos agudos, nos perdemos, nos encontramos novamente e nos perdoamos. Nos amamos profundamente.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;Costumamos rir muito das incontáveis situações em que nos comunicamos por pensamento: ele pensa; eu falo. Eu penso; ele liga. E vice-versa. Vemos uma cena em que um sabe o que o outro vai dizer a respeito, e trocamos olhares, e daí saem boas gargalhadas.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;À zero hora de ontem entrou no meu quarto saltitante, batendo palmas, mergulhou na minha cama e me deu feliz aniversário. Encheu-me de beijos, me abraçou, e senti tantos anos naquele abraço. Senti muitos momentos de solidão, medo, desespero até, pela responsabilidade em educá-lo, fazer dele um homem de caráter, educado, honesto, digno, respeitoso com seu próximo, livre de preconceitos e de prisões emocionais. Estou conseguindo.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;Quando pensei que o câncer fosse me tirar a vida, rezei a Deus para que me permitisse ficar um pouco mais por aqui, se merecesse, para vê-lo crescer e se tornar tudo isso. E ele sabe que foi e é a grande força que me mobilizou a lutar.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;Sem querer ser piegas, mas já sendo, ele é o cara e eu sou a mãe mais bobona do mundo. E, pra mim, esta é a melhor forma de comemorar estes 14 anos. Escrevendo, registrando o resumo de tantos momentos antagônicos, que formam a relação mãe-filho. E como qualquer mãe diria no meu lugar, a minha com ele é pra lá de especial. Que seja sempre.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5388429033246593709-7488918506700834439?l=www.giovanadamaceno.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.giovanadamaceno.com/feeds/7488918506700834439/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5388429033246593709&amp;postID=7488918506700834439' title='11 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/7488918506700834439'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/7488918506700834439'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.giovanadamaceno.com/2011/12/meu-menino_28.html' title='Meu menino'/><author><name>Giovana Damaceno</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13541132833983084068</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-yKZXBeBC2dM/TpeNZJ6rouI/AAAAAAAAFvI/Jp7teHHbXLg/s220/corte%2B6.jpg'/></author><thr:total>11</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5388429033246593709.post-4011003263933127250</id><published>2011-12-27T01:30:00.000-02:00</published><updated>2012-01-03T12:50:51.984-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pessoal'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Datas'/><title type='text'>Aniversário</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-uAfmTT4LBwc/Tu-3hX9hbBI/AAAAAAAATiM/cr0rZMO1nSs/s1600/1279324429_105587235_1-Fotos-de--Festas-de-aniversario-1279324429.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" src="http://2.bp.blogspot.com/-uAfmTT4LBwc/Tu-3hX9hbBI/AAAAAAAATiM/cr0rZMO1nSs/s400/1279324429_105587235_1-Fotos-de--Festas-de-aniversario-1279324429.jpg" width="390" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Comemore comigo!&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white; font-size: large;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5388429033246593709-4011003263933127250?l=www.giovanadamaceno.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.giovanadamaceno.com/feeds/4011003263933127250/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5388429033246593709&amp;postID=4011003263933127250' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/4011003263933127250'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/4011003263933127250'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.giovanadamaceno.com/2011/12/aniversario.html' title='Aniversário'/><author><name>Giovana Damaceno</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13541132833983084068</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-yKZXBeBC2dM/TpeNZJ6rouI/AAAAAAAAFvI/Jp7teHHbXLg/s220/corte%2B6.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-uAfmTT4LBwc/Tu-3hX9hbBI/AAAAAAAATiM/cr0rZMO1nSs/s72-c/1279324429_105587235_1-Fotos-de--Festas-de-aniversario-1279324429.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5388429033246593709.post-2916771566541236107</id><published>2011-12-25T00:00:00.000-02:00</published><updated>2011-12-25T00:00:02.667-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Datas'/><title type='text'>O que desejo no Natal</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-JdFXhOwUyWo/TvIDFFKSwwI/AAAAAAAATic/Oau26iKwI3E/s1600/reforma+interior+2.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-JdFXhOwUyWo/TvIDFFKSwwI/AAAAAAAATic/Oau26iKwI3E/s1600/reforma+interior+2.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Renovação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;A palavra que define o fim de um ciclo e o começo de outro.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Propõe mudança de hábitos; reforma íntima.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;É o quero para mim e para todos os que convivem comigo,mesmo à distância.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Que o Natal seja um momento de transformação, para que em2012 possamos nos permitir mais e viver intensamente.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Abraço fraterno!&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5388429033246593709-2916771566541236107?l=www.giovanadamaceno.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.giovanadamaceno.com/feeds/2916771566541236107/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5388429033246593709&amp;postID=2916771566541236107' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/2916771566541236107'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/2916771566541236107'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.giovanadamaceno.com/2011/12/o-que-desejo-no-natal.html' title='O que desejo no Natal'/><author><name>Giovana Damaceno</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13541132833983084068</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-yKZXBeBC2dM/TpeNZJ6rouI/AAAAAAAAFvI/Jp7teHHbXLg/s220/corte%2B6.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-JdFXhOwUyWo/TvIDFFKSwwI/AAAAAAAATic/Oau26iKwI3E/s72-c/reforma+interior+2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5388429033246593709.post-1690661301289736651</id><published>2011-12-22T11:57:00.000-02:00</published><updated>2011-12-22T12:00:35.557-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pessoal'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Datas'/><title type='text'>O que é mesmo o Natal?</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-uGX-1K4XLJ0/TvM3iSnSslI/AAAAAAAATis/BlJJflIUi1c/s1600/The-Grinch--2000--dr-seuss-586764_1024_768.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://2.bp.blogspot.com/-uGX-1K4XLJ0/TvM3iSnSslI/AAAAAAAATis/BlJJflIUi1c/s320/The-Grinch--2000--dr-seuss-586764_1024_768.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Já gostei de Natal.&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Nos anos em que nada sabia, tudo era bonito, e a família éramospai, mãe, irmãos e eu.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Gostava de Natal naquele tempo em que ainda colocava ossapatinhos atrás da porta, quando ganhei minha boneca Katy e em outra vez umpiano bem pequeno. Gostei de Natal quando o encontro em casa era sereno, apenasnós, nossa paz, nosso amor, o presépio e a árvore.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Não sei quando deixei de gostar do Natal.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Em algum momento tudo – tudo mesmo – deixou de fazersentido. Natal tornou-se sinônimo de obrigação. Não mais por amor, mas porcompromisso, para agradar, porque não pode deixar de fazer, e tanto eu quanto amaioria das pessoas segue não deixando de fazer. E o Natal? O que é mesmo oNatal?&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Tentam me confortar buscandoexplicações comuns. “Também, né, tantas perdas recentes”. “De repente você nãovê o mesmo sentido que as outras pessoas, mas que tal buscar o seu?” Hã? Onde? Noshopping? No supermercado entupido? No trânsito ainda mais deseducado porque éNatal?&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Confesso que sinto certa invejade quem gosta do Natal. Queria conhecer o tal espírito natalino, senti-lo,vivenciar este clima que dizem envolver a maioria das pessoas. Sinceramente, o únicoclima que consigo sentir é de tumulto, confusão, solidariedade forçada, mávontade disfarçada, narizes torcidos e expressões mascaradas. Por quê?&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Para os cristãos (de verdade)celebra-se o nascimento de Jesus Cristo, mas ele não nasceu dia 25 de dezembro.Esta data foi planejada no calendário. E se eu não fosse cristã, como deveriapassar o Natal? Talvez em paz, sem a quantidade de entreveros que esta ocasiãome causa. Sou cristã, espírita, mas não acredito no que se apregoa por conta doNatal. Não creio que devo gastar o que não tenho com presentes para esse ou aquele.Não creio que devo obrigar meu filho a ficar colado no meu calcanhar na noite de24 para 25 só porque é Natal. Não creio que comendo e bebendo um absurdo estou celebrandoo nascimento de Jesus.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Queria apenas que o meu dia 25 dedezembro passasse. Como todos os dias do ano. Com a saúde em dia, com amor eharmonia dentro da minha casa, com o tantão de trabalho que tenho, com asmuitas crônicas que escrevo, encontros com amigos, frescor na alma e alegria deviver. Só. Não é pedir demais.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5388429033246593709-1690661301289736651?l=www.giovanadamaceno.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.giovanadamaceno.com/feeds/1690661301289736651/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5388429033246593709&amp;postID=1690661301289736651' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/1690661301289736651'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/1690661301289736651'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.giovanadamaceno.com/2011/12/o-que-e-mesmo-o-natal.html' title='O que é mesmo o Natal?'/><author><name>Giovana Damaceno</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13541132833983084068</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-yKZXBeBC2dM/TpeNZJ6rouI/AAAAAAAAFvI/Jp7teHHbXLg/s220/corte%2B6.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-uGX-1K4XLJ0/TvM3iSnSslI/AAAAAAAATis/BlJJflIUi1c/s72-c/The-Grinch--2000--dr-seuss-586764_1024_768.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5388429033246593709.post-4513194116579107510</id><published>2011-12-21T09:40:00.002-02:00</published><updated>2011-12-21T09:40:23.249-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Datas'/><title type='text'>Ah, como sofro!</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-zkQMG0rDEDw/TvHFegmwIzI/AAAAAAAATiU/DuvXqcuUCYY/s1600/calor.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="366" src="http://3.bp.blogspot.com/-zkQMG0rDEDw/TvHFegmwIzI/AAAAAAAATiU/DuvXqcuUCYY/s400/calor.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Bem-vindo, verão.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5388429033246593709-4513194116579107510?l=www.giovanadamaceno.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.giovanadamaceno.com/feeds/4513194116579107510/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5388429033246593709&amp;postID=4513194116579107510' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/4513194116579107510'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/4513194116579107510'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.giovanadamaceno.com/2011/12/ah-como-sofro.html' title='Ah, como sofro!'/><author><name>Giovana Damaceno</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13541132833983084068</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-yKZXBeBC2dM/TpeNZJ6rouI/AAAAAAAAFvI/Jp7teHHbXLg/s220/corte%2B6.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-zkQMG0rDEDw/TvHFegmwIzI/AAAAAAAATiU/DuvXqcuUCYY/s72-c/calor.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5388429033246593709.post-8256523872125294875</id><published>2011-12-19T20:09:00.000-02:00</published><updated>2011-12-19T20:10:08.580-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pessoal'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Datas'/><title type='text'>Como é a sensação de fazer 43?</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-GodhhQTrcWY/Tu-0ylLkk7I/AAAAAAAATh8/Qe1_MtG0cLk/s1600/velas.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://2.bp.blogspot.com/-GodhhQTrcWY/Tu-0ylLkk7I/AAAAAAAATh8/Qe1_MtG0cLk/s200/velas.jpg" width="153" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #222222; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 16px;"&gt;Uma amiga que faz aniversário um mês antes de mim sempre ouve a mesmapergunta quando ligo para dar os parabéns: “Como é a sensação de fazer talidade?”. É assim desde que nos conhecemos, ainda crianças, e acabou ficando,digamos, tradicional.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #222222; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #222222; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 16px;"&gt;Mês passado, ao ouvir o “Alô?”, ataquei com a perguntinha de sempre.“Como é a sensação de fazer 43 anos?”. E foi a primeira vez que me dei contarealmente do tempo que passou. Embora muito antes de fazer aniversário já digaque estou com 43, quando indaguei minha amiga senti um frio no estômago. “Seráque ainda é possível brincar com isso?”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #222222; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #222222; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 16px;"&gt;Até que poucos dias atrás quem teve de responder à pergunta fui eu.Talvez pelo clima esquisito que dezembro provoca, refletir em mais (ou menos)um ano de vida não era exatamente o que estava a fim de fazer por hora. Aindame considero nova (sério!), meu terapeuta diz que minha curva profissional estáem franca ascendência e segundo meus médicos minha saúde é excelente. Masoutros fatores fazem parte desta avaliação e não há como fugir: meu filho faz14 anos também neste mês e já está namorando; meu corpo mudou radicalmente apóso tratamento contra o câncer de mama, portanto, aquela juventude toda foienvenenada pela quimioterapia; já não tenho saco para programas badalados, commuita gente, muito barulho, papo sem noção. A isso, prefiro meu sofá, meulivro, meu notebook, música ‘ouvível’ e ar condicionado.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #222222; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #222222; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 16px;"&gt;Posso garantir que não sou nem estou ranzinza; apenas já passei por estafase e agora quero outra. E esta, sim, é uma boa reflexão a fazer, a uma semanade completar 43 anos. Lembro o jornalista e cronista Arthur Dapieve ao escreverque não diria nada sobre Rock in Rio, que não iria ao Rock in Rio, porque tudoque deveria viver disto já vivera e que agora está curtindo música clássica. Bom,de música clássica curto e entendo pouca coisa, mas, prestes a encarar mais umano dos ‘enta’, já posso dizer que sinto certa invejinha do meu colega.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #222222; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #222222; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 16px;"&gt;Minha reflexão está apenas no início. Vai atravessar o Natal, o dia doaniversário, os festejos de Ano Novo, os agradecimentos e pedidos a Iemanjá abeira-mar. Depois disso, já estarei com as promessas de renovação todasagendadas e, quem sabe, possa delinear melhor o que resultou de tantaautoavaliação. Porém, uma coisa posso garantir aos que ainda chegarão nestafase da vida: tá muito bão.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;.&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5388429033246593709-8256523872125294875?l=www.giovanadamaceno.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.giovanadamaceno.com/feeds/8256523872125294875/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5388429033246593709&amp;postID=8256523872125294875' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/8256523872125294875'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/8256523872125294875'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.giovanadamaceno.com/2011/12/como-e-sensacao-de-fazer-43.html' title='Como é a sensação de fazer 43?'/><author><name>Giovana Damaceno</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13541132833983084068</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-yKZXBeBC2dM/TpeNZJ6rouI/AAAAAAAAFvI/Jp7teHHbXLg/s220/corte%2B6.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-GodhhQTrcWY/Tu-0ylLkk7I/AAAAAAAATh8/Qe1_MtG0cLk/s72-c/velas.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5388429033246593709.post-4630132980584436056</id><published>2011-12-15T07:57:00.000-02:00</published><updated>2011-12-15T11:55:26.570-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pessoal'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Datas'/><title type='text'>Dois meses antes do Natal</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-7Rw2NycKJrs/TukscrN8OtI/AAAAAAAAThs/wnWsNyTDgd4/s1600/agenda.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="209" src="http://4.bp.blogspot.com/-7Rw2NycKJrs/TukscrN8OtI/AAAAAAAAThs/wnWsNyTDgd4/s320/agenda.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Os afazeres da vida urbana nos empurram à correria diáriaatrás de um tempo de relógio que na verdade é nada. O tanto que isso meincomoda cresce na mesma medida em que as horas passam rápido demais para quemtem muita coisa a fazer.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Há poucos dias meu amigo &lt;a href="http://jadermoraes.blogspot.com/"&gt;Jader Morae&lt;/a&gt;s disse no Twitter quegostaria de ganhar hoje, de presente, “dois meses antes do Natal”. Adorei adica e quis pra mim também. É de se estudar o quanto é impressionante aquantidade de compromissos e obrigações que surgem na agenda quando ocalendário de novembro vira para o de dezembro. Tudo passa a acontecer dobrado,ou triplicado, e com a impressão de que se tem horas a menos para dar conta.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Se para a pessoa que nem curte Natal já está difícil, imagino,já ofegante, o afã dos que cumprem à risca os rituais de fim de ano, dãopresentes para amigos e familiares e ainda aceitam ser amigos ocultos em todosos grupos dos quais participa – do trabalho, da igreja, da terapia de grupo, daacademia, do curso de inglês, da faculdade, da galera que se junta todo anopara a excursão de navio, dos vizinhos da rua, do condomínio, do clube decarteado, do boteco ali da esquina, da fila do supermercado aos sábados, dospacientes do mesmo psiquiatra. O que acho estranho é que embora a maioria afirme que é tempo de alegria e de paz, observo as pessoas no comércio comprando e comprando com a expressão ranzinza, de tensão, ansiedade e mau humor. É isso o Natal?&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;E fazem listas de compras e as próprias compras ao mesmotempo em que brigam em família para resolver onde será o Natal (normalmentepassam onde não queriam), depois levam dias para decidir o que será servido equem levará cada um dos pratos (em geral, na mesma ceia encontram-se: peru, macarronada,peixe assado, chester, arroz branco, arroz colorido, maionese, pernil, saladas,mousses, frango, farofa, frutas quentes, vinho, cervejas de marcas variadas, refrigerantes).E quando chega bem pertinho do famigerado dia 24, topam a aventura de enfrentarsupermercados lotados para comprar tudo fresquinho. Já encarei uma fila decaixa numa véspera de Natal para nunca mais. Mesmo.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Agora, juntem-se a isso os compromissos de trabalho. Todos osclientes precisam que seus pedidos sejam atendidos até dia 15, no máximo 20,porque depois entram em recesso, Natal todo mundo para, sabe como é, né? Sim,sei. Mal começa o mês e já se sabe que será necessário comprar varinha decondão para terminá-lo na segunda quinzena, com ok em todas as marcações daagenda.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;E ainda inclui-se nesta confusão a parte legal, claro: asconfraternizações várias em que é entregue o presente de amigo-oculto, aquelemomento em que o indivíduo espera receber uma das 12 alternativas que listou e épresenteado com uma 13ª. Ou seja, sempre uma desagradável surpresa, como um CDde padre pop star, um DVD da Ana Carolina (argh!), um livro de autoajuda(credo!), uma caneca da loja de 1,99 com a frase “amigo nota dez!” (“achei queera a sua cara!”).&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Como chegamos a estes eventos? Atrasados, é lógico. Quem cumpreos rituais natalinos bota o carro na rua e entope a cidade. E se a opção é não ficarparado no trânsito, prefere-se estacionar bem longe do tumulto e andar a pé. Então,se atrasa de um jeito ou de outro. A não ser que saia de casa com antecedência,o que é praticamente impossível com a agenda transbordando letrinhas.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Além dos compromissos extras - os que são trazidos no sacodo bom (ou mau?) velhinho - há a rotina diária que não pode parar. Respirar, dormir(ah, tá), comer, beber água, tomar banho, tirar e vestir roupa, fazer sexo(hã?!). Há os filhos, marido ou esposa, médico, arrumar alguém pra consertar oencanamento, terapia, caminhada, manicure, dentista, pagar contas, marcar depilação.E no meu caso, pensar no próprio aniversário, no do marido, no do filho, onde ecomo será o Réveillon. Arrrfff, cansei. Portanto, meu amigo Jader, se hoje, dia15, você conseguir dois meses antes do Natal, me diga o que preciso fazer praconseguir também. Estou na fila.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5388429033246593709-4630132980584436056?l=www.giovanadamaceno.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.giovanadamaceno.com/feeds/4630132980584436056/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5388429033246593709&amp;postID=4630132980584436056' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/4630132980584436056'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/4630132980584436056'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.giovanadamaceno.com/2011/12/dois-meses-antes-do-natal.html' title='Dois meses antes do Natal'/><author><name>Giovana Damaceno</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13541132833983084068</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-yKZXBeBC2dM/TpeNZJ6rouI/AAAAAAAAFvI/Jp7teHHbXLg/s220/corte%2B6.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-7Rw2NycKJrs/TukscrN8OtI/AAAAAAAAThs/wnWsNyTDgd4/s72-c/agenda.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5388429033246593709.post-680531744753779560</id><published>2011-12-14T12:20:00.000-02:00</published><updated>2011-12-14T12:20:42.399-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Literatura'/><title type='text'>Tarde de chuva com Clarice</title><content type='html'>Um memorável e delicado encontro marcou para um pequeno grupo de Volta Redonda o aniversário daquela que nasceu a ucraniana&amp;nbsp;Chaya Pinkhasovna Lispector&amp;nbsp;e que em terras brasileiras se tornou Clarice Lispector.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A convite da poetisa Regina Vilarinhos, lá fomos a enfrentar a chuva e as ruas congestionadas na tarde de sábado deste movimentado mês.&amp;nbsp;Só mesmo Clarice Lispector para me empurrar à Livraria Veredas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abaixo, algumas fotos produzidas pelo Jair de Assis, para que você, de Volta Redonda, fique com dor de cotovelo e não falte ao próximo encontro.&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-Yw7Bm75NEn8/TuitORflbRI/AAAAAAAATf4/9Ps9m6YXdkU/s1600/clarice1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="213" src="http://1.bp.blogspot.com/-Yw7Bm75NEn8/TuitORflbRI/AAAAAAAATf4/9Ps9m6YXdkU/s320/clarice1.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;No mezanino&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-C3fytw2D-3Q/TuitOxysgHI/AAAAAAAATgA/0Fq6uTWf98o/s1600/clarice2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="249" src="http://4.bp.blogspot.com/-C3fytw2D-3Q/TuitOxysgHI/AAAAAAAATgA/0Fq6uTWf98o/s320/clarice2.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Vencendo a timidez, ui!&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-jbP1NICpzYE/TuitQN_jBPI/AAAAAAAATgQ/myA8iJy4Yh0/s1600/clarice4.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://3.bp.blogspot.com/-jbP1NICpzYE/TuitQN_jBPI/AAAAAAAATgQ/myA8iJy4Yh0/s320/clarice4.jpg" width="213" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Wesley&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-oDJu7QvIoBY/TuitRSLhNMI/AAAAAAAATgY/pU_fXkbv2mk/s1600/clarice5.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://2.bp.blogspot.com/-oDJu7QvIoBY/TuitRSLhNMI/AAAAAAAATgY/pU_fXkbv2mk/s320/clarice5.jpg" width="213" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Regina&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-U2PfyxPg7Ek/TuitR-acPKI/AAAAAAAATgg/h7qkcCfmQCg/s1600/clarice6.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://3.bp.blogspot.com/-U2PfyxPg7Ek/TuitR-acPKI/AAAAAAAATgg/h7qkcCfmQCg/s320/clarice6.jpg" width="213" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Cristina&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-VM6OhGqGZHA/TuitPagrjNI/AAAAAAAATgI/wsPRzfaY05A/s1600/clarice3.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="213" src="http://4.bp.blogspot.com/-VM6OhGqGZHA/TuitPagrjNI/AAAAAAAATgI/wsPRzfaY05A/s320/clarice3.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Todo mundo&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5388429033246593709-680531744753779560?l=www.giovanadamaceno.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.giovanadamaceno.com/feeds/680531744753779560/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5388429033246593709&amp;postID=680531744753779560' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/680531744753779560'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/680531744753779560'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.giovanadamaceno.com/2011/12/tarde-de-chuva-com-clarice.html' title='Tarde de chuva com Clarice'/><author><name>Giovana Damaceno</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13541132833983084068</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-yKZXBeBC2dM/TpeNZJ6rouI/AAAAAAAAFvI/Jp7teHHbXLg/s220/corte%2B6.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-Yw7Bm75NEn8/TuitORflbRI/AAAAAAAATf4/9Ps9m6YXdkU/s72-c/clarice1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5388429033246593709.post-8434323138840261046</id><published>2011-12-12T12:06:00.000-02:00</published><updated>2011-12-12T12:06:03.346-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pessoal'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>Encontro de folhetim</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #222222;"&gt;Naesquina, prestes a atravessar a avenida, me irritei com um carro estacionado nafaixa amarela (zebrada) me atrapalhando a visão. Ao volante, uma mulher. Aplaca, de Belo Horizonte. “O que ela tá fazendo aí? Vê se é lugar de parar!”,me exasperei. Mas logo ela virou de frente e comecei a reconhecer-lhe osemblante. Disse ao meu filho “Estranho, aquele rosto me é familiar, e a placa,de BH, parece uma colega jornalista, acho que conheço esta... Amééééééééliaaaaaaaaa!”.Baixei o vidro, gritei ainda mais alto, fiz gestos e ela, enfim, me viu. Eassim se fez o escândalo entre duas peruas em pleno trânsito.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #222222;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #222222;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #222222;"&gt;Cruzeia avenida, encontrei logo uma vaga e saí correndo do carro. Neste ínterim tivetempo apenas de dizer ao meu filho que não a via há cerca de 20 anos. E quandome virei, lá vinha a louca, correndo pelo meio da rua, com os braços abertos.Parecia cena de novela; só faltaram a roupa branca esvoaçante e trilha sonora.Não sabia se desatava a rir ou se corria também. Afinal, a saudade era mesmoenorme. Longo abraço, beijos, muita risada, ambas querendo falar juntas. E estaemoção toda teve de caber num bate-papo que não durou dez minutos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #222222;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #222222;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #222222;"&gt;Trabalhamosna TV Rio Sul anos atrás. Ela, apresentadora; eu, repórter. Nas férias dela, oulicença maternidade, lá estava eu na bancada do RJTV. E fora da redação e doestúdio vivemos uma amizade muito legal. Confidências, passeios, balada,Penedo. Saí da TV; Amélia foi embora para Belo Horizonte. Estamos separadasfisicamente há anos, mas nos falamos com certa regularidade, embora trocamospoucas notícias. Quando me tratei do câncer de mama, ela ficou pertinho de mim,por email, msn, telefone. Não me abandonou.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #222222;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #222222;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #222222;"&gt;Tenhomuitos amigos. Pessoas que conheci ao longo destes 43 anos em muitos locais detrabalho e grupos frequentados. Mas são poucas as que, quando esbarro na rua,causam este incêndio todo. Troco alguns “Como vai?” e pronto. Não há assunto. Eisso não é exatamente ruim. É da vida. Não sei exatamente se é a afinidade que acaba,mas os objetivos, desejos e vontades individuais vão mudando após tanto tempo.Por mais simpática e educada que tento ser, não rola a mesma emoção,infelizmente. Não me lembro de encontrar na rua uma amiga ou amigo que não viahá muito tempo e me permitir uma cena &lt;st1:personname productid="em público. Foi" w:st="on"&gt;em público. Foi&lt;/st1:personname&gt; rápido.Mas pude constatar que permanecem a afinidade, a amizade, o interesse mútuo, emelhor: que as duas ainda são as mesmas peruas escandalosas de sempre.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5388429033246593709-8434323138840261046?l=www.giovanadamaceno.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.giovanadamaceno.com/feeds/8434323138840261046/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5388429033246593709&amp;postID=8434323138840261046' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/8434323138840261046'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/8434323138840261046'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.giovanadamaceno.com/2011/12/encontro-de-folhetim.html' title='Encontro de folhetim'/><author><name>Giovana Damaceno</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13541132833983084068</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-yKZXBeBC2dM/TpeNZJ6rouI/AAAAAAAAFvI/Jp7teHHbXLg/s220/corte%2B6.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5388429033246593709.post-1246075469713012889</id><published>2011-12-07T13:40:00.001-02:00</published><updated>2011-12-07T13:47:03.049-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pessoal'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cidade'/><title type='text'>Lembrar da Lagoa sem saudade</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-BQwAEk3yXFc/Tt-J5ylW5tI/AAAAAAAATfo/I62i4LbbyJQ/s1600/lagoa.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://2.bp.blogspot.com/-BQwAEk3yXFc/Tt-J5ylW5tI/AAAAAAAATfo/I62i4LbbyJQ/s320/lagoa.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial; font-size: 16px;"&gt;O primeiro contato quetive com a paisagem mais linda do Rio foi na infância, numa das primeiras vezesem que visitei minha irmã, após se casar e ir morar entre os cariocas. Foi umimpacto e ao mesmo tempo um deslumbramento, nunca mais esquecidos. Circulei-aapenas de carro, mas foi o suficiente para elegê-la a minha paisagem predileta,entre as tantas da cidade. Engraçado é que passei muitas vezes por ali, sempreolhando aquele espelho d'água por trás da janela; demorou muito tempo para quea visse bem de pertinho.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial; font-size: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial; font-size: 16px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial; font-size: 16px;"&gt;Ainda na infância,numa excursão da escola, fomos até o Corcovado, de onde, diziam, “a vista daLagoa Rodrigo de Freitas é de tirar o fôlego”. Mas minhas expectativas foramliteralmente morro abaixo, pois o dia estava nublado e a névoa não nos permitiuvislumbrar nada além de poucos metros abaixo de nossos pés. Já adulta, nacompanhia de um grupo de amigos, retornei ao Cristo Redentor e, aí sim, num diaclaro, pude perder meu fôlego com todo prazer.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial; font-size: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial; font-size: 16px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial; font-size: 16px;"&gt;A Lagoa é ainda maislinda vista do alto. Parece tão pequena, porém ainda mais charmosa, apesar detantos edifícios em volta, bloqueando o que seria a paisagem natural. Ao meulado ninguém entendeu o motivo do meu êxtase, aliás, nem eu mesma. Até hoje nãoencontrei resposta lógica para tamanha admiração. Apenas me derreto toda diantedela.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial; font-size: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial; font-size: 16px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial; font-size: 16px;"&gt;Meu grande momento foiquando pude, pela primeira vez, caminhar ao longo do seu entorno. Uma hora equinze minutos andando, sem saber se prestava a atenção na caminhada, se paravapara ver tudo nos mínimos detalhes, se conver&lt;st1:personname w:st="on"&gt;sav&lt;/st1:personname&gt;acom minha irmã, ou se gritava “Eu estou aquiiii!”. Parece estranho que morandotão perto do Rio nunca tivesse feito isso antes, mas juro, na minha infância nãoera tão comum este tipo de passeio e, mais tarde, juntar os tempos paracombinar tal programa também tornou-se uma operação complicada.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial; font-size: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial; font-size: 16px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial; font-size: 16px;"&gt;Voltei lá ainda umavez, para que meu filho conhecesse a árvore de Natal e isso já vai fazer doisanos. Preciso de coragem para retornar à Lagoa, lembrar com gosto da companhiada minha irmã, sem dor, se possível sem saudade. Apenas grata por ela ter meapresentado o Rio de Janeiro na sua forma mais linda.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial; font-size: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial; font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;Crônica publicada originalmente na minha coluna no jornal Volta Cultural - nov/2011&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial; font-size: 16px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5388429033246593709-1246075469713012889?l=www.giovanadamaceno.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.giovanadamaceno.com/feeds/1246075469713012889/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5388429033246593709&amp;postID=1246075469713012889' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/1246075469713012889'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/1246075469713012889'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.giovanadamaceno.com/2011/12/lembrar-da-lagoa-sem-saudade.html' title='Lembrar da Lagoa sem saudade'/><author><name>Giovana Damaceno</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13541132833983084068</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-yKZXBeBC2dM/TpeNZJ6rouI/AAAAAAAAFvI/Jp7teHHbXLg/s220/corte%2B6.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-BQwAEk3yXFc/Tt-J5ylW5tI/AAAAAAAATfo/I62i4LbbyJQ/s72-c/lagoa.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5388429033246593709.post-1771746012644368372</id><published>2011-12-04T22:18:00.001-02:00</published><updated>2011-12-04T22:37:04.677-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pessoal'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>Aventura na madrugada II – Sonâmbula</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-Ie4HbXdziDc/TtwRvw0Z9ZI/AAAAAAAATfY/GSv6VWEuTuU/s1600/sonambulismo.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-Ie4HbXdziDc/TtwRvw0Z9ZI/AAAAAAAATfY/GSv6VWEuTuU/s1600/sonambulismo.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Dizem os especialistas que só acontece na adolescência, mascomigo o último episódio ocorreu com mais de 30 anos, já tinha filho e moravasozinha com ele. Dormi, como sempre tive um pouco de insônia, depois apaguei.Acordei de manhã bem cedo, com o despertar do relógio às 6 horas, sentindodores em alguns pontos das costas e dos braços. Saí da cama e levei um susto.Espalhadas no meu lençol, embaixo de mim, estavam todas as minhas bijuterias(aff, não são poucas!). Fiquei de pé, atônita, olhando a cena por algunsminutos. Há muito tempo não tinha um registro concreto de que ainda sofria desonambulismo.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Esta é outra face dos meus movimentos noturnos, que não tiveespaço pra contar na crônica &lt;a href="http://www.giovanadamaceno.com/2011/05/aventura-na-madrugada.html"&gt;Aventurana madrugada&lt;/a&gt;. Desde sempre convivo com noites bastante intensas. Além dossonhos cinematográficos e pesadelos assombrosos que me fazem acordar aosgritos, há os passeios. Nunca cheguei a sair de casa, mas já vivi momentos nomínimo engraçados, ao circular pela casa dormindo profundamente.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Falar, conversar, brigar, bater sempre foram atos normaisdurante minhas horas de sono, mas a primeira vez que me viram levantar, jádevia estar com 14 ou 15 anos. Minha irmã costumava ler até de madrugada e eudormia ao lado, mesmo com a luz acesa. Numa destas noites ela me viu sentar eme virar para o lado dela. Fui tirando a camisola bem devagar e em seguidaembolei-a toda nas mãos e a atirei na cara dela. Deitei-me novamente e continueia dormir tranquila.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Após esta primeira vez outras vieram. Numa delas usava amesma camisola – azul, longa. Minha casa tinha um corredor comprido, o qualatravessávamos inteiro para chegar ao quarto dos meus pais. Pois passei pelocorredor, assustei meu pai que assistia à TV na sala (“Só vi aquele camisolãoesvoaçante passar rápido”) e fui chamar minha mãe. “Ô, mãe, cadê o bolo?” “Quebolo, menina?” “O bolo, mãe, cadê o pedaço de bolo que a senhora me prometeu?”.Ela entendeu nada, voltei para a cama ainda dormindo e no dia seguinte meperguntaram o que teria havido. E só depois de muita conversa conseguimosidentificar que tivera um episódio de sonambulismo.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Anos se passaram e nada de muito relevante aconteceunovamente, a não ser alguns objetos dentro do meu quarto que anoiteciam de umjeito e amanheciam de outro. Mesmo assim, minha mãe ficou apreensiva quando mecasei, logo depois engravidei e a escada da casa não tinha corrimão. “Essamenina vai levantar de madrugada e despencar lá de cima”. E, claro, o corrimãofoi instalado na urgência.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;O que dá arrepios é que tais fatos foram testemunhados,porque havia mais gente em casa e proteção certa para estas aventuras, caso setornassem mais perigosas, mas nem sempre foi assim, com a família por perto. Duranteo período em que morei sozinha com meu filho, não saberia dizer se ou o quepode ter ocorrido nas minhas noites. Naquela manhã em que vi minhas bijuteriasespalhadas no lençol tive um frio no estômago, pois aquele era uma prova de quelevantara de madrugada, mas, e quando não deixei rastros? E meu filho dormindosozinho no quarto ao lado?&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Nunca procurei ajuda para isso a que chamam transtorno dosono. Até porque apesar de noites movimentadas, não cheguei a colocar minhavida e a de ninguém em risco, nem foram tantos eventos assim. Portanto, nadaassustador ou preocupante. O diferente desta história foi levar o taltranstorno à vida adulta. Creio que em um ano de casamento novo nada tenhaocorrido até agora. Disse creio porque mesmo que aconteça algo, vai ser difícilacordar o maridão.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5388429033246593709-1771746012644368372?l=www.giovanadamaceno.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.giovanadamaceno.com/feeds/1771746012644368372/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5388429033246593709&amp;postID=1771746012644368372' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/1771746012644368372'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/1771746012644368372'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.giovanadamaceno.com/2011/12/aventura-na-madrugada-ii-sonambula.html' title='Aventura na madrugada II – Sonâmbula'/><author><name>Giovana Damaceno</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13541132833983084068</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-yKZXBeBC2dM/TpeNZJ6rouI/AAAAAAAAFvI/Jp7teHHbXLg/s220/corte%2B6.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-Ie4HbXdziDc/TtwRvw0Z9ZI/AAAAAAAATfY/GSv6VWEuTuU/s72-c/sonambulismo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5388429033246593709.post-8745269335474966973</id><published>2011-12-02T12:03:00.001-02:00</published><updated>2012-01-08T16:41:24.298-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>Quatro respostas</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-KqouAk8UNlk/TtjdCjbWlQI/AAAAAAAATe8/tuWB_cKWiFA/s1600/sozinha.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="133" src="http://2.bp.blogspot.com/-KqouAk8UNlk/TtjdCjbWlQI/AAAAAAAATe8/tuWB_cKWiFA/s200/sozinha.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Interessante como alguns leitores e pessoas que me seguemreagem ao que digo no blog e nas redes sociais. No blog, por exemplo, emborahaja espaço para comentários, não são poucos os retornos que recebo por email.O mesmo ocorre com o Facebook. Por se tratar de espaço de visibilidade pública,muitos não querem expor suas falas à bisbilhotice alheia, até porque, namaioria das vezes, quando me procuram em particular é para algo mais quesimplesmente emitir uma opinião.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Há casos sérios e também os hilários. Recentemente postei noTwitter os versos do refrão da música “Quatro vezes você”, sucesso da bandaCapital Inicial: &lt;i&gt;“O que você faz quando / Ninguém te vê fazendo / Ou o que vocêqueria fazer / Se ninguém pudesse te ver"&lt;/i&gt;. Uma resposta engraçadinha apareceu esó. No Facebook – que tem conexão direta com o Twitter –, também houve algumamanifestação. Mas, por email, foram quatro mensagens dos que preferiram mecontar ‘pessoalmente’ o que gostariam de fazer ou fazem quando ninguém estáolhando. Foram três desconhecidos e uma conhecida.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Um deles falou de dedo no nariz. “A sensação é muitorelaxante”. Porém, nem sempre dá sorte de fazer isso sozinho, pois se esquece eo faz no carro, ao volante. Deve ser destes motoristas que pensam ser únicos noplaneta no momento em que dirigem. “Já fui flagrado algumas vezes; antes ficavaconstrangido, mas agora até que não”. Outra travessura que faz enquanto dirigeé se masturbar. “Mesmo assim acaba nem sendo tão escondido, porque tem o povoque passa de ônibus. Uma dona me viu uma vez. Fiquei vermelhão de vergonha.Broxei.”&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;As fantasias sexuais continuam na pauta: uma mulher mecontou, sem muitos detalhes, que gosta de comprar apetrechos &lt;st1:personname productid="em Sex Shop" w:st="on"&gt;em Sex Shop&lt;/st1:personname&gt; “e transarcomigo mesma diante do espelho do meu quarto”. Não sei se é casada, se temfilhos, onde mora. Deve ter encontrado meu email no perfil do Face e secorrespondeu como anônima (aliás, com exceção da pessoa que conheço, o restodeve ter encontrado meu email deste modo). Difícil é não imaginar a criaturafazendo mil e uma estripulias acompanhando os movimentos de sua própria imagem.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Numa outra mensagem, uma mulher, a que conheço, diz queroubaria uma ou mais lojas de sapatos, sem medo, sem culpa. “Não tenho nemmesmo aquele sonho de entrar na loja e dizer ‘vou levar todos’. O desejo é deentrar sorrateira, quando não tiver ninguém, botar tudo no carro. “E ficariahoras no meu quarto calçando um por um. Espalharia na cama, no chão, dormiriacom eles”. Embora saiba quem é, não é minha amiga. Não tinha a menor ideiadesta tara por sapatos.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;A quarta pessoa, que não identifico se é homem ou mulher,não relatou um desejo contido. Disse que gostaria de ser sozinha(o) para poderfazer muita coisa, mas nunca pode estar com ela(e) mesma(o). “Não quero fazernada de mais. Apenas estar só”. Caraca. Tanta gente reclama de solidão e alguémme diz que gostaria de estar só e não pode. Não explicou por que, apenas expôso que queria. Viajei na história e nos possíveis motivos de tal angústia. Efiquei com vontade de conhecer a pessoa (talvez conheça) e entender estanecessidade por um pouco de solidão. Algo que todos precisam de vez em quando,não é impossível, mas ela(e) não consegue.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Fiquei com estes relatos guardados por mais de uma semanasem comentar com ninguém. Ri um bocado ao ler os três primeiros e ainda meintriga o último. Todos, até agora, pareciam objetos valiosos trancados numacaixinha e que me confiaram guardar. Não sei por que silenciei, mas hojeresolvi escrever a respeito. São histórias de pessoas e eu escrevo sobre pessoas.E se me enviaram é porque, quero crer, gostariam que as usasse de alguma forma.Gostei da experiência.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5388429033246593709-8745269335474966973?l=www.giovanadamaceno.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.giovanadamaceno.com/feeds/8745269335474966973/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5388429033246593709&amp;postID=8745269335474966973' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/8745269335474966973'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/8745269335474966973'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.giovanadamaceno.com/2011/12/quatro-respostas.html' title='Quatro respostas'/><author><name>Giovana Damaceno</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13541132833983084068</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-yKZXBeBC2dM/TpeNZJ6rouI/AAAAAAAAFvI/Jp7teHHbXLg/s220/corte%2B6.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-KqouAk8UNlk/TtjdCjbWlQI/AAAAAAAATe8/tuWB_cKWiFA/s72-c/sozinha.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5388429033246593709.post-412849253277306083</id><published>2011-11-28T12:51:00.001-02:00</published><updated>2011-11-28T13:32:52.606-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Saúde'/><title type='text'>Marmita</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Não gosto de rotina. Sempre que posso, fujo e tento fazeralgo novo no meu dia a dia. Afazeres que se repetem me dão preguiça e comotambém odeio sentir preguiça, estou constantemente em mutação de atividades –as que posso, claro. Uma das ações que costumam de repetir e que procuro evitaré frequentar os mesmo lugares. Restaurantes, por exemplo. Não falo de diversão,falo de refeições diárias. Preciso comer fora de casa a semana inteira e acabopor enjoar da mesma comida, do mesmo sabor, dos mesmos pratos, das mesmaspessoas, enfim, da mesma mesmice. Portanto, agora, adotei a marmita.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-gz-Z3fuo8ro/TtOhYHjf6cI/AAAAAAAATeo/8AqU5K0hHaE/s1600/marmita1.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="95" src="http://2.bp.blogspot.com/-gz-Z3fuo8ro/TtOhYHjf6cI/AAAAAAAATeo/8AqU5K0hHaE/s200/marmita1.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;A prática é detestada por muitos, mas para mim, nestemomento, é a salvação do meu paladar e da minha saúde. Os restaurantesnormalmente oferecem repetidamente o mesmo cardápio. Pouca coisa muda. Em muitos deles as cozinheiras carregam no sal (já vi sal polvilhado em cima da batata doce!); em outros, a comida é absolutamentesem tempero. E ainda com um agravante: só como carne branca e os estabelecimentos não têm muita preocupação em variar nas opções à opção. Outro problema: meu pratocostuma ser montado com ¾ de vegetais, o que não é possível, devido à escassezde mato ofertado pela maioria. Enfim, trazer de casa tem sido muito, muitíssimosatisfatório, até o momento em que esta rotina também me encha os pacovás.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Até lá, curto meu horário de almoço deliciosamente sozinha,em silêncio, sem ruído (penso que ando meio seletiva, ou ranzinza). E nãoencontro ninguém que vá fazer observações no mínimo invasivas. Foi o queocorreu ao chegar a um restaurante em que costumo almoçar com o maridão. Aoentrar acompanhada apenas por meu filho, fui abordada por uma dasproprietárias, em alto em bom som, antes mesmo do educado ‘boa tarde’: “Uééé,tá solteira hojeee?!”. Sinceramente, não quero, não preciso e não douintimidade para isso. Porém, é o que causa a rotina. As pessoas se sentemíntimas, tão somente por nos verem com certa frequência e porque as tratamoscom educação e simpatia.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Quanto a esta senhora, posso simplesmente não voltar aoestabelecimento amiúde, mas de segunda a sexta, a marmita tem sido a soluçãopara muitos problemas. A comida é leve, pouco sal, tempero caseiro, quentinha,com os tipos de mato que mais gosto, os mais saudáveis, no colorido e na medidacerta. Eu mesma escolho no supermercado o que quero comer durante a semana e terpoder sobre isso é algo impagável. Meu corpo já sentiu a diferença em umasemana de novidade. Sem contar a mudança de rotina nas minhas noites; antes dedormir, arrumar meu almoço de amanhã. E então, cuidadosamente, construo umprato lindo, de comer com os olhos.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Já é hora do almoço e não poderia ter escrito esta crônicaem melhor momento. Aumentou o tamanho da minha fome e a expectativa em abrir amarmita. Quem não gosta, entendo. Mas garanto que, exigente que sou, tenho mealimentado muito bem e com qualidade incontestável. Então, à marmita.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5388429033246593709-412849253277306083?l=www.giovanadamaceno.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.giovanadamaceno.com/feeds/412849253277306083/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5388429033246593709&amp;postID=412849253277306083' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/412849253277306083'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/412849253277306083'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.giovanadamaceno.com/2011/11/marmita.html' title='Marmita'/><author><name>Giovana Damaceno</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13541132833983084068</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-yKZXBeBC2dM/TpeNZJ6rouI/AAAAAAAAFvI/Jp7teHHbXLg/s220/corte%2B6.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-gz-Z3fuo8ro/TtOhYHjf6cI/AAAAAAAATeo/8AqU5K0hHaE/s72-c/marmita1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5388429033246593709.post-18204352111005538</id><published>2011-11-24T00:33:00.001-02:00</published><updated>2011-12-08T14:03:01.271-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Saúde'/><title type='text'>Elas não vão ao ginecologista</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-g8LExHgarfY/Ts2tvUGEC-I/AAAAAAAATeQ/VS1tKcHuYBo/s1600/mulher+foge.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="208" src="http://1.bp.blogspot.com/-g8LExHgarfY/Ts2tvUGEC-I/AAAAAAAATeQ/VS1tKcHuYBo/s320/mulher+foge.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, sans-serif; line-height: 18px;"&gt;Impossível fugir do assunto. Creio que nunca mais vouparar de falar nisso. E o motivo é basicão: importante, importantíssimo. Ecomeço contando uma conversa recente com minha mãe sobre saúde, visitasregulares a médicos, informação. Ela falou de uma amiga que sofre uma série desintomas que, normalmente, a deveriam levar a um especialista. Mas, não. Nãoquer saber de médico, não se importa; ou foge, nega, toca a vida normalmente(!). Diante do meu espanto, minha mãe emendou com esta: “Minha filha, você sabede nada. Conheço muita mulher da minha idade que nunca foi a um ginecologista;e nem vai.” Mamãe tem quase 80 anos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, sans-serif; line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, sans-serif; line-height: 18px;"&gt;Mesmo fazendo autoexame regularmente, quando descobri queestava com câncer, soube também que ele era bem grandinho, longe do que éesperado num diagnóstico precoce. E as providências urgentes permitiramlivrar-me dele logo nas primeiras sessões de quimioterapia. Sem entrar naquestão da dificuldade de acesso a tratamentos pela população de baixa renda,ao ouvir a assertiva da minha mãe consegui entender, finalmente, que ascampanhas de prevenção são pra lá de necessárias, porém estão longe de alcançarresultados realmente satisfatórios. É duro dizer isso, mas muitas mulheresainda morrem de câncer por opção. “Elas não querem, não sabem, sei lá, às vezesaté sabem, mas não estão a fim de ir atrás de tratamento”, minha mãe completou.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, sans-serif; line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, sans-serif; line-height: 18px;"&gt;Sinto dizer que é verdade. Quando vi&lt;/span&gt;&lt;b style="font-family: Arial, sans-serif; line-height: 18px;"&gt;v&lt;/b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, sans-serif; line-height: 18px;"&gt;i esta experiência conheci bem de perto histórias variadas deoutras mulheres. Sucessos, insucessos e as fugas, claro. Numa de minhas primeirasconsultas com o mastologista, ele teve de me deixar aguardando uns minutos,pois precisava falar ao telefone. Não pude deixar de ouvir: “Dona Fulana, é odoutor Eduardo, tudo bem? A senhora sumiu daqui. A gente precisa se ver denovo, tenho que ver os seus exames e a senhora não pode ficar sem se tratar(...)”. Quando retornou, tratou logo de explicar que a tal paciente era umaentre muitas que, à primeira suspeita de algo mais nos exames, desaparecem dosconsultórios.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, sans-serif; line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, sans-serif; line-height: 18px;"&gt;Soube também de duas outras mulheres conhecidas domaridão, que depois de diagnosticadas resolveram simplesmente negar. Nãofizeram tratamento, não foram mais ao médico, não tocaram no assunto e tchau. Ajustificativa de ambas era bem parecida: sofrer com a quimioterapia, perder ocabelo, quase morrer de enjoos (e não de câncer), não comer, perder peso, ficarmutilada, e tudo isso sem a certeza de sair curada após tantas dores. E estaincerteza existe mesmo. Infelizmente lidamos com o imponderável todo o tempo.Mas a própria vida é imponderável, afinal, quem de nós sabe se vai terminar odia vivo?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, sans-serif; line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, sans-serif; line-height: 18px;"&gt;Há ainda as que não chegam a negar, mas preferem apassividade à ação, por motivos vários. Boa parte dessas, por exemplo, serecusa a se submeter à quimioterapia, pois não querem “tomar veneno commonitoramento médico”, como diria uma amiga da área. E apostam no ‘deixarrolar’. Sinceramente, não conseguiria (e não o fiz) não tomar providênciasrapidamente ao ser diagnosticada de doença tão grave. Passar meses, anos,deixando rolar, não dá. Pra mim, se há solução, então, borá lá resolver issoontem.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, sans-serif; line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, sans-serif; line-height: 18px;"&gt;As amigas da minha mãe – ou conhecidas – não moram naroça. Estão aqui, perto de nós. Veem TV todos os dias, vão ao supermercado, aoshopping, ao cinema. Namoram ou são casadas, têm filhos, netos. Participam dasações sociais oferecidas na cidade para a população idosa. Mesmo assim, não hácampanha de prevenção de câncer que as faça procurar médico, estejam ou não comalgum sinal de doença. Outras podem estar fazendo o que faz a paciente do meumastologista. Sabem que tem um problema a tratar e além de escaparem, ninguémda família é informado. Pode ser sua amiga, prima, sobrinha, sua irmã, sua mãe,sua filha.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5388429033246593709-18204352111005538?l=www.giovanadamaceno.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.giovanadamaceno.com/feeds/18204352111005538/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5388429033246593709&amp;postID=18204352111005538' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/18204352111005538'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/18204352111005538'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.giovanadamaceno.com/2011/11/elas-nao-vao-ao-ginecologista.html' title='Elas não vão ao ginecologista'/><author><name>Giovana Damaceno</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13541132833983084068</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-yKZXBeBC2dM/TpeNZJ6rouI/AAAAAAAAFvI/Jp7teHHbXLg/s220/corte%2B6.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-g8LExHgarfY/Ts2tvUGEC-I/AAAAAAAATeQ/VS1tKcHuYBo/s72-c/mulher+foge.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5388429033246593709.post-1673797980269905173</id><published>2011-11-21T17:15:00.001-02:00</published><updated>2012-01-08T16:33:52.923-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pessoal'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Datas'/><title type='text'>Caro Papai Noel, não esperava vê-lo tão cedo</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-L3n86zuijK8/Tsqk1iX0PLI/AAAAAAAATeI/vXp6HgI6j_M/s1600/papai_noel.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="198" src="http://3.bp.blogspot.com/-L3n86zuijK8/Tsqk1iX0PLI/AAAAAAAATeI/vXp6HgI6j_M/s200/papai_noel.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; line-height: 115%;"&gt;Quem me lê há muito tempo sabe que não gosto do Natal. Aliás,não é do Natal; é da fervura natalina que se inicia cada ano mais cedo e terminano dia 24 de dezembro, quando finalmente fecham-se as portas do comércio. Tambémnão vejo a menor graça na comilança exagerada que se faz na ocasião, mas nadatenho a ver com a gula alheia. Desde que começaram a bradar osblim-blim-blom-blom por aí, tento fingir que não ouço, da mesma forma que passobatida pelo piscar das luzinhas e pelo colorido (muitas vezes out) das decorações.Mas, como sempre acontece, o bicho papão corre atrás de quem tem medo, então...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, sans-serif; line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, sans-serif; line-height: 18px;"&gt;Passei pelo shopping (o único da minha cidade!) na noitede domingo, tomei um sorvete, comprei umas cositas, porém, sem prestar aatenção aos apelos de Natal. Não vi mesmo, talvez por um movimentoinconsciente, já que não quero ver nada. Há que se considerar que oestabelecimento estava tão cheio, que mal era possível ver algo ou alguém quese destacasse em meio a tanta gente. Afinal, que opções têm o voltarredondensenum fim de tarde/início de noite de domingo? E lá estava eu entre todos os semalternativa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, sans-serif; line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, sans-serif; line-height: 18px;"&gt;Aonde quero chegar? No elevador.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, sans-serif; line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, sans-serif; line-height: 18px;"&gt;Aguardei na fila, de cabeça baixa, altamente distraída,como sempre, até que o elevador chegou e eu entrei, ainda completamentedesligada. Passei pela ascensorista, disse meu andar e quando finalmente erguia cabeça, quase tombei pra trás. Estava diante de ninguém menos que Papai Noel!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, sans-serif; line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, sans-serif; line-height: 18px;"&gt;Aquela figura gorda (nenhum preconceito), vestida de vermelho da cabeça aospés, ocupando um terço do elevador, era a última visão que esperava ter, e daqual não poderia fugir, mesmo que meu inconsciente se espremesse e me colocasseem coma. Disse um boa noite toda sem graça – porque não consegui disfarçar osusto – e me encostei ao fundo, onde a ajudante dele estava sentada no chão,tamanho o cansaço de um dia inteiro levando e trazendo criança pro joelho dobom velhinho.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, sans-serif; line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, sans-serif; line-height: 18px;"&gt;O problema é que a pessoa não consegue ficar de bocafechada, o que talvez a salvasse do constrangimento. Olhei para a cara do Noele logo achei um assunto, para tentar ser simpática: “Sua barba é natural, né?”.E ele, todo sorridente, como os bons velhinhos bem treinados: “É, sim. A barbae o cabelo também”. Ao que só pude responder “Que bacana!”. Foi o temposuficiente para o elevador se abrir e murmurar um obrigada à ascensorista. Nemsei pra que lado foi Papai Noel, se ele existe, se existiu, ou se não foi umaalucinação. Como já disse, quem tem medo de bicho papão...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, sans-serif; line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, sans-serif; line-height: 18px;"&gt;Melhor mesmo seria ficar em casa a partir de agora e sódar as caras pelo comércio em janeiro. Mas é impossível, pois o Natal infelizmentese tornou uma obrigação. Ainda será necessária aquela via crucis (assim a gentelembra d’Ele, né?) atrás de presentes. Mais uma vez, sem alternativa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, sans-serif; line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, sans-serif; line-height: 18px;"&gt;Só espero não ter que topar novamente com Papai Noel,este que me lembra cada vez mais que o sentido do Natal não é mais o queaprendi com minha mãe quando criança. Só ele tem saco para a insanidade que sevê nas ruas nesta época; eu não.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 18px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5388429033246593709-1673797980269905173?l=www.giovanadamaceno.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.giovanadamaceno.com/feeds/1673797980269905173/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5388429033246593709&amp;postID=1673797980269905173' title='10 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/1673797980269905173'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/1673797980269905173'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.giovanadamaceno.com/2011/11/quem-me-le-ha-muito-tempo-sabe-que-nao.html' title='Caro Papai Noel, não esperava vê-lo tão cedo'/><author><name>Giovana Damaceno</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13541132833983084068</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-yKZXBeBC2dM/TpeNZJ6rouI/AAAAAAAAFvI/Jp7teHHbXLg/s220/corte%2B6.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-L3n86zuijK8/Tsqk1iX0PLI/AAAAAAAATeI/vXp6HgI6j_M/s72-c/papai_noel.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>10</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5388429033246593709.post-139248434102465299</id><published>2011-11-18T09:44:00.001-02:00</published><updated>2011-11-18T10:02:26.754-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ambiente'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Política'/><title type='text'>Nós temos tudo a ver com isso</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;Pare um minutinho, assista o VTe reflita.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;Se achar que foi pouco, leia mais a respeito, mas não deixe pra lá.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;Todos temos responsabilidade.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;object class="BLOGGER-youtube-video" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0" data-thumbnail-src="http://3.gvt0.com/vi/TWWwfL66MPs/0.jpg" height="266" width="320"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/TWWwfL66MPs&amp;fs=1&amp;source=uds" /&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF" /&gt;&lt;embed width="320" height="266"  src="http://www.youtube.com/v/TWWwfL66MPs&amp;fs=1&amp;source=uds" type="application/x-shockwave-flash"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5388429033246593709-139248434102465299?l=www.giovanadamaceno.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.giovanadamaceno.com/feeds/139248434102465299/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5388429033246593709&amp;postID=139248434102465299' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/139248434102465299'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/139248434102465299'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.giovanadamaceno.com/2011/11/nos-temos-tudo-ver-com-isso.html' title='Nós temos tudo a ver com isso'/><author><name>Giovana Damaceno</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13541132833983084068</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-yKZXBeBC2dM/TpeNZJ6rouI/AAAAAAAAFvI/Jp7teHHbXLg/s220/corte%2B6.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5388429033246593709.post-4423649931870771169</id><published>2011-11-15T23:55:00.001-02:00</published><updated>2011-11-16T09:49:24.112-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pessoal'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Saúde'/><title type='text'>A quem interessar: não morri</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-WTpvypaLb0I/TsMbM9k6nyI/AAAAAAAATas/t77fPesbN1o/s1600/viva.gif" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="150" src="http://1.bp.blogspot.com/-WTpvypaLb0I/TsMbM9k6nyI/AAAAAAAATas/t77fPesbN1o/s200/viva.gif" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: 15px;"&gt;O assunto era câncer e a vizinha do bairro comentou comminha mãe “Puxa vida, tinha uma moça bonita que morava naquela casa da esquina eme deu muita dó vê-la se tratando. Sabia que estava careca; usava uns lençosbonitos, chapéus, às vezes lavava o quintal, sempre saía de carro, muitodiscreta. Sabe que fiquei preocupada de uns tempos pra cá? Porque ela sumiu, derepente. Acho que morreu, tadinha”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: 115%;"&gt;A mulher falava de mim, para minha mãe. Não sabia daminha mudança de casa, há quase um ano. Sempre muito discreta, me mudei sem alarde, eagora imagino que muitos outros devem estar pensando que morri. Engraçado é queminha mãe se apressou em dizer que a ex-moradora daquela casa amarela daesquina era eu, filha dela, e que estava muito bem, distribuindo saúde. Mas mesmoassim a vizinha ficou hesitante, sem muita certeza. Mais engraçado ainda é quesaí de lá um ano após o fim do tratamento e já tinha até cabelos. Acho que a tal me viamuito pouco...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; line-height: 115%;"&gt;Comentei a história em casa, com o maridão, e ele riu,analisando o comportamento geral das pessoas quando o assunto é uma doençagrave, como o câncer. Para ele, a ignorância provoca reações deste tipo. Mas retruquei,imediatamente. O estigma de doença fatal transformou o câncer numa entidade máe é só dizer que alguém diagnosticou um tumor para provocar uma comoçãoaterrorizada. Muitos, então, nem conseguem falar ‘câncer’. Inventam de tudopara substituir o nome da doença ruim. Todo mundo é assim, ignorante ou não. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; line-height: 115%;"&gt;O problema é mesmo o estigma. Quando me tratava do câncerde mama, minha cardiologista minimizou o problema ao falar sobre pacientes quesofrem de insuficiência cardíaca. “O indivíduo pode morrer a qualquer momento,num estalo, dormir e não acordar. Não há cura. O câncer ainda tem tratamento,mas a insuficiência cardíaca não. E, no entanto, é do câncer que as pessoas têmmedo. É um rótulo inadequado”. E realmente a gente não presta a atenção nas outras. Insuficiência renal também mata. E dengue.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; line-height: 115%;"&gt;A conversa da vizinha com minha mãe me botou pra pensar. Quantaspessoas não me veem há muito tempo e não souberam de mim após o tratamento? Quantosmais podem estar pensando que morri, pois não têm notícias minhas? Quem me lê,me vê e me adiciona nas redes sociais sabe que estou vivíssima (sou eu mesma noTwitter e no Facebook, hein, pessoal?!), porém pode haver outros por aí queforam informados um dia que eu estava com câncer e não souberam de mais nada. &amp;nbsp;“E aquela jornalista, será que está viva?”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-6LrHEFHmpos/TsMbWEZ0UsI/AAAAAAAATa0/IseoORGUFI0/s1600/viva1.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="155" src="http://3.bp.blogspot.com/-6LrHEFHmpos/TsMbWEZ0UsI/AAAAAAAATa0/IseoORGUFI0/s200/viva1.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; line-height: 115%;"&gt;Estou. Viva, leve, faceira e lépida. Trabalhando muito,escrevendo muito mais. &amp;nbsp;E a experiênciame mudou não só de casa. Parte de uma Giovana velha e desgastada morreu, sim, eesta que vos fala é vida puríssima. Lancei um livro, casei, preparo mais umlivro para o ano que vem, edito uma revista. Após ficar careca, ganhei cabeloscacheados que agora chegam à altura dos ombros. Minhas mamas vão bem, obrigada(ainda tenho as duas), embora de tamanhos diferentes. Quase dois anos depois,ainda faço acompanhamento periódico como paciente oncológica, me submeto aexames que ainda me deixam tensa, mas, fazer o quê? São itens da minha agendados quais não posso me furtar. &amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; line-height: 115%;"&gt;E por causa da história que ouvi, me programo para fazerum passeio a pé pelo bairro em que morei, para que todos me vejam, mecumprimentem, perguntem “Como vai?”, e eu responda “Estou muito bem, muito bemmesmo!”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5388429033246593709-4423649931870771169?l=www.giovanadamaceno.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.giovanadamaceno.com/feeds/4423649931870771169/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5388429033246593709&amp;postID=4423649931870771169' title='14 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/4423649931870771169'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/4423649931870771169'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.giovanadamaceno.com/2011/11/quem-interessar-nao-morri.html' title='A quem interessar: não morri'/><author><name>Giovana Damaceno</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13541132833983084068</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-yKZXBeBC2dM/TpeNZJ6rouI/AAAAAAAAFvI/Jp7teHHbXLg/s220/corte%2B6.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-WTpvypaLb0I/TsMbM9k6nyI/AAAAAAAATas/t77fPesbN1o/s72-c/viva.gif' height='72' width='72'/><thr:total>14</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5388429033246593709.post-4415742134486135684</id><published>2011-11-11T12:35:00.001-02:00</published><updated>2011-11-11T13:46:22.180-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pessoal'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Literatura'/><title type='text'>O que estou lendo? Ah, tanta coisa...</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;“Que livro você está lendo? Aquele que está no blog?Ainda?”. Respondi “Ainda, e nem sei até quando... tô saboreando aquelas páginasbem devagarzinho...”. O livro que está no blog é &lt;i&gt;2666&lt;/i&gt;, de Roberto Bolaño, umvolumão de 856 páginas no qual o autor reuniu cinco romances que mais ou menosse envolvem. É leitura para saborear mesmo, pois o cara divaga de formaexcepcional. Só lendo para entender o que digo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;Porém, como se trata de mais de uma história, claro quehaveria uma não tão legal quanto as outras e é nesta que me arrasto. O pior éque ela é a mais longa de todas, fazer o quê? Não dá pra saltar e irdiretamente à próxima, que é a última, sob o risco de perder o fio da meada,então, vou mastigando parágrafo a parágrafo, como se estivesse rezando umterço, conta por conta, pacientemente, repetindo e repetindo, e aguardando umbom desfecho lá na frente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;Corrijo-me: não que esta parte em que me arrasto não sejalegal. Há gostos e gostos. Talvez não gosto do que se repete, ou que parece serepetir – só vou saber quando chegar ao fim, daqui a 200 páginas, mais oumenos. A leitura crítica nos dá esta liberdade, a de não gostar do que lê, masao mesmo tempo saber que e se encantar com a qualidade da construção do texto,com a capacidade de um autor em ser tão tão criativo, com a destreza – ouleveza - que traça em sua narrativa e vai levando a gente junto.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;Sim, estou lendo – ainda – o &lt;i&gt;2666&lt;/i&gt;, mas por saber que demoroa terminá-lo, mantenho as leituras paralelas, pois neste caso não dá para esperaro fim de um para começar o outro - ou outros. Leio um livro de crônicas (nãoposso ficar sem), passo os olhos nas primeiras páginas de &lt;i&gt;Lendo Lolita emTeerã&lt;/i&gt;, de Azar Nafisi, na revista Piauí deste mês, na revista Florense, tem aliteratura espírita, que é periódica, e também leio um monte de gente em sitese blogs na internet. Creio que ficarei com Bolaño por mais uns 30 dias, sabe-selá.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5388429033246593709-4415742134486135684?l=www.giovanadamaceno.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.giovanadamaceno.com/feeds/4415742134486135684/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5388429033246593709&amp;postID=4415742134486135684' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/4415742134486135684'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/4415742134486135684'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.giovanadamaceno.com/2011/11/o-que-estou-lendo-ah-tanta-coisa.html' title='O que estou lendo? Ah, tanta coisa...'/><author><name>Giovana Damaceno</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13541132833983084068</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-yKZXBeBC2dM/TpeNZJ6rouI/AAAAAAAAFvI/Jp7teHHbXLg/s220/corte%2B6.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5388429033246593709.post-5877594064048135881</id><published>2011-11-06T21:43:00.000-02:00</published><updated>2011-11-06T22:10:10.453-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Saúde'/><title type='text'>O egoísmo do vício</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 18px;"&gt;Ensino ao meu filho que a vida é feita de escolhas. Acada momento uma tem que ser feita. A roupa que vai usar, o caminho que vaipara a escola, se vai de bicicleta ou de ônibus, se penteia o cabelo para umlado ou para o outro. A cada minuto, a cada movimento, é tudo escolha. E apósfazer a opção, paga-se o preço. Imediatamente ou a curto, médio, longo prazo. Éda lei natural; escolho aqui e vejo o resultado ali. E nem sempre o efeito dasescolhas que se faz, retorna ao indivíduo que tomou a decisão. Muitas vezesquem paga o tal do pato é o tal do próximo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 18px;"&gt;Digo isso para voltar novamente ao tema do cigarro, oumelhor, do fumante. &lt;a href="http://www.giovanadamaceno.com/2011/09/cheiro-de-cinzeiro.html"&gt;Falei a respeito &lt;/a&gt;recentemente, quando reclamei das pessoasque cheiram a cinzeiro. Porém, hoje, o que me faz retomar o assunto é algo maissério, algo que todo mundo sabe, mas parece que ainda paira uma fumaça sobre aquestão.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-QgJA9EUZEnA/TrcbUwx4L4I/AAAAAAAAF-k/TNQCuZGZmto/s1600/cigarro1.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://1.bp.blogspot.com/-QgJA9EUZEnA/TrcbUwx4L4I/AAAAAAAAF-k/TNQCuZGZmto/s200/cigarro1.jpg" width="158" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 18px;"&gt;Uma amiga passa um perrengue com o pai, diabético,hipertenso, fumante. Ele tem entre 60 e 70 anos, começa a viver intensamente adegeneração comum aos pacientes acometidos por estas doenças, mas éintransigente: não quer parar de fumar. Após ver todas as suas infundadasjustificativas não fazerem mais sentido, resolveu ser sincero e confessar: “Separar de fumar, que graça terá minha vida? É o que mais gosto de fazer..!”. Eaqui retorno àquela história do egoísmo do vício, que tira do indivíduoqualquer possibilidade de pensar no outro ou ao menos imaginar que exista mundosem cigarro (ou drogas, álcool), ou que haja pessoas neste outro mundo. E nocaso da família é ainda pior. Além de magoar – sem querer – ao dizer que a vidanão tem graça sem cigarro, faz todos a sua volta sofrerem por suas doenças enem por isso se convence. Conhecemos as consequências da dor familiar,largamente divulgadas quando se trata de dependentes químicos, mas quem fumacigarros acaba por adquirir doenças crônicas que levam familiares a ficarem desgastadose emocionalmente doentes.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 18px;"&gt;Minha amiga me mandou um email. Talvez pela necessidadede desabafar a angústia, sugeriu uma crônica e relacionou algumas ideias. Creioaté que o que ela gostaria era dizer tudo para o pai, mas como ele érefratário, sentiu que queria dizer isso a alguém, qualquer pessoa que pudesseouvi-la. Resumindo o que me enviou, o pai dela foi um daqueles jovens quecomeçaram a fumar entre as décadas de 50 e 60, fortemente influenciados pelossinais de status, poder e popularidade ligados ao cigarro. Andar com um maço nobolso era chique; fumar era elegante. Era muito comum ver apresentadores de TV,artistas e personagens de filmes fumando. Hoje ela diz que vê – e vejo também –muita gente com a mesma idade do pai, em situação semelhante. O que era chique setornou escravidão, quem fumava para se apresentar bem à sociedade, hoje se olhano espelho e vê um derrotado. Mas, infelizmente, continua escravo. E na maioriadas vezes não se dá conta de que a juventude acabou e que é hora de repensarvalores.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 18px;"&gt;Alguém que me lê pode dizer “ah, fumando ou não fumando,todo mundo vai morrer um dia”. Claro que vai. E como disse lá no início destetexto, a escolha é individual. Até que a morte o venha buscar, pode optar porviver com saúde ou não. O que penso ser uma crueldade é fazer a família inteirasofrer por vê-lo se desintegrar e, mesmo assim, preferir o falso prazer.Conheço o pai da minha amiga e sei que ele é um homem bom. Ele não é egoísta,mas o vício dele é. Fez dele cego, surdo, insensível às próprias necessidades eà dor das pessoas que lhe são mais caras.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 18px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5388429033246593709-5877594064048135881?l=www.giovanadamaceno.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.giovanadamaceno.com/feeds/5877594064048135881/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5388429033246593709&amp;postID=5877594064048135881' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/5877594064048135881'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/5877594064048135881'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.giovanadamaceno.com/2011/11/o-egoismo-do-vicio.html' title='O egoísmo do vício'/><author><name>Giovana Damaceno</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13541132833983084068</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-yKZXBeBC2dM/TpeNZJ6rouI/AAAAAAAAFvI/Jp7teHHbXLg/s220/corte%2B6.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-QgJA9EUZEnA/TrcbUwx4L4I/AAAAAAAAF-k/TNQCuZGZmto/s72-c/cigarro1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5388429033246593709.post-2612181980909504605</id><published>2011-11-02T23:27:00.001-02:00</published><updated>2011-11-03T09:52:53.714-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pessoal'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>Sexo com plateia</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-k6665df3qEA/TrHtePagKVI/AAAAAAAAF-c/nTFa6B0ouTI/s1600/leao+copulando.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="190" src="http://2.bp.blogspot.com/-k6665df3qEA/TrHtePagKVI/AAAAAAAAF-c/nTFa6B0ouTI/s200/leao+copulando.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;Alguns anosatrás, num passeio ao zoológico do Rio (quando ainda pensava que tal programapoderia ser divertido), vimos um casal de leões em pleno ato sexual. Algo raríssimode acontecer, mas aconteceu, bem ali, diante dos olhos de umas vinte pessoas. Aoterminarem, meu cunhado comentou: “Vai uma dose de uísque e um cigarrinho?”.Risada geral, leão deitou de lado, leoa continuou ali, quietinha, e nós tocamoso passeio. Fiquei pensando nisso muito tempo depois. Se já é difícil o cruzamentode animais em cativeiro, mais complicado ainda é fazer sexo com plateia. Tá bomGiovana, complicado pra você, humana, mulher, ocidental. Bichos fazem isso comoe quando querem, e f-se.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;Esta históriavoltou à minha cabeça recentemente, quando, numa pesquisa no Google, caí numsite de notícias que trazia uma matéria sobre sexo com plateia, na Inglaterra,mas não entre animais. Já com praticantes por aqui à época (2009), a nova manianada mais era (e ainda é) do que transar dentro do carro, com um animado grupode &lt;i&gt;voyeurs&lt;/i&gt; do lado de fora. Quantomais gente, melhor. Não sei se isso é moderno, se sou antiquada, se sou de outroplaneta, se eles é que vieram de outro mundo. Quero dizer é que jamais conseguiriatransar com alguém por perto, assistindo. Houve ocasião em que tirei cachorrodo quarto por não me sentir à vontade! (Tudo bem, pode rir).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;Acho que por issonão assisto a filmes pornôs. Primeiro porque conheço o que é um set de filmageme não consigo viajar naquelas imagens sabendo o montão de gente e a parafernáliamontada para a gravação de uma cena. E, vamos combinar, tem coisa maisinverossímil que uma sequência de sexo pornô? Já fui às gargalhadas com um caraque não conseguia passar a língua no lugar certo, numa prova de que os atoressequer têm acesso a um treinamento básico – não sabem o que é e nem onde fica oclitóris. Pior é ver isso acontecer entre mulheres, putz, elas também nãosaberem, é o fim!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-5NxQxrKqSF0/TrHshZVmnqI/AAAAAAAAF-U/Y_5hAG6jh5w/s1600/dogging1.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="136" src="http://3.bp.blogspot.com/-5NxQxrKqSF0/TrHshZVmnqI/AAAAAAAAF-U/Y_5hAG6jh5w/s200/dogging1.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;Casais epúblico que curtem sexo com plateia recebem o nome de &lt;i&gt;doggers&lt;/i&gt;. No Brasil, concentram-se em São Paulo, mas há adeptos emnúmero crescente por todos os cantos. A atividade parece ser bem organizada: quemvai se exibir estaciona o carro em local apropriado e combinado anteriormentecom o pessoal que vai assistir. A luz interna é acesa – ou os faróis – numclaro sinal de que o espetáculo terá início. Então a plateia se aproxima. Não épermitido abrir a porta ou tocar nos protagonistas, a menos que sejamconvidados. Neste caso, a senha é a abertura das janelas. Tudo o que acontecerdentro do carro daí em diante deve ser combinado antes. E ainda há quem prefirase exibir no capô ou até mesmo na grama de um parque.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;Para tudo!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;A gente sabe o quanto ainda se busca de aventura no quediz respeito a sexo, mas, pelo menos pra mim, são práticas de um mundo meiodistante. Já naturalizaram muitas coisas do tipo, tanto que nem me sinto confortávelem confessar minha estranheza. Sinceramente, se isso significa ser, digamos,quadrada, pode me embalar, que vou caber num caixote.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;Recentemente,na crônica &lt;a href="http://www.giovanadamaceno.com/2011/09/anonimo-na-balada.html"&gt;“Anônimona Balada?”&lt;/a&gt;, publicada aqui no blog, um leitor também anônimo deixou oseguinte comentário:&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;“&lt;i&gt;Conheço um caso deuma mulher muito séria que vive falando bem do marido (essas, podem desconfiar)pois não é que fui fazer segurança (sou policial) de uma casa de swing no RJ eme deparei com ela acompanhada do seu cumpadre e mais dois casais de Volta Redonda?O sigilo profissional me impede de falar nomes mas se alguém soubesse quem sãoos personagens... são pessoas públicas e bem relacionadas”.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;Minha conclusãoé que eu, sim, sou de outro mundo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5388429033246593709-2612181980909504605?l=www.giovanadamaceno.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.giovanadamaceno.com/feeds/2612181980909504605/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5388429033246593709&amp;postID=2612181980909504605' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/2612181980909504605'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/2612181980909504605'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.giovanadamaceno.com/2011/11/sexo-com-plateia.html' title='Sexo com plateia'/><author><name>Giovana Damaceno</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13541132833983084068</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-yKZXBeBC2dM/TpeNZJ6rouI/AAAAAAAAFvI/Jp7teHHbXLg/s220/corte%2B6.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-k6665df3qEA/TrHtePagKVI/AAAAAAAAF-c/nTFa6B0ouTI/s72-c/leao+copulando.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5388429033246593709.post-1190652473195657198</id><published>2011-10-30T20:53:00.000-02:00</published><updated>2011-10-31T10:25:21.123-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pessoal'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ambiente'/><title type='text'>Há um rabo sob meu traseiro</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;Conviver comgatos tem sido a grande novidade da minha vida doméstica. Desde o início do anohá duas felinas na minha casa, com quem divido sala, cozinha, banheiro e sofá.Pra quem só conheceu a personalidade e o temperamento caninos desde sempre,posso chamar esta nova fase com Flora e Zoraide de aventura.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-zsmeTA6biZo/TojvoX2txiI/AAAAAAAAD24/D5YcTkYS7Eg/s1600/comput.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://4.bp.blogspot.com/-zsmeTA6biZo/TojvoX2txiI/AAAAAAAAD24/D5YcTkYS7Eg/s200/comput.JPG" width="150" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;Engana-sequem pensa que gatos são traiçoeiros, egoístas e que só se prendem ao local emque vivem. Esta foi a primeira surpresa com elas. Uma mais moleca e a outramais quieta, não diferem em nada quando o assunto é carinho. Flora gosta desubir à mesa e ficar ao meu lado enquanto trabalho; Zoraide me acompanha aqualquer lugar da casa por onde eu circular. Até banheiro. Se chego à janela eFlora está lá fora, pula de volta e fica a meu lado. Se vou para meu quartorecostar o esqueleto e ver um pouco de TV, as duas ficam por perto. Impossívelficar sentada na cozinha, sem Zoraide se esfregando nos meus pés. Quando secansa, deita e fica ali, curtindo minha companhia, e eu a dela, claro.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;Gatos sãoindependentes. Demonstram sua afeição de modo próprio, sem que a gente fiquepaparicando, como fazemos com os cães. Estão sempre próximos, sobem ao coloquando bem entendem e são capazes de fechar os olhinhos quando recebem umafago. Mas não gostam dos festejos exagerados, algo que tive que aprenderrápido. Acostumada com cachorro, pensava que poderia abordar e brincar comgatos da mesma forma. Depois de algumas mordidas fui me acostumando a tratá-loscom um pouco de serenidade e elegância.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;O mais legaldesta relação é justamente o que faz muita gente não gostar de felinos. Elesnão se submetem; estão sempre na deles e fazem o que bem entendem. E disso ohomem não gosta. É histórica a necessidade do ser humano de submeter animaisaos seus desejos e com gatos ele não consegue. Por isso, prefere dizer que gatonão presta, que não se apega. Eu adoro. Curto muito quando chego em casa e estácada uma no seu canto, refestelada, descansadona.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;Zoraide émais come-e-dorme; Flora, por ser ainda filhote, dá seus rolés pela vizinhança,mas não vai longe. Ambas são castradas e não me trazem riscos de ninhadasindesejadas. Afinal, felinos são difíceis de doar, por motivos já ditos. Aliás,Flora chegou em nossas vidas porque foi abandonada, antes mesmo de completar ummês de idade, numa caixa com mais quatro irmãos. Já Zoraide apareceu no meujardim, faminta e mal tratada. Não se sei se a jogaram aqui ou se foi atraídapor outros gatos que moram nas redondezas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; font-family: Arial, sans-serif; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-anAqtpoJTis/Tq3F1S0tDiI/AAAAAAAAF8s/ufey25sk5nE/s1600/DSC05376.JPG" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://4.bp.blogspot.com/-anAqtpoJTis/Tq3F1S0tDiI/AAAAAAAAF8s/ufey25sk5nE/s200/DSC05376.JPG" width="150" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;Quem pensa quenão se dão bem com cães, não sabe o quanto é pacífica a convivência delas commeus cachorros, Barack e Bernadete. Ninguém dá bola pra ninguém. A não ser aousada Flora, que gosta de brincar com a cauda da Bernadete e esta nuncareclama. Claro que quando Flora chegou, tão pequena que cabia na palma da minhamão, ficou trancada dentro de casa muito tempo, até que tivesse tamanho eesperteza para se defender sozinha, caso os cães se estressassem. Apenas Baracka estranhou por um tempo, mas agora, nem se olham.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;E o dia a diacom elas é hilário. Zoraide, simplesmente, mal me vê a caminho da cozinha esalta atrás de mim. Sabe que este meu movimento pode render-lhe mais umarefeição e sai na frente, senta-se perto do pote e mia, e chora, e olha pra mimcomo se estivesse há meses sem comer. E é ela quem ocupa um canto do meu sofá,de onde tenho que afastá-la quando preciso me sentar. A prioridade é sempreminha, claro. Mas não foi somente uma nem duas vezes em que, dando-lhe um chegapra lá, acabei sentando em cima do seu rabo. Gritaria certa, dela e minha, desusto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há um textode um amigo, Gil Rosza, em que ele também fala de sua relação com gatos, nãotão recente quanto a minha, mas ainda assim, uma novidade pra ele. Diz assim:“Ela não é meu bebê, não é gente, mas é uma companheira que sente, gosta oudesgosta, entristece, se alegra, sente falta, sente medo, está sujeita aosciclos e quando quer, sente vontade de ficar algumas horas sozinha, longe dosmeus olhos. Putz... eu também sinto isso!!!! Quem de nós não sente? (...) Elanão é gente, nem objeto, nem brinquedo, muito menos minha. Nós dois é quepertencemos à natureza. Compartilhamos neste planeta o mesmo espaço bioativoque é de uso comunitário de todos os vivos (bactérias e vírus, inclusive) semdistinção”. Nem preciso dizer mais nada.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #f3f3f3;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;***&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Parece coincidência: ao amanhecer esta segunda-feira, após postagem desta crônica, descubro que um (perdão) filho da p* abandonou um filhote de gato de menos de um mês de idade no meu quintal, na chuva(!). Juro que tento ser uma pessoa melhor a cada dia, mas é muito difícil não desejar que alguém faça o mesmo com este ser abjeto.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5388429033246593709-1190652473195657198?l=www.giovanadamaceno.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.giovanadamaceno.com/feeds/1190652473195657198/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5388429033246593709&amp;postID=1190652473195657198' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/1190652473195657198'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/1190652473195657198'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.giovanadamaceno.com/2011/10/ha-um-rabo-embaixo-do-meu-traseiro.html' title='Há um rabo sob meu traseiro'/><author><name>Giovana Damaceno</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13541132833983084068</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-yKZXBeBC2dM/TpeNZJ6rouI/AAAAAAAAFvI/Jp7teHHbXLg/s220/corte%2B6.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-zsmeTA6biZo/TojvoX2txiI/AAAAAAAAD24/D5YcTkYS7Eg/s72-c/comput.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5388429033246593709.post-2330148384229214089</id><published>2011-10-24T20:08:00.000-02:00</published><updated>2011-10-25T12:33:49.946-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pessoal'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>Assassinaram minha segunda-feira</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;Passei um ótimo fim de semana,dormi como uma pedra (se é possível a comparação), acordei novinha para asemana e fui ao trabalho. Tudo muito parecido com a rotina da maioria daspessoas que lavoram, dia a dia, na maior parte dos casos sem pensar muito nasquestões paralelas. Infelizmente toca-se a vida com o dedo na agenda, aconferir cada afazer, horários, se vai dar tempo de cumprir um ou outrocompromisso, filho na escola, no dentista, na aula particular, na academia, nacasa da namorada. Emprego, trabalhos extras, família, contas a pagar nos diascertos, cuidados com os animais, supermercado, médicos, exames, escrever,publicar.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;Meu terapeuta disse dias atrásque era para pensar melhor na rotina, pois viver com o dedo na agenda estariame tirando o olhar para a valoração da minha vida, de mim, das coisas que faço,a ponto de quase não me reconhecer, a não ser assistir de longe à pessoa quefaz tudo isso. Ou seja, cumpre-se as obrigações e pronto.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;Por isso (não seria a solução,claro) me retirei, junto com filhão e maridão, para um fim de semana jiboiandono paraíso pessoal da família. Merecido descanso me trouxe à realidaderevigorada, pelo menos para colocar as ideias em ordem e tentar viver a agenda,ao invés de apenas cumpri-la. Fácil? Claro que não. Mas é preciso, sim,desligar o sistema de vez em quando, porque pelo menos neste caso, a máquinacerebral tira também uma folga e permite uma desfragmentação.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-urCy_D8Sn-M/TqXhl_2v3mI/AAAAAAAAF8c/GUqnVNLcCcw/s1600/RAIVA.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://1.bp.blogspot.com/-urCy_D8Sn-M/TqXhl_2v3mI/AAAAAAAAF8c/GUqnVNLcCcw/s320/RAIVA.jpg" width="230" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;O que não estava na lista detarefas desta segunda-feira era um imprevisto, um adendo, um xis que apareceuno meio dos itens relacionados, algo inusitado, que tira o ser humano do sério(quando é humano mesmo) e tira também sua capacidade de concentração. Adificuldade de se organizar para viver bem consigo e com os outros já é tanta eainda aparece uma novidade, assim, de uma simples ligação telefônica. Pronto.Foi-se a segunda-feira pro brejo.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;Escrever crônicas não é falar davida pessoal para os leitores, muito menos discorrer sobre as agruras da vida edar solução pra tudo, como nos textos de autoajuda – chatíssimos por sinal. Masa licença literária nos permite, vez por outra, divagar num sem fim dedesabafos com ou sem nexo, pois que dão vazão a sentimentos desordenados, contraditórios,inexplicáveis, incompreensíveis, se pensados objetivamente.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;***&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;Minha segunda-feira parou aindade manhã. Já é noite e pouco fiz, a não ser curtir uma baita deprê, associadaàquela enxaqueca básica, e um sentimento de raiva misturado à culpa por sentiresta mesma raiva.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;Por que as pessoas cobram tantodas outras? Por que as pessoas são autoreferentes? Por que as pessoas sãochantagistas? Por que as pessoas não olham para o próprio umbigo antes de pensarque podem apontar o dedo às outras? Por que as pessoas pensam que podem darordens às outras, sem motivo? Por que as pessoas pensam que têm poder sobre asoutras? Por que as pessoas pensam que estão acima do bem e do mal? Por que aspessoas se esquecem que vão morrer um dia e que vão para o buraco, como todasas outras?&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5388429033246593709-2330148384229214089?l=www.giovanadamaceno.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.giovanadamaceno.com/feeds/2330148384229214089/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5388429033246593709&amp;postID=2330148384229214089' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/2330148384229214089'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/2330148384229214089'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.giovanadamaceno.com/2011/10/assassinaram-minha-segunda-feira.html' title='Assassinaram minha segunda-feira'/><author><name>Giovana Damaceno</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13541132833983084068</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-yKZXBeBC2dM/TpeNZJ6rouI/AAAAAAAAFvI/Jp7teHHbXLg/s220/corte%2B6.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-urCy_D8Sn-M/TqXhl_2v3mI/AAAAAAAAF8c/GUqnVNLcCcw/s72-c/RAIVA.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5388429033246593709.post-653212606863369137</id><published>2011-10-21T09:49:00.002-02:00</published><updated>2011-10-21T09:50:00.499-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ambiente'/><title type='text'>Por que defendo animais?</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-V6ytXU7bJBU/TqFcIzK_5SI/AAAAAAAAF8U/KmMHFEEvnAk/s1600/pq+ajudo+os+animais.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="284" src="http://1.bp.blogspot.com/-V6ytXU7bJBU/TqFcIzK_5SI/AAAAAAAAF8U/KmMHFEEvnAk/s400/pq+ajudo+os+animais.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5388429033246593709-653212606863369137?l=www.giovanadamaceno.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.giovanadamaceno.com/feeds/653212606863369137/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5388429033246593709&amp;postID=653212606863369137' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/653212606863369137'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/653212606863369137'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.giovanadamaceno.com/2011/10/por-que-defendo-animais.html' title='Por que defendo animais?'/><author><name>Giovana Damaceno</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13541132833983084068</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-yKZXBeBC2dM/TpeNZJ6rouI/AAAAAAAAFvI/Jp7teHHbXLg/s220/corte%2B6.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-V6ytXU7bJBU/TqFcIzK_5SI/AAAAAAAAF8U/KmMHFEEvnAk/s72-c/pq+ajudo+os+animais.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5388429033246593709.post-1066787203887852591</id><published>2011-10-19T12:28:00.001-02:00</published><updated>2011-10-19T12:29:40.386-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Educação'/><title type='text'>Todo mundo sabe disso, ou deveria saber</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Reclamo muito da (falta de) educação no trânsito. Vira emexe esbravejo contra impacientes, apressadinhos, ansiosos, donos do mundo, quesempre pensam que suas prioridades estão acima dos direitos dos outros. Porém,esta semana, voltando do trabalho para casa bem devagar por conta de umaenxaqueca que mal me permitia o raciocínio, acabei atrás de um carro deautoescola, local que ninguém gosta de permanecer por mais que meio segundo.Pois ali fiquei e nem mesmo a forte dor de cabeça me atrapalhou a observação dofestival de impropérios contra o estreante na arte de dirigir um automóvel.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Aceleração exagerada, gestos, palavrões, buzina, buzina emais buzina. Cada um tinha um motivo muito justo para ficar exasperado, a pontode cuspir marimbondos e abelhas à vontade, como se estivesse sozinho no alto deuma montanha. Mas nenhum deles está. Não só circulam por um espaço que écoletivo, como se esquecem que um dia estiveram naquela situação, a deaprendiz, num carro de autoescola ou em veículo particular, ensinados por pai,mãe, irmão, namorado, tio, amigo. E não custa nada lembrar o tamanho dainsegurança que se sente nesta hora e que o cara precisa andar devagarzinho,como um dia fizemos também.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Era muito criança ainda quando acompanhei as aulas da minhairmã na autoescola. O instrutor chegava, buzinava, saíamos minha irmã e eu eela assumia o volante. O passo a passo seguido a cada dia, até que elaconseguisse fazer o carro simplesmente andar, não foi algo que ocorre como num passede mágica. Quem já dirige há muitos anos se esquece da confusão que se faz, nosprimeiros momentos, para dar conta de tantos comandos ao mesmo tempo. Achavaengraçado o instrutor dando as orientações. Ele falava cantando, bem devagar,como se estivesse ensinando uma retardada. Tive esta mesma experiência anosdepois, quando encarei aulas numa autoescola e fazia questão de dizer a ele quenão preci&lt;st1:personname w:st="on"&gt;sav&lt;/st1:personname&gt;a cantar pra mim. Masantes disso, conheci o volante de um veículo de outra forma.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-AryatN4qlC8/Tp7cpFaBbTI/AAAAAAAAF8M/D9AkWF0rPB4/s1600/mercedes2.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="315" src="http://2.bp.blogspot.com/-AryatN4qlC8/Tp7cpFaBbTI/AAAAAAAAF8M/D9AkWF0rPB4/s320/mercedes2.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Meu primeiro contato com a direção foi aos 16 anos, numcaminhão Mercedes 1313. Namorava um caminhoneiro e ele resolveu que euaprenderia a dirigir aquela coisa enorme. Não sei se foi trágico ou cômico meuprimeiro contato com aquele volantão, mas a verdade é que, literalmente aostrancos, consegui fazer o caminhão sair do lugar. O pior é que num veículodeste tipo, não há o conforto de chegar a poltrona para a frente para os pésalcançarem os pedais, muito menos ajustar o encosto. É sentar, ligar e botar onegócio para rodar. E foram memoráveis as aulas; ganhei destreza nos comandos,desenvolvi meus reflexos e pude aprender rapidamente a controlar o veículo,pois pelo tamanho, o risco era maior e não havia tempo pra pensar.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Quando finalmente encarei as aulas regulares de umaautoescola, não digo que foi mais fácil, mas passei batida pelas primeiraslições, nas quais o instrutor cantante mostra onde ficam os comandos do carro,para quê existem e como funcionam. Liguei o carro, engatei a primeira e boralá. A grande e temida diferença é que ele, sabendo do meu adiantamento, melevou direto para as ruas centrais da cidade. Quase cristalizei.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Dirigir é um ato de risco, pois ao contrário do que pensa amaioria dos condutores, envolve o motorista, seus caronas, os outrosmotoristas, os outros caronas, motociclistas (cuja maioria também se senteprioritária), ciclistas, pedestres, animais. Qualquer m* que fizerem, podemarrebentar com a vida alheia. E nem sei por que fico aqui relembrando isso;todo mundo sabe, ou deveria saber.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;O fato é que passar alguns minutos assistindo ao aperto dofuturo motorista me fez voltar lá atrás e rever os apuros que eumesma passei. Quando finalmente pude ultrapassá-lo sem estresse, arrisquei umaolhadinha e ali estava um jovem, com os olhos fixos à frente, suando, expressãotensa. “Poderia ser meu filho”, pensei, “e gostaria muito que tivessempaciência com ele também”.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5388429033246593709-1066787203887852591?l=www.giovanadamaceno.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.giovanadamaceno.com/feeds/1066787203887852591/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5388429033246593709&amp;postID=1066787203887852591' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/1066787203887852591'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/1066787203887852591'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.giovanadamaceno.com/2011/10/todo-mundo-sabe-disso-ou-deveria-saber.html' title='Todo mundo sabe disso, ou deveria saber'/><author><name>Giovana Damaceno</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13541132833983084068</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-yKZXBeBC2dM/TpeNZJ6rouI/AAAAAAAAFvI/Jp7teHHbXLg/s220/corte%2B6.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-AryatN4qlC8/Tp7cpFaBbTI/AAAAAAAAF8M/D9AkWF0rPB4/s72-c/mercedes2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5388429033246593709.post-6079822223387296315</id><published>2011-10-16T19:32:00.000-02:00</published><updated>2011-10-27T14:18:39.200-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ambiente'/><title type='text'>Prisão perpétua</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Afinal, o que há de educativo em observaranimais&amp;nbsp;atrás de grades?&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Calibri, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-eD7dQRg7PaE/TptL74an6mI/AAAAAAAAF5Y/5jejDfBDqkA/s1600/zoo1.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="118" src="http://3.bp.blogspot.com/-eD7dQRg7PaE/TptL74an6mI/AAAAAAAAF5Y/5jejDfBDqkA/s200/zoo1.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Não sei se foi coincidência, mas nas duasúltimas semanas foram insistentes algumas conversas acerca da exibição deanimais zoológicos. Sou contra, simplesmente porque tenho o hábito de mecolocar no lugar do outro, seja este outro humano ou bicho. Se um animal é umser vivo como eu, que tem hábitos peculiares, sente dor, frio, fome, sono e seestressa quando incomodado, com certeza não gosta nem um pouco de viverenjaulado, exposto a olhares curiosos e gritaria de crianças todos os dias.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;O costume de utilizar animais para entretenimentovem lá da Roma antiga, quando homens se digladiavam com as feras, ou quandocriminosos eram jogados aos leões, para deleite da plateia. &amp;nbsp;Mais tarde, os aristocratas do século 16começaram a colecionar animais selvagens, para mostrar sua riqueza e poder.Muitas expedições de caça de animais exóticos foram realizadas, para garantirtal luxo. E já em 1794 foi criado em Paris o “Jardim das Plantas” que abrigavadiversas espécies animais para o lazer e contemplação da população europeia. Hácasos também de seres humanos considerados ‘aberrações’,que também foram enjaulados como bichos e exibidos, tamanha a ignorância daépoca.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Mas, em minha opinião, a ignorância permanece, pois penso ser totalmente aéticoprender bicho, principalmente para expô-lo. No Brasil há centenas dezoológicos distribuídos por estados e municípios, que recebem quase 30 milhõesde visitantes por ano. Há sempre um especialista a dizerque não são animais retirados de seu habitat, que são resgatadosde circos, onde sofrem maus tratos, ou capturados em diversas situações derisco. Há ainda os que nascem em cativeiro e nele são mantidos, sem nuncaconhecer o sabor da vida em liberdade. Se for mesmo assim, claro que estesanimais dependem de tratamento especial, em locais adequados para suarecuperação, porém deveriam ser devolvidos ao seu ambiente de origem, quandopossível. Se não, que permaneçam cativos, mas em paz, em local silencioso, longeda balbúrdia provocada pela visitação pública.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Calibri, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-EQ3J_E3V0ZI/TptL8vnH9zI/AAAAAAAAF5g/WGa7LL9B648/s1600/zoo2.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="150" src="http://3.bp.blogspot.com/-EQ3J_E3V0ZI/TptL8vnH9zI/AAAAAAAAF5g/WGa7LL9B648/s200/zoo2.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Segundoa doutora em filosofia moral, Sônia Teresinha Felipe, professora daUniversidade Federal da Santa Catarina, não adianta manter o bicho preso numzoo sob a justificativa da preservação. “O que os zoos fazem é procurar areprodução biológica de espécies ameaçadas de extinção. Mas, quando falamos empreservar espécies não pensamos que ela seja constituída apenas por sua bagagemgenética. Cada espécie animal precisa de um espírito específico, que permita apreservação daquele tipo de vida de forma autônoma. Isso os zoos não podemfazer. No máximo, o que eles preservam, é o banco genético. (...) Guardamos,assim, o patrimônio genético, que é matéria biológica, mas matamos o patrimôniogenuinamente 'animal' dessas espécies”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Ainda há outro engano cometido pelasadministrações de zoos. A maioria afirma que os zoológicos cumprem um importantepapel educativo e de conservação das espécies ameaçadas. Cá pra nós: qual é ovalor educacional de observar um bicho atrás de uma jaula em pleno século 21? Oanimal fica lá, e a criançada de cá, aos berros. Os horários dos bichosnormalmente não são respeitados, muitos andam de um lado a outro da jaula numademonstração típica de estresse. Onde está o lado educativo disso? O queaprendem ali os visitantes? A naturalizar a covardia de manter um ser vivo emprisão perpétua? Que crime ele cometeu? Ah, tá, não nasceu humano.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;É importante frisar que durante as visitas, acriançada atira um monte de bobagens para os animais comerem (a proibição existe,mas a fiscalização sempre é precária), desde biscoitos de isopor a pacotesplásticos e chupetas.&amp;nbsp; Não me esqueço doresultado da autópsia da ema que morreu no zoo de Volta Redonda anos atrás, emcujo estômago foram encontradas chupetas, argolas de plástico, bolinhas etc. Porfalar nisso, no dia das crianças o Zoológico deVolta Redonda recebeu &lt;a href="http://diariodovale.uol.com.br/noticias/0,47412,Dia-das-Criancas-tem-comemoracao-especial-no-Zoologico-Municipal.html#axzz1ayqqgWj4"&gt;maisde cinco mil visitantes&lt;/a&gt;. Perdoe-me a administração municipal, mas pra mim issonão é motivo de comemoração. Coloque-se no lugar do animal, caro leitor, e imagineseu estresse ao fim do dia.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-EAzaOKOp4R0/TptL-d2bA1I/AAAAAAAAF5w/0aV0cfQx8YA/s1600/zoo4.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://3.bp.blogspot.com/-EAzaOKOp4R0/TptL-d2bA1I/AAAAAAAAF5w/0aV0cfQx8YA/s200/zoo4.jpg" width="156" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Para se ter uma ideia do quanto a vida emcativeiro pode ser prejudicial aos animais, uso como exemplo o caso doselefantes, cujos números são de cair o queixo: os elefantes africanos (Loxodontaafricana) vivem em média 56 anos na natureza, contra apenas 17 em cativeiro; jáos asiáticos (Elephas maximus) alcançam a idade média de 42 anos numa populaçãosemilivre, contra 19 anos quando estão em zoos. Os dados foram obtidos a partirde uma análise de mais de 4,5 mil animais mundo afora e estão em artigo darevista &lt;i&gt;&lt;a href="http://www.sciencemag.org/"&gt;Science&lt;/a&gt; &lt;/i&gt;de dezembro de 2008. Pensaque algo pode ter mudado em tão pouco tempo? Não se iluda.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Confira você mesmo alguns exemplos decomportamentos anormais, causados pelo estresse em cativeiro, chamados dezoocoses: vomitar e comer o próprio vômito; comer fezes; andar em círculos; movimentaro corpo repetidamente para trás e para frente; balançar a cabeça para cima epara baixo; virar o pescoço de forma exagerada; morder e lamber as barras dajaula ou outros locais; automutilação (mastigar o próprio rabo, morder a pernaetc).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Calibri, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-r2YBLEPe5_U/TptL9VYEbrI/AAAAAAAAF5o/CT_Y_CdSGrU/s1600/zoo3.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://2.bp.blogspot.com/-r2YBLEPe5_U/TptL9VYEbrI/AAAAAAAAF5o/CT_Y_CdSGrU/s200/zoo3.jpg" width="150" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Há cerca cinco milhões de animais selvagens emzoológicos espalhados pelo mundo. Meio milhão morrem por ano. Na ânsia de exercero domínio sob a natureza, o homem caça, captura, prende, com o objetivo únicode ter para si o que não lhe pertence, para olhar, admirar, exibir.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Animais enjaulados são tristes. Pássaroengaiolado canta de tristeza. Para mim não há ganho nisso, não há graça. Não posso me sentir feliz em detrimento do bem-estar e da felicidadealheios, sejam humanos ou não.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;***&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit; font-size: x-small;"&gt;Fontes:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit; font-size: x-small;"&gt;&lt;a href="http://www.olharanimal.net/"&gt;OlharAnimal&lt;/a&gt; , &lt;a href="http://www.arcabrasil.org.br/"&gt;Arca Brasil&lt;/a&gt; , &lt;a href="http://www.institutoninarosa.org.br/"&gt;Instituto Nina Rosa&lt;/a&gt; , &lt;a href="http://www.saudeanimal.com.br/"&gt;Saúde Animal&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit; font-size: x-small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;a href="http://www.terra.com.br/noticias/ciencia/infograficos/zoos/zoos-02.htm"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit; font-size: x-small;"&gt;Leiaaqui entrevista completa com a doutora Sônia Teresinha Felipe&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5388429033246593709-6079822223387296315?l=www.giovanadamaceno.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.giovanadamaceno.com/feeds/6079822223387296315/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5388429033246593709&amp;postID=6079822223387296315' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/6079822223387296315'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/6079822223387296315'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.giovanadamaceno.com/2011/10/prisao-perpetua.html' title='Prisão perpétua'/><author><name>Giovana Damaceno</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13541132833983084068</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-yKZXBeBC2dM/TpeNZJ6rouI/AAAAAAAAFvI/Jp7teHHbXLg/s220/corte%2B6.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-eD7dQRg7PaE/TptL74an6mI/AAAAAAAAF5Y/5jejDfBDqkA/s72-c/zoo1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5388429033246593709.post-4794982669112646387</id><published>2011-10-14T11:44:00.000-03:00</published><updated>2011-10-16T23:25:50.783-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Saúde'/><title type='text'>Gianecchini: "Acredito que isso pode ser uma dádiva pra mim"</title><content type='html'>Um cara bonito. Lindo. Ator de novela da Globo. Celebridade.&amp;nbsp;O sonho de muita gente por aí.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reynaldo Gianecchini está com câncer, como todos sabem, e recentemente gravou um depoimento para a Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia - &lt;a href="http://www.abrale.org.br/"&gt;Abrale&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele fala da doença como uma dádiva que o fez pensar, refletir, descobrir mais da vida, se iluminar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Disse isso hoje num comentário no blog do &lt;a href="http://jadermoraes.blogspot.com/2011/10/tempus-fugit.html"&gt;Jader Moraes&lt;/a&gt;. Se conseguimos encarar estes percalços como oportunidades, por piores e mais difíceis que sejam, a vida fica melhor, mais simples, mais vida.&amp;nbsp;Os valores mudam e a gente se torna mais leve.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também aceitei o câncer como oportunidade e garanto que ganhei muito com isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só por pensar assim, creio que nosso galã já seja vitorioso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;object class="BLOGGER-youtube-video" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0" data-thumbnail-src="http://2.gvt0.com/vi/4nyFc6rB8u4/0.jpg" height="266" width="320"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/4nyFc6rB8u4&amp;fs=1&amp;source=uds" /&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF" /&gt;&lt;embed width="320" height="266"  src="http://www.youtube.com/v/4nyFc6rB8u4&amp;fs=1&amp;source=uds" type="application/x-shockwave-flash"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5388429033246593709-4794982669112646387?l=www.giovanadamaceno.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.giovanadamaceno.com/feeds/4794982669112646387/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5388429033246593709&amp;postID=4794982669112646387' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/4794982669112646387'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/4794982669112646387'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.giovanadamaceno.com/2011/10/gianecchini-acredito-que-isso-pode-ser.html' title='Gianecchini: &quot;Acredito que isso pode ser uma dádiva pra mim&quot;'/><author><name>Giovana Damaceno</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13541132833983084068</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-yKZXBeBC2dM/TpeNZJ6rouI/AAAAAAAAFvI/Jp7teHHbXLg/s220/corte%2B6.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5388429033246593709.post-492183424651472329</id><published>2011-10-12T21:17:00.000-03:00</published><updated>2011-10-16T23:26:00.606-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Educação'/><title type='text'>Educação para o trabalho</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Cadê?&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-G3V69LerPmc/TpNY6yKLqUI/AAAAAAAAFu4/sz4F8_l_-Rs/s1600/emprego1.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="133" src="http://4.bp.blogspot.com/-G3V69LerPmc/TpNY6yKLqUI/AAAAAAAAFu4/sz4F8_l_-Rs/s200/emprego1.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Quando era criança, lembro muito bem dos meus pais e dosoutros pais da época, educando os filhos para estudarem para terem emprego. Eera o que muitos faziam. Estudavam, sem se importar com o ganho de conhecimentoou com uma capacitação especial; apenas se preocupavam com as notas que osfariam passar de ano e ao final do curso tirar um diploma que os encaminhassem aum ‘emprego pra vida toda’. O tempo passou, mas, infelizmente, osbancos das faculdades estão lotados de gente que pensa assim. Pior: pensaque só diploma vai fazer milagre. Isso mesmo, milagre.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Não é de hoje que ouvimos e vemos inúmeras reportagens nosdando conta da falta de mão de obra qualificada em diversos segmentos. Para umpaís que amargou anos de crise com desemprego, poderíamos estar comemorando talfato, mas ele nos leva a outra constatação: a educação no país não acompanha asreais necessidades do mercado de trabalho. Não basta um diploma de Arquiteto. Épreciso ser arquiteto, urbanista, planejador, conhecedor das artes, da cidade,do meio ambiente, da legislação, ter a mínima noção do que é espaço, desenhar(não só no CAD), calcular, e o principal, saber que aarquitetura vai muito além de projetar uma casa para um cliente. E ler, ler muito.Não estou exagerando: falo do básico. Pense em qualquer outra profissão e forcea mente para enumerar as habilidades que deve ter para estar, mesmo, preparadopara disputar uma vaga de principiante em qualquer empresa.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Empregadores querem profissionais preparados para algo maisdo que era valorizado antigamente: o funcionário exemplar, que bate o ponto nahora certa todos os dias, nunca falta ao serviço, entra quieto, sai calado, fazsua parte, bem quadradinha e vai embora. Não estuda, não se aprimora, não seespecializa, fica a vida inteira fazendo a mesma coisa. Já foi tempo. Este aí,pode apostar, de exemplar não tem mais nada.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-IuvOsWPsFh8/TpNY77hUQQI/AAAAAAAAFvA/fQW9ZJ1RM7g/s1600/emprego3.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://4.bp.blogspot.com/-IuvOsWPsFh8/TpNY77hUQQI/AAAAAAAAFvA/fQW9ZJ1RM7g/s200/emprego3.jpg" width="176" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;E nossa educação não tem olhos pra isso; se tem, ainda nãodespertou para a solução objetiva do problema. Desde o ensino fundamental, o quese vê nas escolas é aquela batalha árdua para que o aluno some os pontosnecessários para ser aprovado. Aprendeu alguma coisa? Vai se saber... Hoje emdia até que houve certo avanço, por exemplo, nas questões de prova, que são contextualizadas e evitam a decoreba. Mas ainda assim, é a nota o que importa. Indo maisalém, nossas crianças e jovens são treinados, como robôs, para passarem novestibular. Até passam. Mas dá pena de ver o que são estas pessoas que chegamàs salas de aula dos cursos superiores: não interpretam um texto, não leem, nãoescrevem, não debatem, não têm opinião, não discernem, não sabem fazer um projeto, um trabalhoque precise pesquisar, categorizar, formular, descrever, defender. São aprovadas noaperto das notas esticadas, recebem o diploma de graduação e... Muitos passam a fazerparte da lista de desempregados, embora as empresas estejam gritando porprofissionais.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Segundo levantamento divulgado em abril pela ConfederaçãoNacional da Indústria – CNI, 69% das indústrias brasileiras sofrem escassez de mão de obra qualificada e 52% dos empresários consultados disseramque a má qualidade da educação básica é um dos principais entraves na qualificação dos funcionários. 94% das empresas registram maiores dificuldades paraencontrar operadores, 82% para contratar técnicos, 71% para funcionáriosqualificados em vendas e marketing, 66% para a área administrativa, 62% paragerentes e profissionais de pesquisa e desenvolvimento, e 61% para engenheiros.Os setores mais afetados &lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial;"&gt;são os de vestuário(84%), equipamentos de transporte (83%), limpeza e perfumaria (82%) e móveis(80%).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-kjdQ3un9O04/TpNY7E_CsQI/AAAAAAAAFu8/oymE3kB1UzI/s1600/emprego2.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://1.bp.blogspot.com/-kjdQ3un9O04/TpNY7E_CsQI/AAAAAAAAFu8/oymE3kB1UzI/s200/emprego2.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white;"&gt;Falar sobre o tema jáestá virando ladainha na grande imprensa , mas poucos se referem a mudançasmais que drásticas na educação para que a cultura da notinha da prova e dodiploma seja extinta de vez das nossas instituições de ensino. É preciso mais.Talvez nem saibamos que mais seja este. Mas é urgente pensarmos a respeito e colocaras ideias pra fora.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;E o problema agora se estende também ao comércio. Manchete da segunda-feira do Portal iG trazia: &lt;i&gt;"Ninguém quer trabalhar", diz lojista&lt;/i&gt;. O desabafo levado ao título da matéria é de uma gerente de loja de São Paulo, que já fez de tudo para encontrar funcionários, sem sucesso.&amp;nbsp;Até há alguns meses, ainda pedia pelo menos uma passagemrápida por algum comércio ou conclusão do segundo grau. Agora, pra conquistar avaga e ter a carteira assinada, basta saber ler e escrever, ser maior de 18anos e ter disposição para pegar no pesado. E segundo apurou a reportagem, o cartaz anunciando as vagas permanece lá há meses, amarelado pelo tempo.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;.o passoi&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5388429033246593709-492183424651472329?l=www.giovanadamaceno.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.giovanadamaceno.com/feeds/492183424651472329/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5388429033246593709&amp;postID=492183424651472329' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/492183424651472329'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/492183424651472329'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.giovanadamaceno.com/2011/10/educacao-para-o-trabalho.html' title='Educação para o trabalho'/><author><name>Giovana Damaceno</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13541132833983084068</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-yKZXBeBC2dM/TpeNZJ6rouI/AAAAAAAAFvI/Jp7teHHbXLg/s220/corte%2B6.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-G3V69LerPmc/TpNY6yKLqUI/AAAAAAAAFu4/sz4F8_l_-Rs/s72-c/emprego1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5388429033246593709.post-8529147873386028837</id><published>2011-10-09T23:56:00.001-03:00</published><updated>2011-10-16T23:26:13.293-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Saúde'/><title type='text'>Renúncia alimentar</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-b0c-pRRScfU/TpJevc0sX_I/AAAAAAAAFuw/7u6WOxc0oIo/s1600/gisele-tomando-agua-de-coco.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="249" src="http://2.bp.blogspot.com/-b0c-pRRScfU/TpJevc0sX_I/AAAAAAAAFuw/7u6WOxc0oIo/s320/gisele-tomando-agua-de-coco.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Numa entrevista a um programa de TV, Gisele Bündchen disseque a melhor dica caseira para uma vida saudável é: “Água. Muita água. Beberágua o dia inteiro. Água de coco também. Amo água de coco”.&amp;nbsp; Em seguida a esta assertiva, nossa top emendou:“Não bebo refrigerantes há uns oito anos. Nem bebida alcoólica”.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Gosto de tomar cerveja. Não mergulho na garrafa, mas nosfins de semana abro umas latinhas em casa. Bebo sozinha. O maridão não curte álcool.&amp;nbsp;Não tenho o hábito de tomarrefrigerantes. Mas aos sábados e domingos saboreio uma Coca bem gelada. Descemuito bem.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Já tive que me abster da cerveja, ou melhor, de qualquerbebida alcoólica. Foi a única restrição feita pelo meu Oncologista durante otratamento quimioterápico. Senti falta, mas não morreria por isso.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;A abstenção é um ato de desprendimento, ou pelo menos umexercício neste sentido. Aprende-se, cada um por seu motivo, a viver sem algo,por tempo determinado ou não. Gisele, para manter o corpo em dia, saudável, porconta das exigências profissionais, teve de restringir o consumo de refrigerantes;outras tantas pessoas são obrigadas a retirar do cardápio diário uma série dedelícias, simplesmente para se manter vivo, como é o caso dos diabéticos, porexemplo, que precisam esquecer que açúcar existe.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Com exceção dos casos que considero extremos e até absurdos,admiro muito quem consegue se abster de prazeres em favor da saúde. Não é fácil,mas me sinto muito bem por não comer carne bovina (arrisco as suínas secas devez em quando), frituras, biscoitinhos salgadinhos (aqueles que parecem isopor), tudo que seja gorduroso, bebidas alcoólicas destiladas (não desce redondo), bobagens fora de hora. &amp;nbsp;Em restaurantes, evito os pratos que contenham maionese, molhos, cremes. Minha comida feita em casa quase não tem sal. E há poucos meses parei de acrescentar sal ao tempero das saladas.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Um grande amigo do maridão preferiu se revoltar e morrer, aregrar a vida. Sofreu um infarto, fez cirurgia para colocação de pontes, tornou-sediabético, hipertenso, mas pirou com a inaceitação. Precisava caminharregularmente e adquirir novos hábitos alimentares. Porém, não suportou a ideia deter limitações. Encheu-se de raiva, comeu mais, bebeu mais, fumou ainda mais e acabou morrendo em pouco tempo.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Logo depois de diagnosticar o câncer de mama, fiquei sabendo das histórias de duas mulheres que, por não aceitarem a doença e&amp;nbsp;as agruras do tratamento, optaram pela negação. É preciso, sim, uma dose cavalar dedesprendimento para sofrer de enjoos, ficar sem cabelo e sem pelos, com a pelecinza, sem tomar um drink (para quem curte) e ainda viver com a insegurançaconstante no resultado lá na frente. Por isso tem gente que escapa. Nega adoença, foge, finge que não está nem aí, e morre.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Muitos podem até dizer que não vale a pena a se abster detantos prazeres para ter aquele corpo magérrimo da Gisele. Mas não há quempossa afirmar que não esteja satisfeita ou ao menos saudável. Recentemente umaamiga me contou que está há quatro anos sem tomar refrigerantes, sem comercarne vermelha e aboliu também a farinha do menu diário. Emagreceu vintequilos. E não fez isso por questões estéticas; foi orientação médica, apóssofrer uma doença do trato digestivo. Pergunte se está triste, com raiva ouinsatisfeita? Nadica. Tem vinte e poucos anos, espera muito da vida e não estáa fim de abrir mão de viver.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5388429033246593709-8529147873386028837?l=www.giovanadamaceno.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.giovanadamaceno.com/feeds/8529147873386028837/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5388429033246593709&amp;postID=8529147873386028837' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/8529147873386028837'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/8529147873386028837'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.giovanadamaceno.com/2011/10/renuncia-alimentar.html' title='Renúncia alimentar'/><author><name>Giovana Damaceno</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13541132833983084068</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-yKZXBeBC2dM/TpeNZJ6rouI/AAAAAAAAFvI/Jp7teHHbXLg/s220/corte%2B6.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-b0c-pRRScfU/TpJevc0sX_I/AAAAAAAAFuw/7u6WOxc0oIo/s72-c/gisele-tomando-agua-de-coco.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5388429033246593709.post-6878123567464171479</id><published>2011-10-07T13:23:00.001-03:00</published><updated>2011-10-16T23:26:22.390-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Saúde'/><title type='text'>Velhice desfigurada</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;O que seria melhor, em sua opinião: envelhecer com dignidadeou envelhecer estragado (a)? Vemos por aí milhares de idosos que escolheramenvelhecer com dignidade e estão lotando os consultórios de nutricionistas,academias de ginástica, parques e pistas onde caminham, correm e andam debicicleta. Para estes idosos, envelhecer estragado seria passar os últimos diasda vida prisioneiros de doenças degenerativas, mas eles preferiram investir nasaúde e têm como resultado seus rostos felizes, olhos brilhantes e uma energiainvejável.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-6AoIC6L1RnA/To8nHYvRjII/AAAAAAAAEYw/-0VtQghRq9c/s1600/gretchen.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="303" src="http://1.bp.blogspot.com/-6AoIC6L1RnA/To8nHYvRjII/AAAAAAAAEYw/-0VtQghRq9c/s320/gretchen.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Diferente, muito diferente das imagens com as quais medeparei recentemente em um portal na internet. Tratava-se de uma matéria em queo leitor podia avaliar os efeitos das cirurgias plásticas às quais muita gentese submete, na ilusão de que irá enganar a velhice. É tão lastimável, que chegaa doer. Sério. Desde a nossa rainha do Conga &lt;st1:personname productid="La Conga" w:st="on"&gt;La Conga (ao lado)&lt;/st1:personname&gt;&amp;nbsp;até a atriz e cantoraCher, o que se vê é um festival de barbeiragens. Esse pessoal perdecompletamente a noção de qualquer coisa, pelo pavor de uma pseudofeiúraprovocada pelo envelhecimento. Meu entendimento ainda não alcança estasprofundezas; pra mim a vida é, sim, muito mais simples.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Muito me admiram mulheres que não só assumem a idade quetêm, como se recusam a esconder a experiência que os anos marcam na face. Aocontrário, têm orgulho dos traços que a vida vai fazendo e encaram astransformações com naturalidade. Não falo aqui sobre não pintar o cabelo, nãousar cremes antirugas ou não passar algumas horinhas por semana numa academiade musculação. O que me apavora e me deixa atônita é o indivíduo recortar e(re)costurar a cara toda e ainda acreditar que tal procedimento o tornará maisjovem. A piração é muito grande para chegar a tal ponto.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;E é muito triste esta constatação. Triste porque vemos,literalmente na cara, aonde pode chegar a infelicidade do ser humano, o seugrau de insatisfação, de vida vazia. Que me perdoem os que não me compreendem eque veem nestas atitudes algo normal. Como disse acima, me entendimento nãochega tão longe. Porém veja você mesmo, caro leitor, e reflita se você seriacapaz. Em seguida, responda: o que é mesmo envelhecer estragado?&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-fMlakutFK4c/To8mFdIocXI/AAAAAAAAEYg/gauaZEMy4Ys/s1600/pl%25C3%25A1stica+2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="250" src="http://2.bp.blogspot.com/-fMlakutFK4c/To8mFdIocXI/AAAAAAAAEYg/gauaZEMy4Ys/s400/pl%25C3%25A1stica+2.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: arial; font-size: 12px; font-weight: bold; line-height: 16px;"&gt;Donatella Versace&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-Olc-wQGm3bk/To8mGOfD4iI/AAAAAAAAEYk/gXT-VO7FV9U/s1600/plastica1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="250" src="http://3.bp.blogspot.com/-Olc-wQGm3bk/To8mGOfD4iI/AAAAAAAAEYk/gXT-VO7FV9U/s400/plastica1.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: arial; font-size: 12px; font-weight: bold; line-height: 16px;"&gt;Cher&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: arial; font-size: 12px; font-weight: bold; line-height: 16px;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-hDcrVANJv3M/To8mGi3ez1I/AAAAAAAAEYo/aUQFGEgl1IY/s1600/Pl%25C3%25A1stica3.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="250" src="http://1.bp.blogspot.com/-hDcrVANJv3M/To8mGi3ez1I/AAAAAAAAEYo/aUQFGEgl1IY/s400/Pl%25C3%25A1stica3.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: arial; font-size: 12px; font-weight: bold; line-height: 16px;"&gt;Michaela Romanini&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-QfuKMf_tuDE/To8mHDLnGYI/AAAAAAAAEYs/1q1ka7wsabg/s1600/pl%25C3%25A1stica4.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="250" src="http://2.bp.blogspot.com/-QfuKMf_tuDE/To8mHDLnGYI/AAAAAAAAEYs/1q1ka7wsabg/s400/pl%25C3%25A1stica4.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&amp;nbsp;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: arial; font-size: 12px; font-weight: bold; line-height: 16px;"&gt;Jocelyn Wildenstein&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;Fotomontagem: iG&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white; font-size: x-small;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5388429033246593709-6878123567464171479?l=www.giovanadamaceno.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.giovanadamaceno.com/feeds/6878123567464171479/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5388429033246593709&amp;postID=6878123567464171479' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/6878123567464171479'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/6878123567464171479'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.giovanadamaceno.com/2011/10/velhice-desfigurada.html' title='Velhice desfigurada'/><author><name>Giovana Damaceno</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13541132833983084068</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-yKZXBeBC2dM/TpeNZJ6rouI/AAAAAAAAFvI/Jp7teHHbXLg/s220/corte%2B6.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-6AoIC6L1RnA/To8nHYvRjII/AAAAAAAAEYw/-0VtQghRq9c/s72-c/gretchen.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5388429033246593709.post-6772483901145233018</id><published>2011-10-02T18:08:00.000-03:00</published><updated>2011-10-16T23:26:31.462-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ambiente'/><title type='text'>Sete bilhões de habitantes</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Onde é que vai caber tanta gente?&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-87TZQazHads/TojOSLdDILI/AAAAAAAADpg/ITm1KFayptY/s1600/mundo1.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://4.bp.blogspot.com/-87TZQazHads/TojOSLdDILI/AAAAAAAADpg/ITm1KFayptY/s200/mundo1.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Quando criança tinha muita preocupação com a morte, a minhamorte. Tinha pavor, pânico, sei lá, de morrer (ainda não me livrei dissototalmente, apesar de me dizer espírita). E certa vez perguntei à minha mãe porque não poderíamos todos ficar por aqui, na Terra, para sempre. Ao que minhamãe respondeu: “Todas as pessoas que nascem, vêm de algum lugar; portanto,precisam ir algum dia. Imaginem se todas que nascerem forem ficando, ficando...Onde é que vai caber tanta gente?”&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Como espírita, tenho medo mesmo é da transição, de ir paraalgum lugar que não sei onde, ou para o nada (!) (?). Mas, prefiro viveracreditando que vou me transferir de endereço - mesmo que não consiga formularna mente que lugar seria esse exatamente -, do que viver na certeza de que metransformarei em nada. Morrer crendo que logo após estarei em outra dimensão,na companhia dos que me antecederam, é bem mais agradável. Se, caso morra evire nada, já serei nada mesmo e não vou sofrer por isso.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;O que me fez divagar nestas primeiras linhas foi, naverdade, a notícia de que no fim deste mês seremos sete bilhões de pessoas ahabitarem na Terra. A informação foi divulgada pelo Fundo de População dasNações Unidas – Unfpa, no momento em que lançou a campanha “7 Bilhões de Ações”,que prevê a valorização do papel de cada indivíduo e instituição na busca porum mundo melhor, compartilhando histórias e ações individuais ou coletivas pararesponder aos grandes desafios atuais, como a superação da pobreza e o papeldos jovens na construção do futuro.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-nveD0jJB_88/TojOUFKm-sI/AAAAAAAADpk/3KA8mAvV0T0/s1600/mundo2.gif" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="193" src="http://1.bp.blogspot.com/-nveD0jJB_88/TojOUFKm-sI/AAAAAAAADpk/3KA8mAvV0T0/s200/mundo2.gif" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Quase impossível visualizar este número de pessoas –7.000.000.000 – e imaginá-las mundo afora, ocupando casas, apartamentos,favelas, ruas, colinas, subúrbios, fazendas, escritórios, montanhas, desertos,indústrias, calçadas, barrancos, garagens, pontos de ônibus, comércio,palafitas, barracos, buracos nas pedras. Por isso lembrei da conversa que tivena infância com minha mãe e compreendi, agora com clareza, o que ela quis dizernaquele momento. Não se trata apenas de ter lugar suficiente para alocar tantagente, mas de provê-las de condições mínimas de uma existência digna, ainda quea vida seja finita.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;“Não estamos aqui simplesmente para lembrar este marco, massim para resolver todas as suas vastas implicações”, disse o secretário-geraldas Nações Unidas, Ban Ki-moon, no lançamento da campanha, na sede da ONU emNova York. “A pessoa de número ‘sete bilhões’ vai nascer em um mundo decontradições. Temos abundância de alimentos, mas ainda se morre de fome. Vemosestilos de vida luxuosos, mas milhões vivem na pobreza. Temos grandesoportunidades para o progresso, mas também grandes obstáculos”, completou Ban,lembrando que a campanha é um chamado para comunidades, países, Organizaçõesnão-Governamentais – ONGs, empresas, acadêmicos e líderes religiosos, ou seja,todos. Todos mesmo.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;E segundo a própria ONU, a população mundial deve chegar anove bilhões antes de 2050 e pode alcançar os dez bilhões até o fim do século.E então, o desavisado que lê este texto pergunta: “E eu com isso? Nem vou estarvivo”. Pareço estar chovendo no molhado e me repetindo, porém, mais uma vez,preciso falar de &lt;a href="http://www.giovanadamaceno.com/2011/09/pagina-rasgada.html"&gt;egoísmo&lt;/a&gt;.O cidadão não tem filhos, nem terá netos, né? Ah, tá, então está bem. Nãoprecisa se preocupar com a sobrevivência de ninguém mesmo, a não ser com adele. Para este indivíduo sequer posso falar das outras pessoas, do resto domundo, fora do âmbito familiar dele, já que não enxerga milímetro além doorifício do umbigo.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Para os que se preocupam em fazer o mínimo possível por si e pelos outros eaos que já possuem leve tendência a ver um horizonte mais largo à frente, vai oalerta do diretor executivo da Unfpa, Babatunde Osotimehin: “A hora de agir éagora. As ações individuais, multiplicadas muitas vezes, podem fazer um mundode diferença. Juntos somos 7 bilhões de pessoas; contamos uns com os outros”. Ébom lembrar que 1 bilhão de pessoas ainda passam fome num planeta que oferece alimentossuficientes para todos, e esses contam ainda mais com o pequeno esforço de cadaum.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-DTfH6XMCNQs/TojOrijcN9I/AAAAAAAADps/VrQl8kbFzYI/s1600/mundo3.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://2.bp.blogspot.com/-DTfH6XMCNQs/TojOrijcN9I/AAAAAAAADps/VrQl8kbFzYI/s200/mundo3.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;E falamos aqui de necessidades humanas básicas, como comer, vestir e morar.Mas em relação a sete bilhões, considera-se pouco o número de pessoas que estãoatentas ou que fazem algo de concreto para construir uma vida mais sustentável.Mesmo com todo o conhecimento adquirido ao longo da história de ocupação doplaneta, o homem ainda se comporta de forma primitiva, pois permanece nacondição de usurpador do que está à sua disposição no ambiente. Portamto,espera-se muito mesmo desta campanha, não só de mobilizar as pessoas para as açõesconcretas, mas um algo mais que possa provocar drástica mudança de cultura. Pareceutópico, mas é o necessário.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5388429033246593709-6772483901145233018?l=www.giovanadamaceno.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.giovanadamaceno.com/feeds/6772483901145233018/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5388429033246593709&amp;postID=6772483901145233018' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/6772483901145233018'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/6772483901145233018'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.giovanadamaceno.com/2011/10/sete-bilhoes-de-habitantes.html' title='Sete bilhões de habitantes'/><author><name>Giovana Damaceno</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13541132833983084068</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-yKZXBeBC2dM/TpeNZJ6rouI/AAAAAAAAFvI/Jp7teHHbXLg/s220/corte%2B6.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-87TZQazHads/TojOSLdDILI/AAAAAAAADpg/ITm1KFayptY/s72-c/mundo1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5388429033246593709.post-594243889976355075</id><published>2011-09-30T12:16:00.004-03:00</published><updated>2011-10-16T23:26:45.036-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Arte'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cultura'/><title type='text'>Stevie Wonder, Garota de Ipanema e o show do público</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Inesquecível.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;object class="BLOGGER-youtube-video" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0" data-thumbnail-src="http://2.gvt0.com/vi/BTFTcfZZr54/0.jpg" height="266" width="320"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/BTFTcfZZr54&amp;fs=1&amp;source=uds" /&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF" /&gt;&lt;embed width="320" height="266"  src="http://www.youtube.com/v/BTFTcfZZr54&amp;fs=1&amp;source=uds" type="application/x-shockwave-flash"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5388429033246593709-594243889976355075?l=www.giovanadamaceno.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.giovanadamaceno.com/feeds/594243889976355075/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5388429033246593709&amp;postID=594243889976355075' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/594243889976355075'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/594243889976355075'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.giovanadamaceno.com/2011/09/stevie-wonder-garota-de-ipanema-e-o.html' title='Stevie Wonder, Garota de Ipanema e o show do público'/><author><name>Giovana Damaceno</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13541132833983084068</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-yKZXBeBC2dM/TpeNZJ6rouI/AAAAAAAAFvI/Jp7teHHbXLg/s220/corte%2B6.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5388429033246593709.post-4682909270244109883</id><published>2011-09-26T19:37:00.002-03:00</published><updated>2011-09-27T10:26:43.843-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ambiente'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>Página rasgada</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-1IQmbONFNCU/ToD-HgNT7PI/AAAAAAAACV0/ycBJK2Ep5lQ/s1600/egopismo3.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://3.bp.blogspot.com/-1IQmbONFNCU/ToD-HgNT7PI/AAAAAAAACV0/ycBJK2Ep5lQ/s320/egopismo3.jpg" width="176" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;A cena se passa na sala de espera do consultório do cirurgião plástico. Ambiente elegante, fino, silencioso, apenas duas mulheres aguardam no confortável sofá. Pela fama e tipo do serviço prestado imagina-se, claro, que as clientes são do que se chamaria boa família, educadas, certo? Errado. Ter dinheiro não nada tem a ver com ter educação.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Então, vamos à história. A cliente A folheava uma destas revistas de badalação de celebridades. A cliente B pegou um exemplar do mesmo tipo e ambas ficaram ali, lado a lado, em silêncio, até que a cliente B, quando resolveu abrir a boca, disse o seguinte:&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;- Você não vai falar nada pra ninguém se eu arrancar esta página, né? É que adorei este vestido!&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;A cliente A não só não conseguiu responder, como ficou atônita. Com certeza também enrubesceu, pois ela sofre de vergonha alheia crônica ainda não devidamente tratada. E a cliente B, tranquilamente, começou a puxar a página. A cliente A, curiosa, esticou o olhar para ver o tal vestido valeria a pena tamanho descaramento. “Bonitinho”, pensou.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;E a cliente B foi puxando o papel, devagar, para não chamar a atenção:&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;- Nossa, está fazendo muito barulho. Será que alguém está ouvindo?&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;E a cliente A, mais uma vez, só olhou. Não conseguia reagir. Até que a cliente B finalmente terminou de rasgar a página, dobrá-la e colocá-la discretamente dentro da bolsa.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;A cliente A perdeu a concentração; nem mesmo folhear a revista para ver a fotos foi possível. A cabeça ficou a mil. Como aquilo foi feio! A que ponto chega um ser humano ao se achar tão importante, tão acima do bem e do mal. Para aquela mulher, seu desejo poderia, sim, atropelar o dever de respeitar o espaço e o objeto alheios. O que se pode esperar de um mundo povoado por gente assim?&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Nossa sociedade sofre de um mal vergonhoso chamado preconceito, que comumente leva o indivíduo a desconfiar de pessoas pobres, mal vestidas, “mal encaradas”, como costumo ouvir por aí. Quando há uma revista ou livro num local público com páginas arrancadas, nunca se imagina que uma loira vestida de grife da cabeça aos pés poderia ter cometido tal delito. Porém eram estas as características da cliente B, o que me leva a concluir que o ser humano pode ser podre em qualquer classe social.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Ouvia frequentemente nas reuniões da escola do meu filho que a maioria dos pais não se importam ou têm medo de ensinar e impor limites, dar noções de direitos e deveres, respeito ao próximo. E que as crianças chegam às salas de aula totalmente despreparadas para o convívio em grupo. São egoístas, individualistas e agressivos. Também tive a oportunidade de ver jovens com estas características chegarem às cadeiras da faculdade. E muitos vieram de escolas particulares. E aí eu penso: minha nossa, que será que a cliente B ensina aos filhos em casa? Que autoridade teria para orientar uma criança ou um jovem?&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;É sobre isso que penso sempre, principalmente quando me refiro ao total desânimo quanto à melhoria das condições ambientais do planeta, do convívio em sociedade, desde a paciência para aguardar numa fila sem exasperar todos à volta, até a elegância de não jogar um papel de bala no chão, ou se comportar como animal racional no trânsito.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Ao tomar conhecimento do que ocorreu com as clientes A e B concluí que ser servente ou doutor não dá oferece a exata noção de respeito, de direito, de educação. Muito se tem falado por aí sobre depressão ser o mal do século, mas pra mim o grande mal é o egoísmo, puro e simples. E não estou sendo piegas. Basta pensar em todas as atrocidades que são cometidas diariamente e chegaremos à origem de cada uma delas.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Posso ter ido longe demais com os exemplos, mas o delito da cliente B, ao pensar que tinha o direito de arrancar a página de uma revista que não era dela, é o mesmo do cidadão que no trânsito não espera sua vez, ultrapassa sinal, força passagem e acha que buzina tem pó de pirlimpimpim. É o mesmo do cliente do bar que reclama ao garçom do erro pra mais na conta, mas é incapaz de chamá-lo pra corrigir um erro pra menos. É o mesmo grave delito de um pai que tira seu filho da escola particular, onde corre o risco de ficar reprovado, e o transfere para a escola pública, porque lá tem certeza que o jovem vai passar de ano.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-3fQukwmZfAo/ToD-S3nSwSI/AAAAAAAACV4/dfen78hL1Xo/s1600/egoista1.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://2.bp.blogspot.com/-3fQukwmZfAo/ToD-S3nSwSI/AAAAAAAACV4/dfen78hL1Xo/s200/egoista1.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;Que tipo de caráter ele espera do filho adulto?&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Egoísmo, tudo egoísmo. Eu sou importante, eu sou melhor, eu não posso esperar, você está me atrapalhando, eu estou pagando, eu mando, eu, eu, eu. E para pessoas assim, infelizmente, não adiantam campanhas bonitinhas de preservação da natureza, destas que chamam de conscientização – aff, que palavrinha horrorosa. Como costumo dizer, educação é artigo de luxo e o preço que se paga é desprendimento. O outro, sim, é tão importante quanto eu e portanto, devo tratá-lo como gostaria que me tratasse. Difícil, né?&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5388429033246593709-4682909270244109883?l=www.giovanadamaceno.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.giovanadamaceno.com/feeds/4682909270244109883/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5388429033246593709&amp;postID=4682909270244109883' title='10 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/4682909270244109883'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/4682909270244109883'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.giovanadamaceno.com/2011/09/pagina-rasgada.html' title='Página rasgada'/><author><name>Giovana Damaceno</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13541132833983084068</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-yKZXBeBC2dM/TpeNZJ6rouI/AAAAAAAAFvI/Jp7teHHbXLg/s220/corte%2B6.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-1IQmbONFNCU/ToD-HgNT7PI/AAAAAAAACV0/ycBJK2Ep5lQ/s72-c/egopismo3.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>10</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5388429033246593709.post-7438295948001561162</id><published>2011-09-23T06:04:00.001-03:00</published><updated>2011-09-23T10:02:14.815-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ambiente'/><title type='text'>Primavera, ah... Primavera</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-g8H72JvS_Jk/Tnk6fxyv0VI/AAAAAAAABhU/zsygkkz_fSE/s1600/IP%25C3%258A.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="300" src="http://3.bp.blogspot.com/-g8H72JvS_Jk/Tnk6fxyv0VI/AAAAAAAABhU/zsygkkz_fSE/s400/IP%25C3%258A.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;A estação é linda, eu sei. Tanto que escolhi muito bem a foto para dar-lhe as boas vindas. Um Ipê branco, espécie nacional que floresce nesta época.&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;Porém, com a chegada da Primavera vão-se embora todas as minhas esperanças de ainda poder sentir algum friozinho.&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;Foi-se o tempo em que acreditávamos em Primavera-Verão-Outono-Inverno, deste jeitinho mesmo, que a gente decorava na escola.&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;Agora sentimos calor o ano todo, com exceção de alguns dias de frio no Outono e outros mais frescos, espalhados pelo Inverno, mas nem de perto o frio que esta cronista pra lá de calorenta esperava.&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;Pelo menos os meteorologistas preveem a volta das chuvas, o que esta cronista também anda precisando muito, pois mal respira com esta secura toda.&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;Portanto, que venha a nova estação. Estarei preparada com ventiladores, toalhas de rosto, ar condicionado onde for possível e muita, mas muita paciência para suar e suar e suar, sem perder meu bom humor de sempre.&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;E olha que estou falando apenas da Primavera. Não sei o que será de mim no verão. Aff!&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5388429033246593709-7438295948001561162?l=www.giovanadamaceno.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.giovanadamaceno.com/feeds/7438295948001561162/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5388429033246593709&amp;postID=7438295948001561162' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/7438295948001561162'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/7438295948001561162'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.giovanadamaceno.com/2011/09/primavera-ah-primavera.html' title='Primavera, ah... Primavera'/><author><name>Giovana Damaceno</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13541132833983084068</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-yKZXBeBC2dM/TpeNZJ6rouI/AAAAAAAAFvI/Jp7teHHbXLg/s220/corte%2B6.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-g8H72JvS_Jk/Tnk6fxyv0VI/AAAAAAAABhU/zsygkkz_fSE/s72-c/IP%25C3%258A.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5388429033246593709.post-6227632794944874752</id><published>2011-09-19T13:56:00.000-03:00</published><updated>2011-11-02T23:02:17.688-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>Anônimo na balada?</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/--aVcbAIXP1s/Tnd0HHXRA_I/AAAAAAAABhM/l15HCLOkJ0I/s1600/an%25C3%25B4nimo.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://2.bp.blogspot.com/--aVcbAIXP1s/Tnd0HHXRA_I/AAAAAAAABhM/l15HCLOkJ0I/s200/an%25C3%25B4nimo.jpg" width="191" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Anos atrás, um de meus melhores amigos decidiu que se mudaria de Volta Redonda para a capital paulista e nos disse que adoraria andar pelas ruas da cidade como anônimo. “Quero sentir a delícia de circular sem ser reconhecido”. E está lá até hoje. Claro que já passou tempo suficiente para ser olhado e cumprimentado pelo menos por alguns vizinhos de prédio, do condomínio ou os mais próximos do bairro, o dono da padaria, do bar.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Mas aqui, no interior, numa cidade em que todo mundo se encontra sempre nos mesmos lugares, é quase impossível não ser visto. Para se ter uma ideia, só há um shopping, onde já rolaram até uns &lt;a href="http://www.giovanadamaceno.com/2011/01/flagra-de-traicao-no-shopping.html"&gt;flagras de traição&lt;/a&gt;. Em todos os finais de semana os baladeiros vão sempre às mesmas casas noturnas (as opções são poucas), encontram os mesmos amigos (ou desafetos), beijam na boca do cara ou da garota que ficou com o amigo ou amiga na semana anterior. E é comum, muito comum, encontrar por aí aquele pessoal que está no erro, mas tenta desesperadamente disfarçar. E enquanto isso pode ser trágico para a mulher ou marido que ficou em casa, para mim é motivo de muita risada.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Encontrei na noite o marido de uma amiga. Aliás, antes de encontrá-lo, apenas o avistei, de longe. Mas, pobre homem, ele também me viu. Digo coitado porque ao me descobrir em meio à multidão ficou lívido, desconcertado. E eu também, claro! Quem disse que gosto de ver marido de amiga sozinho na madrugada? Prefiro ignorar solenemente. Porém, quem está no erro não consegue se fazer de indiferente, cara de paisagem e fingir que está ali por acaso.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Veio falar comigo (quase saí correndo!). O maridão me cutucou, respirei fundo (muita vontade de rir; quem me conhece sabe o que é isso) e “oi, tudo bem?”. E ele “tô aqui fazendo um trabalho”. Nem preciso continuar o diálogo. O certo é que me senti desintegrar, pois não sabia se ria, se saía dali e o deixava falando para o vento, ou se tocava a conversa. Cara de pau é pouco: por optar pelo erro, por ter vindo falar comigo, por ter me dado satisfações sem eu pedir e, pior, por acreditar que eu acreditaria nele. Bobinho.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Há casos em que o cara pode até estar dizendo a verdade, mas difícil é engolir, conhecendo um e outro e como normalmente se comportam. Em certa ocasião soube que um amigo sofrera um acidente. Chocou a família inteira com a quantidade de ferimentos que ganhou no rosto, recebeu a compaixão de muita gente, foi visitado por parentes e tal. Acontece que o marmanjo se esqueceu que mora &lt;st1:personname productid="em Volta Redonda" w:st="on"&gt;em Volta Redonda&lt;/st1:personname&gt; e que aqui, meu querido, anonimato não existe. Não passaram dois dias para a versão real dos fatos chegar a mim (chegou mesmo, sem que eu corresse atrás). Na verdade, o cínico estava com a amante e apanhou do marido dela. E a mulher do meu amigo, aquela santa (espero que não seja!).&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Bem fazem aqueles que se deslocam pra bem longe pra cair na esbórnia. Conheço histórias de maridos errantes que se deliciam em leitos alheios no Rio, em São Paulo e até &lt;st1:personname productid="em Belo Horizonte. Mulheres" w:st="on"&gt;&lt;st1:personname productid="em Belo Horizonte." w:st="on"&gt;em Belo Horizonte.&lt;/st1:personname&gt; Mulheres&lt;/st1:personname&gt; também. Maridos com dupla opção sexual também. Uma amigo gay já me relatou o (des)encontro que teve com um conhecido aqui da cidade, montado de Drag, curtindo uma festinha privê numa cidade próxima. Outro indivíduo eu mesma vi, numa choperia no Rio. Falava grosso para amigos e família desta cidade operária, mas ficou verde quando percebeu que eu o observava, numa mesa com mais meia dúzia de amigos gays, todos muito à vontade, e ele, falando mais fino que a própria noiva.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Meu amigo que citei no início desta conversa foi atrás de uma vida de anônimo em Sampa, mas aposto que esta condição durou muito pouco. No máximo vive lá o que nós daqui não ficamos sabendo. Portanto, é necessário pisar em ovos, se a escolha pelo erro for inevitável. Nem é preciso um Big Brother para saber que sua rotina é vigiada, sempre. Mesmo se for popular apenas virtualmente. Há uma teoria que fala da possibilidade de que todo mundo conheça todo mundo, a partir da sua rede de amigos pessoais. Acredito nisso.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5388429033246593709-6227632794944874752?l=www.giovanadamaceno.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.giovanadamaceno.com/feeds/6227632794944874752/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5388429033246593709&amp;postID=6227632794944874752' title='10 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/6227632794944874752'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/6227632794944874752'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.giovanadamaceno.com/2011/09/anonimo-na-balada.html' title='Anônimo na balada?'/><author><name>Giovana Damaceno</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13541132833983084068</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-yKZXBeBC2dM/TpeNZJ6rouI/AAAAAAAAFvI/Jp7teHHbXLg/s220/corte%2B6.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/--aVcbAIXP1s/Tnd0HHXRA_I/AAAAAAAABhM/l15HCLOkJ0I/s72-c/an%25C3%25B4nimo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>10</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5388429033246593709.post-5838059158746666943</id><published>2011-09-15T13:34:00.000-03:00</published><updated>2011-09-15T13:34:27.360-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pessoal'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>Sobre desejos contidos e realizações</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-zBJ6W1taE2Y/TnIo0VSMwtI/AAAAAAAABg8/h2GYkXvIX1c/s1600/coisas+novas.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="131" src="http://2.bp.blogspot.com/-zBJ6W1taE2Y/TnIo0VSMwtI/AAAAAAAABg8/h2GYkXvIX1c/s200/coisas+novas.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;O cara mal me conhece e me convida para mostrar suas roupas, as que está confeccionando para se apresentar &lt;st1:personname productid="em shows. Mal" w:st="on"&gt;em shows. Mal&lt;/st1:personname&gt; arranha um violão, decidiu que agora é compositor de música sertaneja, pretende encarar os palcos e ainda gravar um DVD. Não aparenta ter mais que 45 anos, é comerciante, casado, com filhos. Escutei – apenas escutei – toda a fala dele; não saberia mesmo o que dizer, tamanha a minha surpresa, ou incredulidade. Disse que a vida inteira sonhou ser cantor e que agora decidira pelo menos tentar e que estava muito feliz por ganhar coragem pra tentar. Contou do apoio da mulher e do resto da família e dizia tudo isso me mostrando as camisas coloridas que está confeccionando para brilhar como a mais nova voz sertaneja da região.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Em princípio achei aquilo tudo uma maluquice, claro. Por isso nem consegui emitir opinião ou qualquer comentário. O sujeito estava numa empolgação danada, me dando tanta importância, que não pude expressar reação. Apenas perguntei que material era aquele u&lt;st1:personname w:st="on"&gt;sa&lt;/st1:personname&gt;do para decorar (?) as roupas. “Cola especial para tecidos”. “Ah, tá.” Saí da loja meio desconcertada e passei as horas seguintes pensando nele, claro. E da incredulidade passei à admiração, talvez certa inveja. Ele estava tentando concretizar um sonho, sentia-se vitorioso por decidir ao menos tentar, estava muito entusiasmado com a novidade que trouxera para sua rotina de comerciante de bairro. Ele estava feliz.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Que faço eu para ser feliz? Que faz você? O que realmente fazemos por nós? Alguma tentativa ao menos?&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Escamoteamos nossos desejos mais profundos em nome de comportamentos, posicionamentos ou posturas impostas por educação familiar repressiva, além do que nos exige a convivência &lt;st1:personname productid="em sociedade. Ninguém" w:st="on"&gt;em sociedade. Ninguém&lt;/st1:personname&gt; quer pagar mico, chamar a atenção, se expor. Outros motivos são a preguiça, o orgulho, a timidez (filha do orgulho), falta de tempo (ou incapacidade de fazer tempo). E quando alguém toma a coragem de realizar algo extraordinário simplesmente porque está a fim, ouve no mínimo um ‘cruz credo, tá doido!”. Isso se chama interpelação. Não fazemos, não temos coragem, mas não gostamos que o outro faça, nos sentimos interpelados por isso.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;O cara me interpelou. Não que tenha vontade de ser cantora, muito menos sertaneja, mas me perguntei o que estou fazendo por mim. Sem nenhuma ponta de egoísmo. Pergunto-me o que faço além de trabalhar e tocar a rotina doméstica. Faço terapia, frequento salão, tomo minha cerveja em casa, eu comigo. São coisas do dia a dia que faço por mim. E...&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Minha prima faz teatro (acho que ainda faz). Deve estar com quase 70 anos e escolheu ser atriz na terceira idade, depois de se aposentar e ver sua filha adulta e independente. E a fala dela foi “agora vou fazer algo por mim, algo que não tive como fazer antes, vou realizar um sonho”. Já com mais de 50 anos entrou para uma escola de teatro e lá está, curtindo os palcos por aí. É atriz famosa? Não. Foi convidada para novelas na Globo? Também não. Mas está exultante. “Indescritível a sensação de estar num palco, incorporando um personagem, me emocionando e emocionando outras pessoas”. Quanto vale isso?&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Penso muito nestes desejos que acompanham a gente a vida toda e que na maior parte dos casos ficam lá dentro, amarrados a diversos tipos de prisões às quais nos submetemos. Tenho o péssimo hábito de lamentar por tudo o que não fiz, as oportunidades que não aproveitei, as chances que não me foram dadas. Mas algumas pessoas despertam depois que levam certos sustos e o câncer curado ainda me sacode. Ter uma doença grave nos põe diretamente em contato com a realidade, a de que ali na frente há um fim, ou pelo menos uma transição, e que podemos, sim, fazer algo mais, sempre. E tenho pensado seriamente no que posso fazer a partir de agora.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;O maridão foi ao Desfile Cívico no dia 7 de setembro. &lt;st1:personname productid="Em Volta Redonda" w:st="on"&gt;Em Volta Redonda&lt;/st1:personname&gt;, onde moro, há milhares de idosos atendidos pelos programas sociais da prefeitura. E estes idosos desfilam orgulhosamente, todos os anos. Não costumávamos dar a devida importância a isso, exceto por valorizar a inclusão. Mas, pensando bem, por maior que seja a interpelação que provocam, eles estão fora de casa, estão realizando, optaram por ser felizes, mesmo sabendo que pode lhes restar pouco tempo para curtir tudo o que gostariam. Porém curtem o que há. Escolheram viver. E estes mesmos idosos ainda participam do Bloco da Vida, que se apresenta anualmente no carnaval da cidade, com direito a carro alegórico, passistas, destaques, salto alto e perna de fora.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Ontem mais um amigo se foi. O tipo de amigo que a gente pensa que nunca vai morrer e quando morre, mais que tristes, nos deixa chocados. “Fulano, morto?” E a lembrança que tenho dele é a da alegria plena. Não posso afirmar que era feliz, mas nas ocasiões em que nos encontrávamos, sempre estava bem, alegre, pra cima e transmitia isso a quem estivesse por perto. Impossível estar com ele sem dar muitas risadas. E agora não sei se lamento sua partida ou se me conformo e digo “este viveu”, pois pra mim é assim que vale a pena viver. Sem alternativa.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5388429033246593709-5838059158746666943?l=www.giovanadamaceno.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.giovanadamaceno.com/feeds/5838059158746666943/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5388429033246593709&amp;postID=5838059158746666943' title='11 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/5838059158746666943'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/5838059158746666943'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.giovanadamaceno.com/2011/09/sobre-desejos-contidos-e-realizacoes.html' title='Sobre desejos contidos e realizações'/><author><name>Giovana Damaceno</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13541132833983084068</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-yKZXBeBC2dM/TpeNZJ6rouI/AAAAAAAAFvI/Jp7teHHbXLg/s220/corte%2B6.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-zBJ6W1taE2Y/TnIo0VSMwtI/AAAAAAAABg8/h2GYkXvIX1c/s72-c/coisas+novas.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>11</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5388429033246593709.post-909088530674773818</id><published>2011-09-12T14:13:00.000-03:00</published><updated>2011-09-12T14:13:57.185-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pessoal'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Saúde'/><title type='text'>Cheiro de cinzeiro</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal"&gt;Fumar é gostoso, é uma delícia. Quem já fumou ou fuma sabe o quanto é prazeroso acender um cigarro após uma refeição, um cafezinho ou acompanhando a cerveja, de preferência numa roda de amigos, com um bom bate-papo. Ou à noite, em casa, depois de um dia cansativo, é muito relaxante.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/--L9lwwgNDIM/Tm49cKvdRDI/AAAAAAAABgc/MqqpKiJwZj4/s1600/fig_mau_cheiro.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="133" src="http://1.bp.blogspot.com/--L9lwwgNDIM/Tm49cKvdRDI/AAAAAAAABgc/MqqpKiJwZj4/s200/fig_mau_cheiro.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Parei de fumar há nove anos. Após minha irmã mais velha morrer de câncer e de uma grande amiga ser diagnosticada com o mesmo problema, desisti deste troço. Em questão de minutos, puxar fumaça, tragá-la e soltá-la já não fazia mais sentido (quando faz?). Guardei o último cigarro para após o almoço, fumei-o com bastante prazer e disse: foi o último. E foi mesmo. Tive alucinações durante uma semana, mas ainda bem que não desanimei.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Já fazia uso de cigarros regularmente há muitos anos. Era um maço por dia, em dias normais, fora festas e outros encontros regados à cerveja. Comecei bem jovem, por volta dos 16 anos, com uma amiga da mesma idade que já fumava na época. Achava aquilo bonito, charmoso e quis fazer parte do time. Em casa, meu pai, minha mãe e duas irmãs também fumavam. Inicialmente foi uma brincadeira, mas não demorou muito e o maço de cigarros estava na bolsa.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Hoje, quase dez anos depois, não chego a ser a ex-fumante chata de quem todo fumante reclama. Mas, sem colocar cigarro na boca há tanto tempo posso sentir de longe os efeitos do vício e dizer do meu incômodo quando há alguém fumando por perto. Às vezes a pessoa nem precisa estar com um cigarro aceso, como o fato que ocorreu minutos antes de eu me sentar para escrever esta crônica.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Saí do restaurante logo depois do almoço e passei por uma mulher. Ela fedia. Isso mesmo, fedia. Só de passar por mim pude sentir o odor forte de quem fuma e fuma muito. É aquele típico cheiro de cinzeiro lotado de guimbas, de que tantas pessoas não fumantes reclamavam quando estavam perto de mim. E elas estavam cobertas de razão, argh!&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Infelizmente ou felizmente não consigo mais estar no mesmo ambiente que um fumante; é impossível suportar o (mal) cheiro. O cabelo fede, a roupa fede, a pele fede, o ambiente inteiro fica contaminado. Sem contar os que tentam caprichar no perfume e tornam a situação ainda mais insuportável com a mistura de odores que criam. E a maioria dos fumantes, sinceramente, sem ofensas, é mal educada; o vício torna o ser humano egoísta, pois satisfazer a vontade de fumar torna-se prioridade, acima de qualquer noção de direitos e deveres, bom comportamento, elegância ou respeito ao espaço do outro. Lembro que também já fui assim e ao mesmo tempo em que me odeio por isso, fico feliz por não provocar mal estar em mais ninguém. Não por isso.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Frequentar bares e restaurantes onde o fumo era permitido era um martírio. Chegava em casa e arrancava a roupa imediatamente. Até peças íntimas cheiravam a cigarro. E a cada vez que isso acontecia, o estabelecimento era retirado do meu roteiro de diversão. Depois que foi sancionada a &lt;a href="http://www.riosemfumo.rj.gov.br/site/conteudo/index.asp"&gt;Lei Estadual&lt;/a&gt; que proíbe o fumo em ambientes total ou parcialmente fechados de uso coletivo, gradualmente os não fumantes voltaram a ter ambientes respiráveis. Claro que nem todo mundo respeita ou faz a lei ser respeitada. Já saí de bar &lt;st1:personname productid="em Volta Redonda" w:st="on"&gt;em Volta Redonda&lt;/st1:personname&gt; ou mudei de lugar por causa de fumantes e os garçons e respectivas gerências sem se tocar para o problema. E isso foi recente.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Fumar é um vício e como tal deve ser tratado como doença. Há nove anos não fumo, não gosto de cheiro de cigarro, a fumaça me incomoda demais. Porém, não se fica livre assim tão fácil. Há momentos em que ainda me lembro do cigarro como sinônimo de prazer, sem contar as inúmeras noites em que sonho estar tragando um recém-tirado do maço. Mas prefiro assim, com a saúde em perfeitas condições, hálito fresco, sempre perfumada e muito importante: sem causar enjoos a ninguém.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5388429033246593709-909088530674773818?l=www.giovanadamaceno.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.giovanadamaceno.com/feeds/909088530674773818/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5388429033246593709&amp;postID=909088530674773818' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/909088530674773818'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/909088530674773818'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.giovanadamaceno.com/2011/09/cheiro-de-cinzeiro.html' title='Cheiro de cinzeiro'/><author><name>Giovana Damaceno</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13541132833983084068</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-yKZXBeBC2dM/TpeNZJ6rouI/AAAAAAAAFvI/Jp7teHHbXLg/s220/corte%2B6.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/--L9lwwgNDIM/Tm49cKvdRDI/AAAAAAAABgc/MqqpKiJwZj4/s72-c/fig_mau_cheiro.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5388429033246593709.post-2556036165172912598</id><published>2011-09-11T00:10:00.001-03:00</published><updated>2011-09-14T15:44:45.736-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cultura'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Educação'/><title type='text'>O amigo oculto do diabo</title><content type='html'>Dei aulas no curso de &lt;a href="http://www.unifoa.edu.br/portal_ensino/comunic_jornal/jornal.asp"&gt;Jornalismo do UniFOA&lt;/a&gt; durante três semestres. Depois, por motivos ultrapessoais, parei. E nestes três semestres convivi com uma safra rara de alunos dedicados, hoje colegas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dois deles, Amanda Canuto e Marcos Pires, fazem atualmente&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.blogger.com/goog_467764868"&gt;Especialização em&amp;nbsp;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white;"&gt;&lt;a href="http://www.petfacom.ufjf.br/postvmd/"&gt;TV, Cinema e Mídias Digitais&lt;/a&gt; da Universidade Federal de Juiz de Fora e me presentearam com o primeiro curta produzido no curso.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white;"&gt;Com vocês, &lt;i&gt;O amigo oculto do diabo&lt;/i&gt;:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOGGER-youtube-video" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0" data-thumbnail-src="http://2.gvt0.com/vi/CJBqtJwIn2o/0.jpg"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/CJBqtJwIn2o&amp;fs=1&amp;source=uds" /&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF" /&gt;&lt;embed width="320" height="266"  src="http://www.youtube.com/v/CJBqtJwIn2o&amp;fs=1&amp;source=uds" type="application/x-shockwave-flash"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOGGER-youtube-video" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0" data-thumbnail-src="http://1.gvt0.com/vi/DcS5nZ30A4E/0.jpg"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/DcS5nZ30A4E&amp;fs=1&amp;source=uds" /&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF" /&gt;&lt;embed width="320" height="266"  src="http://www.youtube.com/v/DcS5nZ30A4E&amp;fs=1&amp;source=uds" type="application/x-shockwave-flash"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5388429033246593709-2556036165172912598?l=www.giovanadamaceno.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.giovanadamaceno.com/feeds/2556036165172912598/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5388429033246593709&amp;postID=2556036165172912598' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/2556036165172912598'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/2556036165172912598'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.giovanadamaceno.com/2011/09/o-amigo-oculto-do-diabo.html' title='O amigo oculto do diabo'/><author><name>Giovana Damaceno</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13541132833983084068</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-yKZXBeBC2dM/TpeNZJ6rouI/AAAAAAAAFvI/Jp7teHHbXLg/s220/corte%2B6.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5388429033246593709.post-6362705293546833988</id><published>2011-09-07T17:48:00.000-03:00</published><updated>2011-09-07T17:48:37.170-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Política'/><title type='text'>Chamou a Veja de minha querida, pelamordedeus!</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal"&gt;Sou apartidária. Não apolítica. O indivíduo que se diz apolítico está perdido no mundo. Sou apartidária. Não tenho ligação alguma a partido. Prefiro minha liberdade de pensar, opinar, agir, votar, reclamar, esbravejar, sem obrigação de lealdade a nenhum tipo de ideologia escrita num papel. Posso exercer minha cidadania perfeitamente sem estar atrelada a uma sigla qualquer. Porém, tenho opinião. Tenho convicções. Princípios. Demandas. Estudo, leio, compreendo meu papel social e tento exercê-lo na medida do possível, defendo uma sociedade igualitária, com acesso a tudo o que é direito e livre de tudo o que não presta. O que não tolero é radicalismo e um monte de outras coisas que terminam em ismo e que, para mim, parecem doença.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-ojgPDsShbaE/TmfYeR7iHlI/AAAAAAAABgY/eG5pOW7CR9c/s1600/calaboca.png" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="165" src="http://2.bp.blogspot.com/-ojgPDsShbaE/TmfYeR7iHlI/AAAAAAAABgY/eG5pOW7CR9c/s200/calaboca.png" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Topei com um sujeito esta semana que só não me tirou do sério porque a pessoa aqui anda muitíssimo calma e tem preferido o silêncio apaziguador. Mas estava lá, sentadinha no meu canto, sozinha na sala de espera da oficina mecânica, quando entrou um cidadão esbaforido, andando rápido (pela aparência geral me lembrou a Formiga Atômica), um poço de ansiedade. Falava alto, muito cheio de si, como se o mundo estivesse andando para trás; só ele para frente. Olhei, “boa tarde”, continuei em silêncio. E nos 25 minutos seguintes ele falou. Falou. E falou. “Não gosto de acordar cedo, não faço nada que tenha horário fixo marcado, odeio agenda, se chegar atrasado na minha ginástica eles deixam eu fazer assim mesmo, porque sou amigo de todo mundo...”.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Professor aposentado, hoje vendedor, percorre toda a região oferecendo suas representações (como, sem cumprir horários?). Viajara naquele dia, mas o ônibus estava lotado e ele, de pé, não pode ler a sua revista Veja. Engoli em seco. “O cara é leitor de Veja; isso não vai acabar bem”, pensei. Afinal, a tal revista é hoje, para mim, o que a imprensa nacional tem de mais reacionário e vil, e o indivíduo a chamou de “minha querida Veja”. Com este carinho todo, ai ai, meu Deus! O que ainda poderia vir daquela conversa?!&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Chato profissional. Imaginei que em instantes ele tiraria do bolso uma carteirinha da Associação Internacional dos Chatos muitos Chatos, com sede na Tonga da Mironga. Abriu o jornal em cima da mesa e desfechou uma saraivada de impropérios ao ver as notícias dos feitos do governo federal; disse que adoraria fazer um mestrado em ciência política, mas que acabaria travando uma guerra, pois não conseguiria conviver com os professores, já que “todo este pessoal de universidade é petista”; se disse muito político, que gosta de debater política, “como isso o que estamos fazendo aqui”. E eu em estrito silêncio, só olhando para a cara dele, até assustada com tanto falatório sem trégua. O pior é que ele é do tipo que fala, expressa sua opinião, é radical, inflexível e pensa que seu interlocutor concorda com tudo o que diz. Ou seja, pensa que ele é o máximo!&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Por fim, cansei de ouvir tanta bobagem. Aproveitei que meu carro estava liberado e me levantei. Fui saindo com meu silêncio e ele não se deu por vencido. Veio atrás de mim, falando alto e balançando os braços (para mim parecia que agitava a bandeira da irracionalidade, credo!).&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Propositalmente não revelei aqui a que partido político o sujeito pertence (sim, ele disse que pertence a um partido), justamente porque prefiro manter esta conversa no tom apartidário. Exatamente porque quero dizer que educação e elegância independem de qualquer posicionamento político. O cidadão tem, antes de tudo, a obrigação de ser educado, de ter uma postura no mínimo elegante, um comportamento em sociedade que garanta o seu espaço e o espaço do outro. O que adianta ser desse e de outro partido se não consegue ser humano, respeitar o ambiente coletivo, a opinião alheia? O que adianta ser partidário se na sua fala se observa claramente que não lê, não estuda, demonstra nível zero de informação? E estou falando aqui de um ser que se diz professor! Ô dó!&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Entrei no carro, respirei fundo e pensei no tantão de gente por aí que pensa como ele, age como ele, cria filhos e os coloca no mundo para fazer e falar um monte de bobagens, como ele. Pensei nos milhares de pessoas que estão aí pelas ruas, nos escritórios, nas salas de aula, nos bares, na vida pública, apenas vivendo, sugando do mundo e dos outros tudo o que podem para seu próprio bem estar, sem oferecer nada à coletividade, falando alto, bradando aos ventos, cheios de razão, e de vazio.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5388429033246593709-6362705293546833988?l=www.giovanadamaceno.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.giovanadamaceno.com/feeds/6362705293546833988/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5388429033246593709&amp;postID=6362705293546833988' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/6362705293546833988'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/6362705293546833988'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.giovanadamaceno.com/2011/09/chamou-veja-de-minha-querida.html' title='Chamou a Veja de minha querida, pelamordedeus!'/><author><name>Giovana Damaceno</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13541132833983084068</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-yKZXBeBC2dM/TpeNZJ6rouI/AAAAAAAAFvI/Jp7teHHbXLg/s220/corte%2B6.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-ojgPDsShbaE/TmfYeR7iHlI/AAAAAAAABgY/eG5pOW7CR9c/s72-c/calaboca.png' height='72' width='72'/><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5388429033246593709.post-7549140756251333301</id><published>2011-09-05T12:29:00.000-03:00</published><updated>2011-09-05T12:29:10.093-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pessoal'/><title type='text'>Histórias decompostas</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal"&gt;Li recentemente num livro a expressão ‘histórias decompostas’. O autor apenas cita, sem explicar do que se trata, algo que a personagem pensa, ou lembra, aleatoriamente, sem verbalizar. Gostei da expressão. Naquele momento, ou melhor, naquele dia, estas duas palavras juntas queriam me dizer alguma coisa em especial.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-V0iFntAxAfU/TmTqpY6Y5_I/AAAAAAAABgM/6NXrilUB1ps/s1600/caminho2.JPG" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://2.bp.blogspot.com/-V0iFntAxAfU/TmTqpY6Y5_I/AAAAAAAABgM/6NXrilUB1ps/s200/caminho2.JPG" width="155" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Encostei o livro no joelho e vaguei por histórias que são decompostas pelo evento morte, que ceifa de repente planos e sonhos. Histórias de famílias, decompostas pelo mesmo evento, pois que são diluídas e têm que se recompor, de outra forma, para construir uma nova história. Há também outras histórias, decompostas por sofrimentos inúmeros, de inúmeras formas, de inúmeros desfechos. Histórias decompostas pelos desentendimentos, pelas incompreensões, pelas separações.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Mais uma vez em pouquíssimo tempo assisti ao encerramento de uma história de vida. Mulher cheia de disposição, pouco mais de cinquenta, mãe, filha, irmã, amiga. Conheci desde criança. Não vivia próxima, mas estava sempre por perto. Sua partida desta existência foi um susto e lá estávamos nós, família e amigos, diante daquela cena de despedida, que não queremos, mas queremos que acabe logo.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Apesar de espírita e de crer que somos espíritos imortais, ainda acho um tanto surreal enterrar um corpo com o qual convivi. É estranhíssima a sensação ao vê-lo inerte, coberto por flores, dentro de uma caixa de madeira, que é colocada no fundo de um buraco e terra por cima. Entro lá no meu mais fundo possível para tentar encontrar explicação para isto que sinto além da tristeza e do choque pela perda. Não vejo nada. Nem escuto. Restabeleço força e coragem (Deus! De onde vem isso?!) para dizer a mim tudo o que aprendi com a vida (pouco?!) até agora. Viro as costas, volto para casa. Ela não existe mais; pelo menos não aqui. Como assim?&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Este foi o dia em que li a expressão ‘histórias decompostas’, à noite, na minha cama, pouco antes de dormir. Ali estava se decompondo mais uma história (além do corpo). Ela própria, espírito imortal, encerrava uma etapa (ou parte da sua história) para recomeçar lá, na outra dimensão. E nós, amigos e família, recomeçamos as nossas logo que atravessamos o portão. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Histórias são decompostas todos os dias. O corpo se decompõe todos os dias. Nascemos e morremos todos os dias. E o que aprendo com isso? A viver.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5388429033246593709-7549140756251333301?l=www.giovanadamaceno.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.giovanadamaceno.com/feeds/7549140756251333301/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5388429033246593709&amp;postID=7549140756251333301' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/7549140756251333301'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/7549140756251333301'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.giovanadamaceno.com/2011/09/historias-decompostas.html' title='Histórias decompostas'/><author><name>Giovana Damaceno</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13541132833983084068</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-yKZXBeBC2dM/TpeNZJ6rouI/AAAAAAAAFvI/Jp7teHHbXLg/s220/corte%2B6.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-V0iFntAxAfU/TmTqpY6Y5_I/AAAAAAAABgM/6NXrilUB1ps/s72-c/caminho2.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5388429033246593709.post-1506627140878465676</id><published>2011-09-01T01:26:00.000-03:00</published><updated>2011-09-02T12:23:56.566-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ambiente'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cidade'/><title type='text'>Pelo Direito dos Animais</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;Direito mesmo, juridicamente falando&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Já fui chamada de nomes diversos por defender os direitos dos animais. Já ouvi coisas do tipo “só gosta de cachorrinho, não gosta de gente”, “deveria se preocupar com as criancinhas abandonadas”, “gente louca, histérica”, “carente, deve chamar cachorro de meu filho”, fora aquele povo criminoso que organiza, realiza e aplaude rodeio. Esses, então, são muito criativos na hora de defender o próprio direito de encher o bolso de dinheiro em detrimento da decência.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Isso mesmo. Decência. Porque na minha opinião não é decente amarrar um boi pelo saco e fazê-lo saltar numa arena; não é decente prender bicho que voa em gaiola; não é decente abandonar cão na rua por qualquer motivo; não é decente caçar animal, em nenhuma hipótese; não é decente retirar qualquer animal de seu habitat para criá-lo em cativeiro; não é decente utilizar animal em experiência científica; não é decente vender ou comprar animal; não é decente levar um cachorro para casa e mantê-lo preso a uma corrente no fundo do quintal ou no banheiro do apartamento; não é decente permitir que a população animal cresça desenfreadamente, sofrendo todo tipo de crueldade pelas ruas, sem políticas públicas adequadas de saúde e defesa, como estabelece a legislação; não é decente virar as costas e dizer que o problema é de qualquer outro, menos seu.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Ainda bem que o mundo evolui, muitas pessoas estudam, se informam, e começam a entender que animal, sim, tem direitos, da mesma forma que nós, humanos. Por um motivo bem simples: são seres vivos, como nós, que sentem dor, medo, frio, fome. Muitos deles têm uma inteligência notável e são capazes de sentimentos que os ditos animais racionais sequer passariam perto. E há leis que deveriam protegê-los e toda uma discussão ética em torno do que se pensa sobre bichos e a quantidade de atrocidades praticadas contra eles em pleno século 21.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;E é para falar destes direitos que o grupo Vira-Lata, numa iniciativa inédita em Volta Redonda/RJ, realiza o primeiro Seminário de Direitos dos Animais da cidade. Serão 20 horas de debates, divididas entre amanhã e sábado, 2 e 3 de setembro, no Cine Teatro Gacemss. O encontro tem a co-realização do &lt;a href="http://www.unifoa.edu.br/"&gt;UniFOA&lt;/a&gt;, além de patrocínio e apoio de diversas instituições e empresas da região e traz para discutir o tema acadêmicos de universidades como UFRRJ, PUC-RJ, PUC-SP, Unirio, Unicamp, Unesp, e ainda profissionais atuantes no Ministério Público e Promotoria de Justiça do Estado de São Paulo.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Meio complicado dizer que todo este pessoal aí se preocupa com animal porque não tem outra coisa pra fazer, né? Trata-se de gente séria, que entende a causa animal como um problema socioambiental, portanto, de interesse público, no qual toda a sociedade deveria se envolver. Haverá palestras sobre o que fazer em situações de abuso e crueldade, a exploração dos animais em rodeios, visão biocêntrica dos direitos dos animais, exibição de documentários seguidos de debates.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;O seminário é aberto a estudantes de direito, advogados, defensores de animais e simpatizantes da causa. Não é necessário ser da área jurídica para se inscrever. A entrada é franca e as inscrições podem ser feitas pelo site do &lt;a href="http://www.vira-lata.net/"&gt;Vira-Lata&lt;/a&gt;, onde também está a programação completa.&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-byLPZTvbeio/Tl7R3wXoepI/AAAAAAAABgA/DEZeRjM546c/s1600/semin%25C3%25A1rio2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="640" src="http://3.bp.blogspot.com/-byLPZTvbeio/Tl7R3wXoepI/AAAAAAAABgA/DEZeRjM546c/s640/semin%25C3%25A1rio2.jpg" width="456" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5388429033246593709-1506627140878465676?l=www.giovanadamaceno.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.giovanadamaceno.com/feeds/1506627140878465676/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5388429033246593709&amp;postID=1506627140878465676' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/1506627140878465676'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/1506627140878465676'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.giovanadamaceno.com/2011/09/pelo-direito-dos-animais.html' title='Pelo Direito dos Animais'/><author><name>Giovana Damaceno</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13541132833983084068</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-yKZXBeBC2dM/TpeNZJ6rouI/AAAAAAAAFvI/Jp7teHHbXLg/s220/corte%2B6.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-byLPZTvbeio/Tl7R3wXoepI/AAAAAAAABgA/DEZeRjM546c/s72-c/semin%25C3%25A1rio2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5388429033246593709.post-1298154700236968629</id><published>2011-08-31T12:41:00.001-03:00</published><updated>2011-08-31T22:06:45.557-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pessoal'/><title type='text'>Sessão nostalgia com Everybody's talking</title><content type='html'>No último fim de semana acompanhei o maridão numa sessão nostalgia no You Tube. Jovem na década de 60, ele curtiu coisas que&amp;nbsp;eu, criança, conheci no colo dos irmãos maiores. Como algumas músicas, que hoje temos oportunidade de lembrar ouvindo uma FM&amp;nbsp;local,cuja programação privilegia sucessos prá lá de mais velhos que eu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E a pessoa anda nostálgica mesmo. Não pode se dar ao luxo de se deliciar com tais músicas, sob pena de cair num choro&amp;nbsp;copioso, ao recordar o embalo do sono num colinho muito especial sempre à disposição, desde a infância até pouco mais de um&amp;nbsp;ano atrás.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No fim de semana ouvi exaustivamente &lt;i&gt;Everybody's talking&lt;/i&gt;, na voz de Harry Nilsson. Enquanto lia, o maridão clicava no play a&amp;nbsp;cada vez que o vídeo chegava ao fim. E não contente em apenas escutar e assistir, acompanhava ao violão. Tentei ao máximo&amp;nbsp;abstrair, mergulhando profundamente na narrativa de Roberto Bolaño em &lt;i&gt;2666&lt;/i&gt;, mas foi inevitável aquela sensação de dor. Mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém, o vídeo em preto e branco que mostra Nilsson no que hoje chamaríamos de cafona, além de me levar de volta a dias que&amp;nbsp;não voltam, também me levou a passear por momentos incríveis dos tempos de menina. Almoços em família; brincadeiras com a&amp;nbsp;melhor amiga da época; choro no colo com febre de sarampo; o padrinho à porta chegando para a festa de aniversário; o&amp;nbsp;vestidinho vermelho feito pela minha mãe com um elefante aplicado no peito; o velocípede; a primeira bicicleta; espera na&amp;nbsp;fila da doutora Efigênia, que tratava das minhas alergias de pele; minha mãe insistindo para que eu comesse (não tinha fome,&amp;nbsp;acredite!); o leite morno na hora de dormir (ou já dormindo).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora um pouco triste com os motivos que me fazem lembrar tanta coisa, é bom falar sobre isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;object class="BLOGGER-youtube-video" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0" data-thumbnail-src="http://1.gvt0.com/vi/2AzEY6ZqkuE/0.jpg" height="266" width="320"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/2AzEY6ZqkuE&amp;fs=1&amp;source=uds" /&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF" /&gt;&lt;embed width="320" height="266"  src="http://www.youtube.com/v/2AzEY6ZqkuE&amp;fs=1&amp;source=uds" type="application/x-shockwave-flash"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5388429033246593709-1298154700236968629?l=www.giovanadamaceno.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.giovanadamaceno.com/feeds/1298154700236968629/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5388429033246593709&amp;postID=1298154700236968629' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/1298154700236968629'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/1298154700236968629'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.giovanadamaceno.com/2011/08/sessao-nostalgia-com-everybodys-talking.html' title='Sessão nostalgia com Everybody&apos;s talking'/><author><name>Giovana Damaceno</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13541132833983084068</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-yKZXBeBC2dM/TpeNZJ6rouI/AAAAAAAAFvI/Jp7teHHbXLg/s220/corte%2B6.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5388429033246593709.post-1541926858963291985</id><published>2011-08-29T01:15:00.001-03:00</published><updated>2011-08-29T01:15:00.289-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>Rapaziada sem noção</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;O casal entrou na boate abraçado, parecia feliz, apaixonado, e empolgado com a noite que estava para começar. Quando entraram só vi os rostos; conforme foram se aproximando pude observá-los de corpo inteiro e uma surpresa me tomou. Fiquei sem saber se ria ou se me enraivecia com aquela imagem. Até meu filho me cutucou “mãe, olha isso!”. Já observara situações semelhantes antes, mas numa casa noturna, madrugada de sábado para domingo, ainda não.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-RMIBnHliUZs/TlnHdVrzq4I/AAAAAAAABf8/TFGY6i4BfD0/s1600/sem+no%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="136" src="http://2.bp.blogspot.com/-RMIBnHliUZs/TlnHdVrzq4I/AAAAAAAABf8/TFGY6i4BfD0/s200/sem+no%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;A jovem mulher usava vestido preto, justo, curto acima dos joelhos, meia-calça preta rendada, sapato de salto fino muito alto, bolsa pequena de balada, cabelos pretos, longos, escovados, muito bem maquiada. O rapaz, de tênis esportivo surrado, bermuda florida(!) e camiseta de time de futebol desbeiçada na bainha, ou seja, pra lá de velha. Detalhe: aquela noite estava fria, muito fria. Percebe o desacordo?&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Se alguém não consegue ver um problema nesta relação, creio que devo estar louca ou no mínimo não entender nadica de elegância. Se um namorado meu chegasse à minha porta para me buscar à noite vestido deste jeito, simplesmente diria “vá sozinho”. Sem noção é pouco para definir alguém que demonstre tamanha desconsideração com a companheira. Não que a aparência, a roupa ou o que for de apetrecho externo seja fundamental para apresentar-se às relações interpessoais, mas daí a pensar que não deveria ao menos vestir uma calça e uma camisa de algodão para levar a namorada a passeio é um pouco demais. E a imagem dos dois juntos era algo estranhíssimo!&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Penso na situação oposta: será que ele encararia na boa encontrá-la de sandália rasteira surrada, camiseta desbotada, short caseiro, cabelo despenteado, para acompanhá-lo na noite? Afinal, há muita exigência (exageradíssima, diga-se) quanto à aparência feminina; exigência típica da nossa cultura machista, por isso sinto-me no direito de criticar esta rapaziada. O que faz um homem pensar que pode servir de companhia a uma mulher, quase vestido de pijama? Pois é esta a visão que tenho de centenas de casais que passam por mim no dia a dia, principalmente nos fins de semana, quando disponho de um tempinho para flanar por aí.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Dias atrás, ao sair da academia, disse ao meu filho “vá direto pra casa; nada de passar na casa da namorada agora, você tem de estudar”. Ao que ele respondeu “mãe, acha que endoidei? Pensa que passaria na casa dela assim, suado, com esta camiseta horrorosa? Ela merece mais consideração”. Meu filho tem apenas 13 anos. Nunca precisei dizer nada a ele a respeito. Captou a mensagem sozinho, ao observar comportamentos alheios.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Sem fazer apologia aos excessos com o corpo e vestuário, que hoje são uma prisão para muita gente, aprendi com um pai muito elegante que respeito ao outro também se demonstra no vestir. E meu pai era um homem simples, de pouco estudo, mas saía à rua sempre com uma camisa passada e sapatos. Sem camisa, jamais.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Também nunca precisaram me ensinar, com todas as palavras; aprendi sozinha ou já nasci achando horrenda, por exemplo, a inadequação de um homem sem camisa, dependendo do lugar em que está (para mim, só aceitável se for em ambiente de banho). E a tal da camiseta regata, sem chance. Desconheço algo mais detestável no vestuário masculino.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Pura sorte os homens que passaram pela minha vida não fazerem gosto disso. Creio que por intuição nunca me interessei por alguém que tivesse tais costumes. Aff, seria cansativo ter de dizer ao mocorongo “se você pretende ir com esta roupa, não vai comigo”. Como dizia minha mãe, ao me ensinar a passar batom, “você não tem o direito de assustar as pessoas na rua com esta boca pálida”. Sem exagero. Só um pouquinho de cuidado.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5388429033246593709-1541926858963291985?l=www.giovanadamaceno.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.giovanadamaceno.com/feeds/1541926858963291985/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5388429033246593709&amp;postID=1541926858963291985' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/1541926858963291985'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/1541926858963291985'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.giovanadamaceno.com/2011/08/rapaziada-sem-nocao.html' title='Rapaziada sem noção'/><author><name>Giovana Damaceno</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13541132833983084068</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-yKZXBeBC2dM/TpeNZJ6rouI/AAAAAAAAFvI/Jp7teHHbXLg/s220/corte%2B6.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-RMIBnHliUZs/TlnHdVrzq4I/AAAAAAAABf8/TFGY6i4BfD0/s72-c/sem+no%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5388429033246593709.post-3041996400937552546</id><published>2011-08-24T23:24:00.001-03:00</published><updated>2011-08-26T14:11:33.286-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pessoal'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Saúde'/><title type='text'>Quente, quente, quente</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-qFtoC9dAcFk/TlWxAR8u5sI/AAAAAAAABfw/LUQYmI0xROg/s1600/calor2.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://1.bp.blogspot.com/-qFtoC9dAcFk/TlWxAR8u5sI/AAAAAAAABfw/LUQYmI0xROg/s320/calor2.jpg" width="265" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Calor! Muito calor! Ai, que calor! Nossa, mas está calor aqui, né?! Deus do céu, me dá meu leque! Este lugar é muito quente; não tem ar condicionado? Queria estar em casa, na frente do ventilador. Abre esta janela, por favor, vou morrer de calor aqui! Chega pra lá, está me dando calor... Abana, vai! Ô, meus santos, não poderiam soprar uma brisa?!&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Cansou de ler? Pois é. Imagine eu, que digo tudo isso praticamente todos os dias. Calooor! Uma quentura cruel que ganhei de presente após andar tomando droga pesada, ops, digo, quimioterapia.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Há dois anos ando com leque na bolsa, seja verão ou inverno. Não importa o lugar, se é aberto, fechado, com ar condicionado ou ventilador. Eu sinto calooor, muito calor. Algo raro é alguém me ver agasalhada, com casaco, cachecol e outros acessórios invernais. Se me virem, pode apostar que está muito, muito frio. E eu adoro frio, simplesmente curto um dia nublado de temperatura bem baixa. Mas não há mais estação do ano confortável pra mim, a não ser que andasse dentro de uma caixa com refrigeração, tipo geladeira ambulante.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;As seis sessões de quimioterapia que tomei quando me tratava do câncer de mama interromperam temporariamente minha ovulação, provocando uma menopausa induzida. Certa normalidade já começou a sinalizar por aqui, mas embora os médicos garantam que meus hormônios voltarão a se harmonizar, ainda sofro com ondas de calor intenso, que não estão nem aí para a hora ou local em que pretendem dar o ar da graça. E então, sobram motivos para rir, chorar, espernear, mandar qualquer um para algum lugar do mundo ou fora dele.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Uma pessoa nesta situação precisa ser ou estar só. No carro, por exemplo, exige o ar condicionado ligado, enquanto todos os outros ocupantes tiritam de frio. Em casa, as janelas estão sempre escancaradas e, mesmo em dias frios, está lá, o ventilador ligado, nos momentos em que a quentura é mais incômoda. Engraçado mesmo é na madrugada: a criatura joga as cobertas para o lado e em poucos minutos traz as cobertas de volta. E não é somente uma vez; é a noite toda e, claro, a cada jogada de cobertas para lá ou para cá, acorda. Sem contar o pobre do maridão, que tem que ouvir sempre um “chega pra lá, tô com calooor!”.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;E não é apenas o calor. No meu caso, as ondas são precedidas de um mal estar estranho. O corpo é tomado repentinamente por um desconforto e, em seguida, sinto a nuca e o couro cabeludo pinicarem. Então, começa a esquentar muito, como se minha cabeça estivesse mergulhada no fundo de uma panela de água fervendo. E o resto do corpo entra na onda, suando até as pontas dos dedos dos pés. Este conjunto de sensações dura, ao todo, cerca de cinco minutos e ocorre várias vezes ao dia e à noite.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Escrevi sobre tais calores só porque sonhei que estava em Londres. Sempre disse que gostaria de morar na capital inglesa para ver os dias amanhecerem nublados. E olha que não sou depressiva; na verdade, gosto da tranquilidade que um céu cinza me transmite. E com tanta quentura no corpo poderia ser ótimo morar num lugar onde a temperatura média é de 18 a 22ºC no verão (julho no Brasil). No sonho, me encantei justamente com o clima frio, céu encoberto, grama molhada de orvalho, e dividi meu prazer com o filho e o maridão. Tudo isso aconteceu, com certeza, enquanto o corpo suava no lençol.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5388429033246593709-3041996400937552546?l=www.giovanadamaceno.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.giovanadamaceno.com/feeds/3041996400937552546/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5388429033246593709&amp;postID=3041996400937552546' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/3041996400937552546'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/3041996400937552546'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.giovanadamaceno.com/2011/08/quente-quente-quente.html' title='Quente, quente, quente'/><author><name>Giovana Damaceno</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13541132833983084068</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-yKZXBeBC2dM/TpeNZJ6rouI/AAAAAAAAFvI/Jp7teHHbXLg/s220/corte%2B6.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-qFtoC9dAcFk/TlWxAR8u5sI/AAAAAAAABfw/LUQYmI0xROg/s72-c/calor2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5388429033246593709.post-3489873708401490379</id><published>2011-08-21T20:48:00.003-03:00</published><updated>2011-08-21T23:10:42.812-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pessoal'/><title type='text'>Visitas dominicais</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal"&gt;Procuro no fundo da mente ao menos um sinal que me ajude a descobrir porque aos domingos fico entregue a lembranças. Desde o momento em que acordo até cerrar as pálpebras, é recordação atrás da outra, quase sem pausa. Posso me ocupar, passear, comer fora, ir às compras, realizar qualquer atividade doméstica. Não adianta. Fico à mercê das histórias que vivi desde a infância, pessoas, as que estão por aqui e as que já se foram, conquistas, alegrias, dúvidas, dilemas, decisões erradas, conflitos em família, desentendimentos com amigos, irmãos, colegas de trabalho, passos certos, encontros, conversas de boteco, decepções, frustrações, choro, luto, saudade, quanta saudade...&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Num adorável dia frio e nublado como foi este domingo, em meio a todas as lembranças que me fizeram companhia, uma pessoa voltou da névoa e ficou por aqui. Uma pessoa que também curtia muito um céu encoberto de cinza, este clima meio silencioso, que naturalmente provoca certa hibernação da alma. As músicas que ouvi me reportaram a ela, a roupa que usei, os acessórios que escolhi, os meus cachos, os cremes, o perfume, o que comi no almoço, as falas que conversei, minhas risadas, o móvel que pintei, meu medo atual. O vento que veio à tarde da janela enquanto eu li. E o que eu li quis ler pra ela, contar pra ela. E ela mentalmente me ouviu. E eu ri.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Voltei a escrever depois de alguns dias sem vontade. Nenhuma. E foi a presença dela por perto que me motivou. É isso. Escrevo mesmo que seja pra ela, ou por ela, empurrada pelo incentivo que recebia quando estava por perto de corpo, e me fazia cara feia quando notava que eu não estava fazendo por mim o que deveria fazer. Uma de nossas últimas conversas, olhos nos olhos, foi sobre isso. Ela queria mais de mim, me cobrou, disse que queria me ver diferente do que me via. Prometeu estar presente para dar aquela força. Deve ser por isso que quase pude ver aqueles olhos novamente diante de mim, quando hoje confessei ter escrito nada esta semana por puro desânimo, ou preguiça.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Olho para a janela novamente e já escureceu, percebo que estou com fome, os pés estão gelados, o domingo está quase terminando e daqui a pouco ela irá embora, quando eu entregar meu corpo a Morfeu. Ela e o montão de gente que passou por aqui, nesta cabeça que não parou de lembrar, minuto a minuto do dia.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5388429033246593709-3489873708401490379?l=www.giovanadamaceno.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.giovanadamaceno.com/feeds/3489873708401490379/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5388429033246593709&amp;postID=3489873708401490379' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/3489873708401490379'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/3489873708401490379'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.giovanadamaceno.com/2011/08/visitas-dominicais.html' title='Visitas dominicais'/><author><name>Giovana Damaceno</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13541132833983084068</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-yKZXBeBC2dM/TpeNZJ6rouI/AAAAAAAAFvI/Jp7teHHbXLg/s220/corte%2B6.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5388429033246593709.post-2094093505047702675</id><published>2011-08-16T19:32:00.000-03:00</published><updated>2011-08-16T19:32:24.639-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Educação'/><title type='text'>Mãe é mãe; amigo é amigo</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white;"&gt;Uma senhora me confessou que sente muito por seus filhos não serem seus amigos. Filhos e filhas. Lamentou por ter criado tantos, e no entanto, nenhum lhes devota amizade. Pelo menos não a amizade que ela esperava. Sente mais pelas filhas, com quem para ela seria mais natural desenvolver algo mais além de uma relação filial.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white;"&gt;É uma senhora solitária. Parece que a vida não lhe tem sido muito generosa ultimamente. Porém, nada diferente de outras tantas senhoras que também vivem sozinhas em suas casas ou apartamentos, lúcidas, capazes, têm ou não seus namorados, vivem ou não uma dinâmica familiar intensa. Muitas que conheço até preferem assim, &lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white;"&gt;pois podem desfrutar melhor a liberdade e a independência que só a idade e a experiência proporcionam (quando se tem saúde, claro).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-8esbUHBGIfk/TkrvsFc6N8I/AAAAAAAABfs/Tb4WmRA-Yqk/s1600/m%25C3%25A3e2.gif" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="171" src="http://2.bp.blogspot.com/-8esbUHBGIfk/TkrvsFc6N8I/AAAAAAAABfs/Tb4WmRA-Yqk/s200/m%25C3%25A3e2.gif" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white;"&gt;Por ser também mãe e por estar constantemente ligada no relacionamento com o filhote e como melhorá-lo cada vez mais, leio muito a respeito. Tudo e mais um pouco o que psicólogos, psiquiatras, psicopedagogos, pediatras, educadores divulgam de seus estudos sobre o tema. E a maioria é categórica: pai e mãe são pai e mãe; amigo é amigo. Duas situações bem distintas e que, por mais que se tente, não se fundem. Há, segundo estes especialistas, muita confusão na hora de identificar e separar bem amizade de relação filial; muita gente acaba achando que é possível ser 100% amigo dos filhos, faz um angu de caroço, e sempre dá problema.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="background: white;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="background: white;"&gt;"Pai é genitor, benfeitor, protetor, gerador, a origem. Amigo é uma pessoa a quem somos ligados por identificação, afeição. Os filhos não querem um pai-amigo, porque amigos eles já têm. São aqueles confidentes para questões do dia a dia, com quem tramam suas paqueras, suas saídas, jogam conversa fora", explica a psicóloga Walnei Arenque. Já o psiquiatra Içami Tiba diz que “pai (ou mãe) não pode ser amigo porque não é uma função que se escolhe, e amigo se pode escolher. O filho é filho do pai e tem que honrar os compromissos estabelecidos com ele. Um filho não pode trocar de pai assim como troca de amigo, por exemplo”. E para a psicóloga Ana Cláudia Ferreira de Oliveira, “se os pais se comportam somente como amigos de seus filhos, podemos nos perguntar ‘quem estará fazendo o papel dos&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span style="background: white;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="background: white;"&gt;pais&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span style="background: white;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="background: white;"&gt;em seu lugar?’ E esse é um grande perigo, pois a criança e o jovem precisam de orientação adequada e segura, além de alguém que apenas os ouça e os aconselhe, como um amigo faria”.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="background: white;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="background: white;"&gt;Há, portanto, que haver equilíbrio nestas relações, por isso &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="background: white;"&gt;entendo perfeitamente o que aquela senhora quis dizer e o que esperava dos filhos e filhas. Queria-os mais próximos, convivendo mais intimamente, trocando conversas, confidências, intimidades. Isso não é impossível, mas mães que vêm de uma educação repressora e repetem este modelo com filhos, dificilmente conseguirão ser grandes amigas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/--NJTzhgasw8/TkrvrhftazI/AAAAAAAABfo/e-yySIWjxd0/s1600/m%25C3%25A3e1.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://1.bp.blogspot.com/--NJTzhgasw8/TkrvrhftazI/AAAAAAAABfo/e-yySIWjxd0/s200/m%25C3%25A3e1.jpg" width="156" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white;"&gt;Quando ela se lamentou sobre a falta de amizade dos filhos e filhas, deu vontade de perguntar: “E a senhora, é amiga dos seus filhos e filhas?”. Mas não tenho liberdade para isso e apenas me limitei a ouvir. Mães desta idade podem ser extremamente dogmáticas, prisioneiras dos próprios preconceitos, inflexíveis com qualquer situação, comportamento ou opinião que não estejam de acordo com suas verdades. A cada conversa que entabulam com alguém, há sempre uma regra a ser estabelecida, um não aceito, não concordo, isto não está certo, e cobram posturas que são apenas delas, e que não poderiam ser exigidas de outrem. Enfim, um posicionamento que não faz dos filhos e filhas seus amigos. Faz, sim, filhos e filhas que, como numa escola, aprendem, obedecem as regras até o momento em que ganham o mundo e criam seus próprios costumes, sua própria cultura. Não é que não haja amor; amor por mãe é incondicional, indiscutível. Mas porque há amor deve-se respeitar as diferenças, e mães dogmáticas não costumam se dispor a abrir os horizontes.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white;"&gt;Já os amigos respeitam as diferenças dos seus amigos. Amigos, para serem amigos, não ditam regras, ao contrário, aceitam seus amigos como são. Amigos não exigem que seus amigos hajam e pensem como eles. Amigos não fazem cobranças. Amigos não provocam intrigas entre seus amigos. Amigos são livres.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white;"&gt;Lamento muito que tal senhora sofra por tal motivo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white;"&gt;Sei que também cometo meus erros na educação do meu filho. Afinal, o que seria dos psicanalistas se não fossem as mães? Mas posso dizer, por outro lado, que estou de olhos bem abertos, procurando enxergar onde erro, onde acerto, onde exagero, até que ponto posso dar liberdade ou apertar com os limites. E não tento ser amiga; não no sentido de querer ter com ele a mesma relação que tem com as amigas da idade dele. Sou mãe, busco uma relação de confiança, respeito, companheirismo, intimidade e muito amor. Sem cobrança, sem jogar nada na cara, sem exigir nada em troca, permitindo que ele escolha o que quer ser, como quer ser, achando lindo que ele seja diferente de mim.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5388429033246593709-2094093505047702675?l=www.giovanadamaceno.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.giovanadamaceno.com/feeds/2094093505047702675/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5388429033246593709&amp;postID=2094093505047702675' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/2094093505047702675'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/2094093505047702675'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.giovanadamaceno.com/2011/08/mae-e-mae-amigo-e-amigo.html' title='Mãe é mãe; amigo é amigo'/><author><name>Giovana Damaceno</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13541132833983084068</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-yKZXBeBC2dM/TpeNZJ6rouI/AAAAAAAAFvI/Jp7teHHbXLg/s220/corte%2B6.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-8esbUHBGIfk/TkrvsFc6N8I/AAAAAAAABfs/Tb4WmRA-Yqk/s72-c/m%25C3%25A3e2.gif' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5388429033246593709.post-7323422348228745661</id><published>2011-08-08T13:39:00.000-03:00</published><updated>2011-08-08T13:39:33.920-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Literatura'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>Ser chique é não copiar e nem reenviar textos falsificados</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal"&gt;Pela enésima vez recebi uma mensagem por email, destas encaminhadas, que normalmente trazem um texto brilhante atribuído falsamente a algum autor muito conhecido. Desta vez foi o "Ser Chique", atribuído à Glória Kalil. Este texto já passou pela minha caixa de entrada muitas vezes, mas hoje fiquei realmente estarrecida com a quantidade de absurdos incluídos, que mesmo sem conhecer Glória Kalil é possível ter certeza que ela não diria tais bobagens.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Fui à caça da verdadeira autoria e cheguei ao&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.revistaweekend.com.br/blog/2011/02/13/o-que-e-ser-chique-na-opiniao-abalizada-de-gloria-kalil/comment-page-1/#comment-1741"&gt;Blog do Carleto&lt;/a&gt;, que aponta o erro, informando que a crônica original faz parte do&amp;nbsp;livro "A quem interessar possa", de Gilka Maria. No blog, a&amp;nbsp;própria Gilka faz um comentário e exibe sua crônica, a qual faço questão de trazer pra cá:&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;6 de julho de 2011 às 9:04&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;O texto acima foi modificado e atribuído a Gloria Kalil. Na verdade, é meu e foi publicado em meu livro, “A Quem Interessar Possa”. Segue abaixo o texto original com o meu pedido de correção na sua informação. Grata, Gilka Maria&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;b&gt;Ser chique. Uma questão de atitude&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Gilka Maria&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Nunca o termo “chique” foi tão usado para qualificar pessoas como atualmente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Basta abrir qualquer das revistas semanais especializadas em burburinhos para ver as mais diferentes figuras reduzidas à mesma tribo: a dos “absolutamente chiques”. Para isso, basta ter (ou parecer ter) uma gorda conta bancária, um apartamento projetado por um arquiteto específico e, claro, freqüentar as festas certas e os restaurantes da moda. É tiro e queda. Daí pra virar celebridade é um pulo. Celebridade “chique”, lógico. Mas a verdade é que ninguém é chique por decreto. E algumas boas coisas da vida, infelizmente, não estão à venda. Elegância é uma delas. Assim, para ser chique, é preciso muito mais que um guarda-roupa recheado de grifes importadas. Muito mais que um belo carro alemão. O que faz alguém ser verdadeiramente chique não é quanto essa pessoa tem, mas a forma como ela se comporta.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Chique mesmo é quem fala baixo. Quem não procura chamar atenção por suas risadas muito altas, nem por seus imensos decotes. Mas que, sem querer, atrai todos os olhares, porque tem brilho próprio. Chique mesmo é quem é discreto, não faz perguntas inoportunas, nem procura saber o que não é da conta. Chique mesmo é gostar de filosofia, enquanto todo mundo devora Paulo Coelho. Chique mesmo é parar na faixa de pedestre e abominar a mania de jogar lixo na rua. Chique mesmo é dar bom-dia ao porteiro do seu prédio e às pessoas que estão no elevador. É lembrar o aniversário dos amigos. Chique mesmo é não se exceder nunca. Nem na bebida, nem na comida, nem na maneira de se vestir. Nada mais feio que parecer uma vitrine ambulante. Chique mesmo é olhar no olho de seu interlocutor. É “desligar o radar” quando estiver sentado à mesa do restaurante, e prestar verdadeira atenção à sua companhia. Chique mesmo é honrar sua palavra. É ser grato a quem lhe ajuda, correto com quem você se relaciona e honesto nos seus negócios. Chique mesmo é não fazer a menor questão de aparecer, mas ficar feliz ao ser prestigiado. Chique mesmo é conhecer a galinha ao molho pardo do Porto do Moreira e o steak tartar do Bar du Theatre, &lt;st1:personname productid="em Paris. Chique" w:st="on"&gt;em Paris. Chique&lt;/st1:personname&gt; mesmo é ter boa conversa, cultura geral e um pretinho básico no armário.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Mas, pra ser chique, chique m-e-s-m-o, você tem, antes de tudo, de se lembrar sempre do quanto que a vida é breve e de que vamos todos pro mesmo lugar. Portanto, não gaste sua energia com o que não tem valor, não desperdice as pessoas interessantes com quem se cruzar e não aceite, em hipótese alguma, fazer qualquer coisa que não lhe faça bem. Porque, no final das contas, chique mesmo é ser feliz!&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5388429033246593709-7323422348228745661?l=www.giovanadamaceno.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.giovanadamaceno.com/feeds/7323422348228745661/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5388429033246593709&amp;postID=7323422348228745661' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/7323422348228745661'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/7323422348228745661'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.giovanadamaceno.com/2011/08/ser-chique-e-nao-copiar-e-nem-reenviar.html' title='Ser chique é não copiar e nem reenviar textos falsificados'/><author><name>Giovana Damaceno</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13541132833983084068</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-yKZXBeBC2dM/TpeNZJ6rouI/AAAAAAAAFvI/Jp7teHHbXLg/s220/corte%2B6.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5388429033246593709.post-1598851418572867869</id><published>2011-08-07T15:55:00.000-03:00</published><updated>2011-08-07T15:55:09.207-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Papo Rápido'/><title type='text'>Papo Rápido – VR Folia</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-bfrHPNJMnW8/Tj7eqNWCQPI/AAAAAAAABfA/DYsetP_SLv4/s1600/VR+FOLIA.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="175" src="http://4.bp.blogspot.com/-bfrHPNJMnW8/Tj7eqNWCQPI/AAAAAAAABfA/DYsetP_SLv4/s200/VR+FOLIA.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;Não fui, mas vi e ouvi:&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;* Se não me engano, ouvi nas rádios durante a semana que menores só entrariam na Ilha São João acompanhados dos pais e com comprovação por documentos. Mas no sábado à noite vi alguns grupos de jovens – muito jovens – com o abadá, desfilando na Vila Santa Cecília com latinhas de cerveja nas mãos. E não havia pais por perto.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;* Às 5h15 da manhã de domingo um Chevette e um Jipe se chocaram num cruzamento do bairro Aterrado, entre as ruas César Salomonte e Oscar de Almeida Gama. Moradores do local viram que ocupantes dos carros usavam o abadá. O Chevette quase entrou pelo portão de uma casa e o Jipe arrebentou a parece do restaurante Centeio. Festa boa é assim: o povo encharca o sangue sai pela cidade fazendo m*.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;* Alguns minutos depois, já com o dia amanhecido, a Ilha São João ainda bombava. Isso eu ouvi da minha casa, próxima à Ilha São João.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;* Na tarde de domingo, por volta de 14h30, um folião vestindo o abadá foi visto sentado no degrau da porta da delegacia, com uma cara de desolação que era ao mesmo deprimente e hilária. “Este é um dos resultados inevitáveis. A galera enfia o pé na jaca e termina o fim de semana no xilindró. E os amigos é que se f*”. Olha lá o coitado...”&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;* Não gosto de Axé, mas pelo que ouvi de casa a programação de sábado foi melhor que a de sexta. Na primeira noite ficamos na dúvida se estávamos escutando sertanejo universitário ou outra coisa qualquer. Chocho.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;* Chiclete com Banana mobiliza mesmo. Ouvíamos de casa o público cantando.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5388429033246593709-1598851418572867869?l=www.giovanadamaceno.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.giovanadamaceno.com/feeds/1598851418572867869/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5388429033246593709&amp;postID=1598851418572867869' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/1598851418572867869'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/1598851418572867869'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.giovanadamaceno.com/2011/08/papo-rapido-vr-folia.html' title='Papo Rápido – VR Folia'/><author><name>Giovana Damaceno</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13541132833983084068</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-yKZXBeBC2dM/TpeNZJ6rouI/AAAAAAAAFvI/Jp7teHHbXLg/s220/corte%2B6.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-bfrHPNJMnW8/Tj7eqNWCQPI/AAAAAAAABfA/DYsetP_SLv4/s72-c/VR+FOLIA.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5388429033246593709.post-880960183668403652</id><published>2011-08-04T07:12:00.001-03:00</published><updated>2011-08-04T07:12:00.585-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Literatura'/><title type='text'>Amor, poesia e perda</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-wAwbwRUC_sU/TjmtsdeS4SI/AAAAAAAABe0/OV90MJFR2m0/s1600/bishop.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://2.bp.blogspot.com/-wAwbwRUC_sU/TjmtsdeS4SI/AAAAAAAABe0/OV90MJFR2m0/s200/bishop.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Dos muitos e tantos livros que li, poucos combinaram tão bem a história com o título. Falo de “A Arte de Perder”, de Michael Sledge, lançado no Brasil pela editora Leya. A narrativa é sobre a permanência da poetisa Elizabeth Bishop no Brasil, entre 1951 e 1967, tempo que durou seu romance com Lota de Macedo Soares, criadora do &lt;a href="http://www0.rio.rj.gov.br/riotur/pt/atracao/?CodAtr=1880"&gt;Parque do Flamengo&lt;/a&gt;, o Aterro, no Rio de Janeiro. Uma rica história de amor recheada de muita poesia, encontro com a natureza, arquitetura, política, arte, preconceito, desencanto, dor, loucura.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Sledge mergulhou fundo na vida de Bishop, que veio dos Estados Unidos com o objetivo de passar apenas duas semanas e seguir para a Europa, mas acabou ficando 17 anos. O autor pesquisou livros, revistas, leu duas biografias de Carlos Lacerda, amigo pessoal de Lota, mas sua maior inspiração foram as cartas que Elizabeth Bishop escreveu no período em que esteve no Brasil.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-cK-Yy31k7J4/TjmtwGw4xLI/AAAAAAAABe4/ra7mT6L7Be4/s1600/Elizabeth-Bishop.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://4.bp.blogspot.com/-cK-Yy31k7J4/TjmtwGw4xLI/AAAAAAAABe4/ra7mT6L7Be4/s200/Elizabeth-Bishop.jpg" width="191" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;No livro, Sledge nos mostra as dificuldades de criação poética de Bishop, o alcoolismo, a insegurança, o amor incondicional por Lota, sua acidez e crítica azeda ao Brasil e ao movimento político da época. Pérolas como esta podem ser encontradas em toda a obra: “No Brasil, a comédia e o terror nunca estão muito separados. Ainda não estou certa se isso é a perdição deste país ou se será sua salvação”. Mas ela nunca deixou de frisar o encanto que a mantinha aqui, além de Lota, claro.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;A &lt;a href="http://arquitetandonanet.blogspot.com/2009/11/residencia-de-lota-de-macedo-em.html"&gt;casa onde morava&lt;/a&gt;, em Samambaia, perto de Petrópolis, no Rio, projetada pelo arquiteto &lt;a href="http://www.vitruvius.com.br/revistas/read/arquitextos/03.026/765"&gt;Sérgio Bernardes&lt;/a&gt;, a pedido de Lota, foi uma criação pioneira, integrada à natureza, toda de vidro, com espaços abertos à circulação de aves e pequenos animais. Era lá que Bishop tinha seu próprio estúdio, idealizado por Lota, fora do projeto original, para que escrevesse em paz.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-9Yep2H3bYfU/TjmuCq8HyYI/AAAAAAAABe8/IRAGPzoakD0/s1600/Lota-de-Macedo-Soares-original.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://3.bp.blogspot.com/-9Yep2H3bYfU/TjmuCq8HyYI/AAAAAAAABe8/IRAGPzoakD0/s200/Lota-de-Macedo-Soares-original.JPG" width="133" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;O envolvimento das duas mulheres durou todo o tempo em que Bishop morou no Brasil, mas o romance foi irremediavelmente atingido pela dedicação exclusiva de Lota às obras de criação do Parque do Flamengo. Ela precisou lutar bravamente contra o preconceito de toda uma equipe masculina sob seu comando, além de enfrentar os percalços políticos daquele período, ao lado de Carlos Lacerda, então governador do Estado da Guanabara.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Para entender este amor, por Lota e pelo Brasil, e ir um pouco mais fundo na poesia de Bishop, é preciso ler “A Arte de Perder”. O título, que combina tão perfeitamente com a história, foi extraído do primeiro verso de um de seus poemas mais conhecidos: &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;On Art&lt;/i&gt;, traduzido como &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Uma Arte&lt;/i&gt;. Quem leu ou ainda vai ler o livro, com certeza pode compreendê-lo.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;***&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;Uma Arte&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;&lt;b&gt;Elizabeth Bishop&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;(Tradução de &lt;a href="http://www.companhiadasletras.com.br/autor.php?codigo=00061"&gt;Paulo Henriques Britto&lt;/a&gt;)&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;A arte de perder não é nenhum mistério;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Tantas coisas contêm em si o acidente&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;De perdê-las, que perder não é nada sério.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Perca um pouquinho a cada dia. Aceite, austero,&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;A chave perdida, a hora gasta bestamente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;A arte de perder não é nenhum mistério.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Depois perca mais rápido, com mais critério:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Lugares, nomes, a escala subsequente&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Da viagem não feita. Nada disso é sério.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Perdi o relógio de mamãe. Ah! E nem quero&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Lembrar a perda de três casas excelentes.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;A arte de perder não é nenhum mistério.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Perdi duas cidades lindas. E um império&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Que era meu, dois rios, e mais um continente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Tenho saudade deles. Mas não é nada sério.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;- Mesmo perder você (a voz, o riso etéreo&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;que eu amo) não muda nada. Pois é evidente&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;que a arte de perder não chega a ser mistério&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;por muito que pareça (Escreve!) muito sério.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5388429033246593709-880960183668403652?l=www.giovanadamaceno.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.giovanadamaceno.com/feeds/880960183668403652/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5388429033246593709&amp;postID=880960183668403652' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/880960183668403652'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/880960183668403652'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.giovanadamaceno.com/2011/08/amor-poesia-e-perda.html' title='Amor, poesia e perda'/><author><name>Giovana Damaceno</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13541132833983084068</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-yKZXBeBC2dM/TpeNZJ6rouI/AAAAAAAAFvI/Jp7teHHbXLg/s220/corte%2B6.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-wAwbwRUC_sU/TjmtsdeS4SI/AAAAAAAABe0/OV90MJFR2m0/s72-c/bishop.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5388429033246593709.post-4952433849665031474</id><published>2011-08-03T00:35:00.000-03:00</published><updated>2011-08-03T00:35:26.061-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pessoal'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ambiente'/><title type='text'>Férias em inverno de mentirinha</title><content type='html'>Sempre que se retorna de férias há um impulso de se contar como foi e o que se fez. Dias de repouso total; outros de atividade frenética, retirando antigas pendências da agenda, que na rotina não há tempo de resolver; viagens; leituras. Enfim, trinta dias podem ser muito ou pouco para quem se dispõe a estar, mesmo, de férias. E o que me aconteceu de mais interessante neste descanso que terminou ontem foi descobrir que... Praia no inverno é simplesmente sensacional!&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-gdvgg7RKYGw/Tji_Da8_UcI/AAAAAAAABeg/4bopny-BxQI/s1600/DSC05222.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://4.bp.blogspot.com/-gdvgg7RKYGw/Tji_Da8_UcI/AAAAAAAABeg/4bopny-BxQI/s320/DSC05222.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;Retirei-me por dez dias com maridão e filhão para uma casa de bonecas num local pra lá de pitoresco, cercada de Mata Atlântica por todos os lados. Fica no litoral, mas em pleno mês de julho não esperávamos que fosse desfrutar de sol e calor suficientes para curtir algum dia de praia. Os preparativos foram todos para dias de frio, isolamento, muita leitura, bate-papo, sem internet e nem celular. Permitiria-me, no máximo, escrever. E qual não foi nossa surpresa ao nos deparar com sol, céu azul, calor. Ou seja, condições mais que perfeitas para fazer algo mais que contemplar a floresta pelas janelas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém, ainda nos deparamos com condições ainda mais que perfeitas quando chegamos à praia. Num local onde no verão é quase impossível transitar a pé estávamos nós e algumas poucas outras famílias, nas mesmas férias invernais de mentirinha, em paz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foram tempos de sossego à beira mar, embaixo de um céu tão limpo que até propusemos uma disputa de caça-nuvens (não havia umazinha!). Nada de quiosques e mesas lotados, fila de espera, cerveja quente, comida fria. O sol, ao contrário do que imaginávamos, exigiu banhos de protetor solar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ou seja, li pouco, escrevi nada. Afinal, havia muito que fazer o dia todo fora de casa.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5388429033246593709-4952433849665031474?l=www.giovanadamaceno.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.giovanadamaceno.com/feeds/4952433849665031474/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5388429033246593709&amp;postID=4952433849665031474' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/4952433849665031474'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/4952433849665031474'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.giovanadamaceno.com/2011/08/ferias-em-inverno-de-mentirinha.html' title='Férias em inverno de mentirinha'/><author><name>Giovana Damaceno</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13541132833983084068</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-yKZXBeBC2dM/TpeNZJ6rouI/AAAAAAAAFvI/Jp7teHHbXLg/s220/corte%2B6.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-gdvgg7RKYGw/Tji_Da8_UcI/AAAAAAAABeg/4bopny-BxQI/s72-c/DSC05222.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5388429033246593709.post-3582265947252803288</id><published>2011-07-18T00:00:00.001-03:00</published><updated>2011-07-18T00:00:02.640-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pessoal'/><title type='text'>Parada estratégica</title><content type='html'>Esta jornalista, cronista, escrevente&amp;nbsp;internética&amp;nbsp;incansável finalmente vai se retirar por uns dias para recompor as ideias, recobrar energias, buscar inspiração no ar puro da Mata Atlântica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este repouso durará apenas dez dias.&amp;nbsp;O suficiente para meus leitores queridos sentirem um montão de saudades e esperaram ansiosamente a minha volta, cheia de novidade para contar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fiquem com Deus e bom trabalho para quem estiver na labuta enquanto curto merecidas férias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inté!&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-UBS_0YFIhkY/Th5ZfKUPBtI/AAAAAAAABeQ/2xA39xDqWzM/s1600/on%25C3%25A7a.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://1.bp.blogspot.com/-UBS_0YFIhkY/Th5ZfKUPBtI/AAAAAAAABeQ/2xA39xDqWzM/s320/on%25C3%25A7a.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5388429033246593709-3582265947252803288?l=www.giovanadamaceno.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.giovanadamaceno.com/feeds/3582265947252803288/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5388429033246593709&amp;postID=3582265947252803288' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/3582265947252803288'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/3582265947252803288'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.giovanadamaceno.com/2011/07/parada-estrategica.html' title='Parada estratégica'/><author><name>Giovana Damaceno</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13541132833983084068</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-yKZXBeBC2dM/TpeNZJ6rouI/AAAAAAAAFvI/Jp7teHHbXLg/s220/corte%2B6.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-UBS_0YFIhkY/Th5ZfKUPBtI/AAAAAAAABeQ/2xA39xDqWzM/s72-c/on%25C3%25A7a.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5388429033246593709.post-6853740001271988591</id><published>2011-07-15T07:09:00.002-03:00</published><updated>2011-07-15T07:09:00.417-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Literatura'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Saúde'/><title type='text'>Em busca de desprendimento</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-WyZ5q5YOOV0/Th5C1Q_nGbI/AAAAAAAABeE/DUY68N_CNQU/s1600/540_em_busca_de_sentido.png" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://4.bp.blogspot.com/-WyZ5q5YOOV0/Th5C1Q_nGbI/AAAAAAAABeE/DUY68N_CNQU/s200/540_em_busca_de_sentido.png" width="133" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Acabo de ler “Em busca de sentido”, de Viktor E. Frankl. Uma grande lição de desprendimento que o autor, neurologista e psiquiatra, nos oferece, ao relatar detalhes de sua experiência pessoal nos campos de concentração nazista durante a Segunda Guerra Mundial. A rotina diária como prisioneiro exigia mais que desprendimento e desapego; exigia quase sair do corpo, numa abstração total. Para Frankl, a maior parte dos milhares de pessoas que morreram nos campos, com exceção das friamente assassinadas, padeceu de suas próprias negações, da simples impossibilidade humana de deixar de ser o que é para simplesmente não ser; apenas existir. E para isso seria preciso abrir mão de si, o que para muitos significa a morte em vida. Porém, foi assim que ele sobreviveu – sobrevivendo a si mesmo.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;O autor conta que na recepção, no primeiro dia, já lhe tomaram as roupas, substituídas por trapos velhos de prisioneiros mortos, e os cabelos raspados. Ficaram apenas com os sapatos, que foram se desgastando com as marchas, o trabalho forçado, a umidade, a ponto de serem amarrados com arames, quando podiam ser amarrados, pois o estado de fome e desnutrição era tamanho, que o edema nos pés os impediam de calçar. Fora isso havia os piolhos, a fatia mísera de pão que era guardada para uma pequena mordida em vários horários do dia, a sopa aguada, que trazia apenas algumas ervilhas quando a concha descia mais ao fundo da panela. Dormiam tarde – quando dormiam – e de madrugada eram acordados por uma sirene infernal, chamando-os para a marcha até os locais das obras, que eram verdadeiras valas, onde cavavam e cavavam e cavavam. E eram sumariamente humilhados, diariamente, várias vezes ao dia.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-rYIROmQ69jw/Th5THaGvBOI/AAAAAAAABeI/BztSEWWdtog/s1600/nazista+1.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="170" src="http://1.bp.blogspot.com/-rYIROmQ69jw/Th5THaGvBOI/AAAAAAAABeI/BztSEWWdtog/s200/nazista+1.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Este é um dos maiores exemplos de desprendimento que já pude conhecer, no qual, como disse, o indivíduo precisa sair de si, se quiser encontrar alguma força, algum sentido, para continuar vivendo. Porém, ao ler as poucas páginas do relato de Frankl, dá certa vergonha do próprio dia a dia, da rotina, do trabalho, dos relacionamentos, das exigências que tentamos o tempo todo impor ao mundo, como se para viver o ser humano necessitasse de tantos penduricalhos.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Aprende-se noções básicas de higiene, apresentação pessoal, elegância ao vestir, etiqueta à mesa, que para a convivência em sociedade são fundamentais, mas que se tratados com exagero tornam-se, sim, puramente caso de apego, que levam o ser a nada; apenas os faz sofrer ainda mais num caso limite de privação como no de Frankl. Exigem-se a roupa bem passada, o colarinho esticadinho, sapato engraxado, terno, gravata. Gastam-se fortunas em salões, onde se alisam as madeixas permanentemente. “Não durmo sem meu travesseiro”, “Só tomo leite da marca tal”, “Não bebo isso”, “Não como aquilo”, “Não aceito!”, “Não permito!”. E nem vou me estender aqui nos apegos das relações pessoais do tipo ciúme ou sentimento de posse do outro.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Quem sou eu pra falar de desprendimento e desapego; ainda me faltam algumas reencarnações pela frente para me libertar de mim. Mas a experiência com o câncer – longe de comparar com a experiência de Frankl – pelo menos já mostrou o caminho, ou seja, já pude entender que nada tem importância ao não ser estar viva, me relacionar bem com as pessoas, fazer o que gosto, ler, estudar, aprender sempre e mais, me aceitar e aceitar o outro, sem conceitos ou pré-conceitos, tentar compreender sempre mais e mais, não me sentir o dono do mundo nem de ninguém. Resta-me boa vontade para o exercício diário de colocar estas lições em prática.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;E para terminar esta conversa que ficou séria demais, um exemplo de exercício de desprendimento que ouvi de uma mulher em Paraty: a criatura precisa fazer xixi, não há local adequado por perto, entra numa padaria, pede uma água e permissão para usar o banheiro. Enfia a garrafa de água no bolso do casaco e vai. Passa pelo balcão, pega um bolinho de guardanapos. O banheiro tem duas portas: a primeira dá acesso apenas à pia; a segunda, ao gabinete privado. As duas portas possuem apenas os buracos de onde um dia houve fechaduras e maçanetas. O banheiro é imundo, fétido, tem o chão molhado, não há papel higiênico, tampouco luz. A mulher pode desistir, mas não há mais tempo. E então, decide tentar o malabarismo.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-lgGcU_yId9s/Th5TIl2yw5I/AAAAAAAABeM/NxY7eGxnF3c/s1600/banheiro1.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://3.bp.blogspot.com/-lgGcU_yId9s/Th5TIl2yw5I/AAAAAAAABeM/NxY7eGxnF3c/s200/banheiro1.jpg" width="172" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Encosta a porta, segura-a com uma das mãos e com a outra precisa fazer todo o resto, além de não poder se sentar. Claro que nada dá certo. A posição de pé, os joelhos levemente flexionados, o braço esticado segurando a porta não lhe permitem a perfeita operação de fazer xixi diretamente dentro do vaso, o que provoca um problema a mais na hora de usar aquele mísero bolinho de guardanapos. Conclusão: ela tem que se conformar que a sensação molhadinha após vestir a calça deve ser superada, ou seja, deve abstrair. Afinal, seu xixi não passa mesmo de líquido corporal, rico em sais minerais, né? Ela segue em frente e continua o que estava fazendo, pois só poderá tomar banho tarde da noite – muitas horas depois.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Está com nojo? Torceu o nariz? Então leia “Em busca de sentido”.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5388429033246593709-6853740001271988591?l=www.giovanadamaceno.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.giovanadamaceno.com/feeds/6853740001271988591/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5388429033246593709&amp;postID=6853740001271988591' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/6853740001271988591'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/6853740001271988591'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.giovanadamaceno.com/2011/07/em-busca-de-desprendimento.html' title='Em busca de desprendimento'/><author><name>Giovana Damaceno</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13541132833983084068</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-yKZXBeBC2dM/TpeNZJ6rouI/AAAAAAAAFvI/Jp7teHHbXLg/s220/corte%2B6.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-WyZ5q5YOOV0/Th5C1Q_nGbI/AAAAAAAABeE/DUY68N_CNQU/s72-c/540_em_busca_de_sentido.png' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5388429033246593709.post-9105063052130904952</id><published>2011-07-11T22:28:00.002-03:00</published><updated>2011-07-13T17:23:35.334-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Literatura'/><title type='text'>Flip</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;O que vi nos dias de Festa&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-R96c29w8SQc/ThugiC0pdrI/AAAAAAAABc0/Kvy_j3N_AzQ/s1600/DSC04716.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="150" src="http://1.bp.blogspot.com/-R96c29w8SQc/ThugiC0pdrI/AAAAAAAABc0/Kvy_j3N_AzQ/s200/DSC04716.JPG" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;- A 9ª edição da &lt;a href="http://www.flip.org.br/"&gt;Festa Literária Internacional de Paraty&lt;/a&gt;, que homenageou Oswald de Andrade, teve este ano &lt;span class="apple-style-span"&gt;139 escritores convidados, sendo 29 nomes internacionais. Segundo a organização da Flip, 25 mil pessoas estiveram por lá e mais de 40 mil ingressos foram vendidos para as mesas de debates, assistidas na Tenda dos Autores e na Tenda do Telão.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;- Dados oficiais revelam o sucesso incontestável da Festa, mas mesmo assim observei que havia menos gente, não sei se por causa do frio (como fez frio em Paraty!) ou por outro motivo que ainda não sei. Mas, em comparação com todas as outras que participei, desde 2007, notei certo esvaziamento. Na quinta e sexta-feira, por exemplo, a Tenda do Telão tinha muitos lugares vazios durante as mesas, algo que não vi ocorrer nas edições anteriores. O espaço era tão concorrido que o público disputava lugar até do lado de fora da tenda, para assistir aos debates em pé. E isso também não aconteceu neste ano, nem mesmo no sábado, dia de maior movimento em Paraty.&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-dN8Rdo_GHYQ/Thug-AteG5I/AAAAAAAABc4/Ky6lKGhSOwg/s1600/DSC04722.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="232" src="http://1.bp.blogspot.com/-dN8Rdo_GHYQ/Thug-AteG5I/AAAAAAAABc4/Ky6lKGhSOwg/s320/DSC04722.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;- De tudo o que pude ver por lá gostei demais da participação do neurocientista Miguel Nicolelis, que no dia 7 debateu o tema “O humano além do humano” com o filósofo Luiz Felipe Pondé e mediação de Laura Greenhalgh. Um papo riquíssimo, do qual tirei pérolas do tipo:&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;“O sentido da vida é como uma maldição. Ninguém escolhe ter. Uns têm; outros não têm. Algumas pessoas têm porque fazem alguma coisa; e outras têm justamente porque não fazem nada”&lt;/i&gt;. – Pondé&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;“... a gente faz umas coisinhas melhores atualmente”&lt;/i&gt;. Nicolelis, a respeito do que conhecemos por milagre.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;“A vida é um escândalo. E sempre dá errado no final”&lt;/i&gt;. – Pondé&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;- Absorvi muito do debate entre os jornalistas Edney Silvestre e Marcelo Ferroni e o escritor Teixeira Coelho, com a mediação de Claudinei Ferreira. O tema “Literatura entre escombros”, no dia 9, tratou da tendência comum de se escrever obras sobre tragédias, depressões, fatos ruins. E acabou falando-se muito sobre felicidade, o que para Teixeira Coelho é perfeitamente possível. E ele fala disso no livro &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;O Homem que vive – uma jornada sentimental&lt;/i&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-7ziaPsJ_0p4/ThufjMFGUPI/AAAAAAAABcw/TL2Xz1oEDiM/s1600/FLIP+-+2011.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" src="http://1.bp.blogspot.com/-7ziaPsJ_0p4/ThufjMFGUPI/AAAAAAAABcw/TL2Xz1oEDiM/s640/FLIP+-+2011.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;- Uma mesa que tinha tudo para ser uma das melhores ficou pela metade, na minha opinião. Arthur Dapiève não era a pessoa ideal para entrevistar James Ellroy. O cara é excêntrico, histriônico, sarcástico e algo mais que tudo isso; enquanto Dapiève é sério, fleumático, duro. Não deu. Ellroy precisava de alguém mais descolado, flexível, que entrasse num jogo inteligente e não ficasse no que vi: uma entrevista ping-pong formal, na qual o entrevistador perguntava, o entrevistado respondia e nada além era explorado. Saí antes de acabar.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;- Nas ruas, autores e outras figuras deram o ar da graça. Ancelmo Gois andou por Paraty sem descanso na quinta e na sexta. Abraçou muita gente e distribuiu sorrisos. Inácio Loyola Brandão também estava muito à vontade. Passou uma tarde no café da Tenda dos Autores, participou de uma mesa, assistiu a várias outras, circulou muito pela cidade e ainda foi visto num papo pra lá de animado numa esquina do Centro Histórico de madrugada. Luiz Felipe Pondé também curtiu altos papos em altas madrugadas.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;- Nesta edição da Festa toda a programação principal foi realizada do outro lado do rio Pereqê-Açu, por causa da ordem do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional - Iphan de não montar tendas ao lado da Matriz de Nossa Senhora dos Remédios, como nos anos anteriores. Ao lado da igreja, só a tenda da Flipinha. O resultado foi perfeito. Todas as tendas foram montadas ao longo da margem do rio, como um centro de convenções, terminando já na areia da praia do Pontal. Atrás da Tenda dos Autores ficou a livraria e a mesa de autógrafos. Em seguida, num grande corredor, a loja da Flip, os stands da CPFL, Suzano Papel e Celulose, BNDES, revista Piauí e o Café da Folha de São Paulo. Andando um pouco mais se chegava à Tenda do Telão. Tudo isso em uma inteligente e bonita intervenção na recém-urbanizada beira-rio, que só posso dizer que está lindíssima.&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-lcKTIkd80Ko/ThuckrC3-9I/AAAAAAAABcQ/RsoalFeCgNQ/s1600/DSC04784.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="141" src="http://3.bp.blogspot.com/-lcKTIkd80Ko/ThuckrC3-9I/AAAAAAAABcQ/RsoalFeCgNQ/s400/DSC04784.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;- Outro dado interessante: muitos eventos alternativos à programação principal encheram a agenda de quem foi à Paraty interessado mesmo em literatura. Teve debate na Casa da Folha de São Paulo e na Casa do Jornal do Brasil. A Revista Imprensa também organizou seu próprio evento, além dos saraus que pipocaram por todos os cantos. Teve ainda a programação da Off Flip e a Casa do Clube de Autores, onde participei com um bate-papo sobre autodivulgação para novos autores independentes, na tarde do dia 8.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-8GHyebpV8ZM/ThudJzAcQVI/AAAAAAAABcU/dC3f7S_MuuI/s1600/DSC04766-1.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="195" src="http://2.bp.blogspot.com/-8GHyebpV8ZM/ThudJzAcQVI/AAAAAAAABcU/dC3f7S_MuuI/s200/DSC04766-1.JPG" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;- Claro que observei outras coisas por lá, que renderiam até crônicas, mas estou com&amp;nbsp; pressa de contar tudo aos meus leitores. Tinha aquele pessoal que estava lá, mas não sabia bem o motivo. Ouvi uma mulher dentro da livraria “eu queria comprar um livro”, com a entonação de quem estava em qualquer outro estabelecimento, menos numa livraria. Quase respondi “infelizmente aqui só se vendem calcinhas”.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;- Não faltaram também, é lógico, os incontáveis escritores que vendem (ou tentam vender) suas obras pelas ruas, nos bares e restaurantes, por qualquer preço que o transeunte queira pagar a título de colaboração. E por mais que eu apoie as iniciativas independentes, houve momentos em que me enchi um pouco disso. Estava demais.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;- Como já disse antes, em &lt;a href="http://www.giovanadamaceno.com/2009/01/tromba-dagua-em-paraty.html"&gt;outro texto&lt;/a&gt;, Paraty parece que abriga duas cidades ao mesmo tempo. Junto ao evento internacional, fomos presenteados pela Festa de Santa Rita, que levou à quadra da Praça da Matriz shows com as bandas de ciranda. E aí, caro leitor, a noite demorava muito para acabar.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;- Pra terminar, preparem-se para 2012. O próximo homenageado já foi definido e será Carlos Drummond de Andrade. O presidente da Casa Azul, Mauro Munhoz, &lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;pediu para que n&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;ão entendamos como slogan o verso 'tinha uma pedra no meio do caminho'. Mas achou boa a ideia.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5388429033246593709-9105063052130904952?l=www.giovanadamaceno.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.giovanadamaceno.com/feeds/9105063052130904952/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5388429033246593709&amp;postID=9105063052130904952' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/9105063052130904952'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/9105063052130904952'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.giovanadamaceno.com/2011/07/flip.html' title='Flip'/><author><name>Giovana Damaceno</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13541132833983084068</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-yKZXBeBC2dM/TpeNZJ6rouI/AAAAAAAAFvI/Jp7teHHbXLg/s220/corte%2B6.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-R96c29w8SQc/ThugiC0pdrI/AAAAAAAABc0/Kvy_j3N_AzQ/s72-c/DSC04716.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5388429033246593709.post-5863337820328405969</id><published>2011-07-04T07:45:00.003-03:00</published><updated>2011-07-04T17:24:00.468-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Literatura'/><title type='text'>Férias e Flip</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-f1lyRGgIuMQ/Tg_mbnPSzGI/AAAAAAAABb8/36Ac2mjQl08/s1600/flip2011.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://4.bp.blogspot.com/-f1lyRGgIuMQ/Tg_mbnPSzGI/AAAAAAAABb8/36Ac2mjQl08/s320/flip2011.jpg" width="154" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;De férias a partir de hoje começo os preparativos para o primeiro e talvez mais movimentado passeio destes trinta dias de descanso: a &lt;a href="http://flip.org.br/"&gt;Festa Literária Internacional de Paraty&lt;/a&gt;. Em sua nona edição, a Flip deste ano homenageia Oswald de Andrade e com certeza vai lotar a cidade histórica entre os dias 6 e 10 de julho.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;E lá estarei. Comprei ingressos para assistir a algumas &lt;a href="http://flip.org.br/programacao.php?tipo=Principal"&gt;mesas de debates&lt;/a&gt;, reservei na programação horários para dar uma olhada nos eventos da &lt;a href="http://www.flip.org.br/programacao.php?tipo=Casa%20da%20Cultura"&gt;Casa de Cultura&lt;/a&gt;, darei uma palestra (na verdade farei um bate-papo) na &lt;a href="http://blog.clubedeautores.com.br/2011/06/sai-a-programacao-da-casa-do-clube-de-autores-na-flip-clubenaflip.html"&gt;Casa do Clube de Autores&lt;/a&gt;. Não vou deixar de tomar meu choppinho na praça da Matriz e, claro, vou bater ponto na Jabaquara, meu recanto.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Com a programação da Festa em mãos e agora com tempo, leio com calma e acuidade a lista dos autores que estarão na cidade, me informo sobre cada um deles (há os que conheço pouco ou muito, os que não conheço), me aprofundo em pesquisa, leio mais e mais reportagens sobre cada um deles, me preparo para tudo o que vou ver e ouvir. E a expectativa para quatro dias mergulhada em literatura é a melhor entre todos os eventos que frequento ao longo do ano, por estar em Paraty e por ser uma&amp;nbsp; Festa Literária em Paraty, algo como faca e queijo, alface com tomate, bife e batata frita.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Frequento a Flip desde a quarta edição, em 2006, quando o homenageado foi Jorge Amado. Estávamos lá com uma equipe de Tv, gravando matérias especiais para um programa que fazia na época. Assisti ao show de abertura, com Maria Bethânia, que nunca me esqueço, pois não pude ficar até o fim, tão intenso era o frio e eu não estava suficientemente agasalhada. Nos dias seguintes, muito trabalho, muita diversão no trabalho, banho de cultura, encontros inesquecíveis. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;No ano seguinte, em que Nelson Rodrigues seria o homenageado, a Oficina Literária seria de crônicas, com Artur Dapiève e Joaquim Ferreira dos Santos. Arrisquei o envio de dois textos e fui selecionada. Lá estava, desta vez sozinha, curtindo a Festa Literária sob outro ângulo, desta vez como autora iniciante, tentando uma brechinha no tal lugar ao sol. O show de abertura foi com a Orquestra Imperial e participação especial de João Donato. Não me esqueci do agasalho adequado e pude ver o show até o fim.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;A Oficina foi de quinta a sábado, fiz amigos maravilhosos (alguns deles tenho certo contato até hoje, como o &lt;a href="http://hipocentro.blogspot.com/"&gt;Cláudio&lt;/a&gt;, a &lt;a href="http://www.noga.blog.br/"&gt;Noga&lt;/a&gt; e a &lt;a href="http://corpoetico.blogspot.com/"&gt;Simone&lt;/a&gt;), aprendi muito do que faço hoje no exercício da crônica, e no fim, tivemos que escrever um texto sobre o que &lt;a href="http://www.giovanadamaceno.com/2011/01/sobressaltos-em-paraty.html"&gt;Nelson Rodrigues pensaria sobre Paraty&lt;/a&gt;. A experiência solitária nesta Festa foi tão marcante que claro, rendeu outro texto, recheado de impressões pessoais.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Em 2008 fiz uma passagem rápida na Festa, de apenas um dia; assisti a uma mesa à tarde e voltei. No ano seguinte, 2009, estava de molho em pleno tratamento quimioterápico e pude ver apenas umas materinhas na TV. E em 2010 fui convidada pela primeira vez para falar um pouco sobre autodivulgação aos visitantes da &lt;a href="http://www.clubedeautores.com.br/"&gt;Casa do Clube de Autores&lt;/a&gt;. Volto lá agora para rever o Paulo, o Ricardo e aquela gente bacana que bate-papo gostoso, sem fim.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Minha participação (e de todos nos eventos da Casa) será transmitida ‘ao vivo’ pelo twiter &lt;a href="http://twitter.com/#!/clubedeautores"&gt;@ClubedeAutores&lt;/a&gt;. E eu, claro, também vou estar tuitando de lá e também postando textos curtos no blog&amp;nbsp;sobre detalhes da Festa e da movimentação da cidade.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Programe-se e venha comigo, mesmo que virtualmente.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5388429033246593709-5863337820328405969?l=www.giovanadamaceno.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.giovanadamaceno.com/feeds/5863337820328405969/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5388429033246593709&amp;postID=5863337820328405969' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/5863337820328405969'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/5863337820328405969'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.giovanadamaceno.com/2011/07/ferias-e-flip.html' title='Férias e Flip'/><author><name>Giovana Damaceno</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13541132833983084068</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-yKZXBeBC2dM/TpeNZJ6rouI/AAAAAAAAFvI/Jp7teHHbXLg/s220/corte%2B6.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-f1lyRGgIuMQ/Tg_mbnPSzGI/AAAAAAAABb8/36Ac2mjQl08/s72-c/flip2011.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5388429033246593709.post-6546247869455953193</id><published>2011-07-01T11:54:00.001-03:00</published><updated>2011-07-01T17:32:58.422-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>Ruídos sanitários</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;A pessoa entra no banheiro, se acomoda, começa a solucionar seu probleminha íntimo, quando entra outra usuária. Primeiro, ouvem-se passadas de rinoceronte que ecoam no ambiente. Em seguida, a outra atira algo no ar, que pelo som parece um inseticida ou desodorante (soube depois que era Bom Ar). Bate a porta do gabinete ao lado com estrondo e, ainda mais exasperada, derruba o assento provocando barulho ainda mais alto. A pessoa que até então estava ali quietinha e tranquila, prefere terminar rápido o que estava fazendo e dar o fora, pois não quer ficar para saber que sons provavelmente virão depois.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-xUvbuftuR50/Tg3fgiRtPlI/AAAAAAAABbw/Rb1OdQmtm-I/s1600/banheiro.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://4.bp.blogspot.com/-xUvbuftuR50/Tg3fgiRtPlI/AAAAAAAABbw/Rb1OdQmtm-I/s200/banheiro.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Ouvir ruídos sanitários é muito comum no dia a dia de quem compartilha banheiro com muita gente. Para nós, mulheres, sons produzidos no gabinete ao lado nem sempre causam estranhamento, a não ser em casos anormais como o citado acima. O problema é quando feminino e masculino são divididos por uma parede vazada em cerca de &lt;st1:metricconverter productid="50 cm" w:st="on"&gt;50  cm&lt;/st1:metricconverter&gt;, antes de chegar ao teto. Escuta-se de tudo. Tudo mesmo.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Por exemplo: uma amiga disse que jamais voltaria a cumprimentar, com aperto de mãos, os homens que trabalham no mesmo corredor. Motivo: ouvimos certa vez um indivíduo usar o vaso sanitário, dar descarga, fechar o zíper, abrir a porta, sair em direção à outra porta, sem sequer passar pela pia! Isso aconteceu mais de uma vez e nunca soubemos quem é, apesar da vontade de sair correndo, pegá-lo do lado de fora e... Aháá!&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Engraçado também é quando se sabe quem está lá. É fácil reconhecer por um assovio, uma tosse, espirro, ou um comentário rápido com alguém saindo. E é tão nítido o som que vem do outro lado, que a reação é “meu Deus, não quero ouvir mais nada que o Fulano faça num banheiro, além desta tosse”.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Houve uma ocasião em que me preparava para escovar os dentes após o almoço quando entrou um cidadão no banheiro ao lado. Fechou a porta do gabinete, despiu-se (dá pra escutar!), sentou-se e aí, aff... juro que queria ser surda. Mil perdões se estiver sendo escatológica em demasia, mas preciso relatar: além dos ruídos horrendos (eca!), o tal gemia, e arfava, e gemia mais alto e mais longo, e sofria, respirava fundo, e gemia de novo. E a pessoa aqui, nem conseguiu passar o fio dental. O que fez? Foi terminar sua higiene oral em outro banheiro.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Ruídos sanitários são incômodos não só pelo nojo que causam naturalmente, mas porque expõem algo que o público em torno não está a fim de saber. E quem os escuta acaba ficando p*. No caso específico de ruídos emitidos na madrugada, no banheiro do vizinho do apartamento ao lado, é mais que demais. A pessoa trabalha muito, tem sono leve, acorda até com queda de algodão e não merece, não mesmo, ser acordada com sons lançados ao vento pelas vias superiores e inferiores de um vizinho fumante e devorador de carne inveterado.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Mas, fazer o quê? Este é o tipo de coisa que não se controla, muito menos se pede pra maneirar “Ô colega, dá um tempo aí, pô! Barulho incômodo, meu!”. Simplesmente convive-se, quando estritamente necessário. Se e quando possível, saio eu.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;E esta história de sons e ecos vindos do lado de lá me fez lembrar de um documento fixado no quadro de avisos de um edifício residencial e que me provocou muitas risadas. Imagino o constrangimento do síndico ao ser obrigado a pedir aos condôminos para evitar os “ruídos sexuais noturnos”, que estariam atrapalhando o sono de muita gente. Para este pobre homem chegar ao ponto de ter que pedir controle de gemidos, gritos e bate-bate de cama na parede, a situação deve ter durado muito tempo e suscitado muita reclamação. Vixi!&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5388429033246593709-6546247869455953193?l=www.giovanadamaceno.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.giovanadamaceno.com/feeds/6546247869455953193/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5388429033246593709&amp;postID=6546247869455953193' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/6546247869455953193'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/6546247869455953193'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.giovanadamaceno.com/2011/07/ruidos-sanitarios.html' title='Ruídos sanitários'/><author><name>Giovana Damaceno</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13541132833983084068</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-yKZXBeBC2dM/TpeNZJ6rouI/AAAAAAAAFvI/Jp7teHHbXLg/s220/corte%2B6.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-xUvbuftuR50/Tg3fgiRtPlI/AAAAAAAABbw/Rb1OdQmtm-I/s72-c/banheiro.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5388429033246593709.post-6427335997961939143</id><published>2011-06-29T14:11:00.000-03:00</published><updated>2011-06-29T14:11:36.425-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Arte'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Literatura'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cultura'/><title type='text'>Diretores e ideias</title><content type='html'>Por Bráulio Tavares&lt;br /&gt;Do blog &lt;a href="http://mundofantasmo.blogspot.com/"&gt;Mundo Fantasmo&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;h3 class="post-title entry-title" style="color: #1b0431; font-family: Georgia, 'Times New Roman', sans-serif; font-size: 18px; font-weight: normal; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #29303b; font-size: 13px;"&gt;Dias atrás me referi a Hitchcock como um diretor sem idéias. Perguntaram-me por que motivo não gosto dele. A verdade é que talvez eu goste de Hitchcock ainda mais do que alguns dos fãs que o defendem. Mas existem os artistas que são somente artistas, embora sejam Titãs da Literatura ou Gênios da Humanidade; e existem os artistas que têm idéias próprias sobre o mundo. Em qualquer categoria de atividade há as pessoas que têm idéias próprias e as que não as têm: matemáticos, pintores, taxistas, roqueiros, políticos, bancários, antropólogos, o escambau.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;div class="post-body entry-content" id="post-body-3243926005030575311" style="color: #29303b; font-family: Georgia, 'Times New Roman', sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&lt;br /&gt;Peço perdão se estou sendo injusto, mas não me consta que João Gilberto, Buster Keaton, Chuck Berry, Castro Alves, Nureyev, Roberto Carlos, Basquiat, Paul McCartney ou Jackson do Pandeiro tivessem idéias próprias sobre o mundo. São estúpidos, sem personalidade? Longe disso. São artistas geniais (sou fã de todos eles), mas sua visão das coisas não vai além da visão coletiva das sociedade em que estavam mergulhados. Viviam suas contradições, suas dúvidas, suas descobertas; envolviam-se nas lutas do seu tempo; usavam seu talento com força máxima para exprimir suas opiniões, suas emoções, suas observações, mas isto não era o bastante para erguê-los acima do oceano mental em que flutuavam. Para isto, o artista, genial ou não, precisa de idéias próprias, precisa de um mínimo daquilo que os alemães chamam de “Weltanschauung”, visão-do-mundo, palavra da moda nos anos 1960 em que fiz minha cabeça. Precisa ter idéias pessoais, fruto de um ponto de vista que é só seu e de mais ninguém, produto da salada pessoal, cultural, afetiva e intelectual que cada um de nós tem e é única, irrepetível, inimitável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem, então, tem essas famosas idéias próprias? Em mais uma lista feita ao acaso, posso citar Ingmar Bergman, João Cabral, Rimbaud, Buñuel, Bob Dylan, Guimarães Rosa, Borges, Ariano Suassuna, Brecht, Maiakóvski, e por aí vai. Em cada um deles, vemos, ao lado de uma obra notável, uma interpretação pessoal do mundo que vai além da obra em si, torna-se um pensamento. Lembrem daquelas coleçõezinhas que têm títulos como “O Pensamento Vivo de Fulano”. Eu consigo imaginar um livro intitulado “O Pensamento Vivo de Jean-Luc Godard”, mas não consigo imaginar “O Pensamento Vivo de John Ford”. Ambos são grandes diretores, mas Godard tinha um conjunto de idéias extra-cinema e John Ford (estarei sendo injusto?) parece que não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diretores como Spielberg, Hitchcock, Sérgio Leone, Don Siegel, Howard Hawks (e outros) são cineastas, ponto final. Indivíduos com uma compreensão instintiva da alma humana, dos dramas humanos, e com a capacidade de exprimir isto através da narrativa, dos atores, da câmara. Mas não me dão a impressão de serem pensadores, de serem pessoas que se destacariam caso não fossem cineastas. Uns não são inferiores aos outros, porque ninguém é obrigado a ter uma visão do mundo própria (eu mesmo não sei se tenho). Mas essa distinção existe, é real, e é importante.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5388429033246593709-6427335997961939143?l=www.giovanadamaceno.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.giovanadamaceno.com/feeds/6427335997961939143/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5388429033246593709&amp;postID=6427335997961939143' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/6427335997961939143'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/6427335997961939143'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.giovanadamaceno.com/2011/06/diretores-e-ideias.html' title='Diretores e ideias'/><author><name>Giovana Damaceno</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13541132833983084068</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-yKZXBeBC2dM/TpeNZJ6rouI/AAAAAAAAFvI/Jp7teHHbXLg/s220/corte%2B6.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5388429033246593709.post-6336122627683256879</id><published>2011-06-27T12:30:00.000-03:00</published><updated>2011-06-27T12:30:16.534-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pessoal'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Saúde'/><title type='text'>Entre diluída e entupida</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-huyI5HIhIoQ/Tgih3118cQI/AAAAAAAABbs/F5mZ-lFtTMA/s1600/nariz.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="157" src="http://2.bp.blogspot.com/-huyI5HIhIoQ/Tgih3118cQI/AAAAAAAABbs/F5mZ-lFtTMA/s200/nariz.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;A pessoa aqui até que tentou, mas o máximo que conseguiu foi ler durante o feriado, pois podia recostar a cabeça. Quanto a escrever, caro leitor, ainda não foi possível.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;A dificuldade em fixar os olhos na tela do computador, com o nariz na sua posição natural, ou seja, com as narinas apontadas para baixo, foram e são impedimentos para grafar mais que duas linhas.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Este pequeno desabafo, por exemplo, foi escrito durante uma manhã inteira, entre um espirro e outro, congestão e descongestão, com ajuda de remedinho, e idas ao banheiro para me diluir em coriza.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Espero conseguir escrever algo mais que isso ao longo da semana. Haja antialérgicos.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5388429033246593709-6336122627683256879?l=www.giovanadamaceno.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.giovanadamaceno.com/feeds/6336122627683256879/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5388429033246593709&amp;postID=6336122627683256879' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/6336122627683256879'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/6336122627683256879'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.giovanadamaceno.com/2011/06/entre-diluida-e-entupida.html' title='Entre diluída e entupida'/><author><name>Giovana Damaceno</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13541132833983084068</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-yKZXBeBC2dM/TpeNZJ6rouI/AAAAAAAAFvI/Jp7teHHbXLg/s220/corte%2B6.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-huyI5HIhIoQ/Tgih3118cQI/AAAAAAAABbs/F5mZ-lFtTMA/s72-c/nariz.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5388429033246593709.post-8587727153726148412</id><published>2011-06-21T23:47:00.000-03:00</published><updated>2011-06-21T23:47:55.445-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pessoal'/><title type='text'>Dos quintais da memória</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Senti falta de infância. Senti falta de ser criança. Doeu a saudade de tempos frescos, de família em casa, pai, mãe, irmãos, primos, do café cheiroso no bule às quatro da tarde e do pão quentinho chegando no cestão de vime do padeiro de bicicleta. Deu aquele aperto no coração ao me lembrar do quintal, da horta, da ameixeira, do galinheiro, do poço com tampa de pedra bem pesada que eu brincava em cima. Saudade dos colos, cuidados, carinhos, inocência.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-PpSUCLEJJ8k/TgFWd2pqViI/AAAAAAAABbc/R1FXz7uKRSs/s1600/Q1.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://2.bp.blogspot.com/-PpSUCLEJJ8k/TgFWd2pqViI/AAAAAAAABbc/R1FXz7uKRSs/s200/Q1.JPG" width="170" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Nem toda criança teve ou tem o que tive; não viveu a liberdade de ter um quintalzão de terra, brincar na lama, ter uma garnizé de estimação, poder passar um dia inteiro de calor apenas de calcinha, tomar banho no tanque quando se é bem pequena e mais tarde de mangueira, espalhando água por todo lado. Andei de velocípede (alguém sabe o que é isso?), depois tive uma bicicleta. Tinha uma caixinha de bolas de gude, um coelhinho de borracha, e um piano, e uma boneca chamada Katy.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;A família passava horas de uma tarde de fim de semana chupando cana, que minha mãe descascava e cortava; todo mundo sentado no quintal, sem pressa. Ou então meu pai mandava minha irmã ir à sorveteria Spumel comprar picolé. E lá ia com um isopor e trazia aquele monte de picolé, cujos sabor e textura ainda me lembro perfeitamente. E a turma era grande. Além dos seis filhos sempre havia um agregado: primo, prima, tia, passando uns tempos. O movimento era grande, divertido, trabalhoso pra minha mãe, que dava conta de tudo sozinha, mas ela também gostava.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Para mim eram tempos muito felizes, pelo menos calmos. Os irmãos mais velhos, adultos ou quase, já ingressavam no mundo das responsabilidades, mas a caçula aqui ainda demoraria a vislumbrar este mundo. Preferia as histórias que eu mesma criava com os móveis da minha casinha: armário, fogão, panelinhas, sofás. A gente criava um mobiliário inteiro de caixas de fósforo, encapado com tecidos variados. Minha mãe fazia roupas para a minha boneca e ela virava uma personagem fashion.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Um dia, com uma colega de infância, plantei uma semente de ameixa amarela (Nêspera). Durante anos acompanhei o crescimento daquela árvore que ficou enorme e acredito que ainda esteja lá. Se não me falha a memória foi o último pé de ameixa amarela que vi. Também não esqueço o sabor e a textura daquela frutinha carnuda de casca peluda e caroços redondos.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-ckQPGVDqsC0/TgFWsiSXgzI/AAAAAAAABbg/uoEU7Qmslec/s1600/Q2.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="151" src="http://1.bp.blogspot.com/-ckQPGVDqsC0/TgFWsiSXgzI/AAAAAAAABbg/uoEU7Qmslec/s200/Q2.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Na segunda fase da infância já morava em outra casa. Não tinha um quintal tão extenso, mas a qualidade estava nas árvores frutíferas ao meu dispor. Vamos ver se me recordo de todas: abacate, romã, goiaba vermelha, mexerica, figo, mamão, manga espada, limão e até uma parreira de uva. E mais outra coisa que a casa anterior não tinha: terraço. Levei boas palmadas na bunda por me arriscar a caminhar no beiral. Na calçada havia um fícus italiano (que na verdade é indiano), que com aquelas raízes aéreas era diversão pura quando meu pai não estava por perto.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Deste momento da minha vida de criança em diante, a família em casa começou a diminuir, com os casamentos dos irmãos. E a realidade trazida por aquele mundo que eu não conhecia foi se abrindo diante dos meus olhos. Era a adolescência chegando e com ela todas os compromissos da vida pré-adulta. Já curtia namorico na escola, me preocupava sozinha com a obrigação dos estudos, mas não abandonava minha pequena mobília e minhas bonecas. Tornei-me moça, como se dizia na época, mas queria continuar brincando de queimada e garrafão no meio da rua. Parecia um prenúncio do conflito que viveria em todos os meus dias. Cresci sem querer crescer.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-BclkqviuRjE/TgFXZBtH53I/AAAAAAAABbk/o1BmaSF0FfQ/s1600/Q3.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="135" src="http://2.bp.blogspot.com/-BclkqviuRjE/TgFXZBtH53I/AAAAAAAABbk/o1BmaSF0FfQ/s200/Q3.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Embora a saudade possa incomodar, pois tais momentos não voltam, é prazeroso lembrar e saber que desfrutei de tudo isso. E agora, três décadas depois, sinto que acontece uma nova transição, como a do início da adolescência, e a percebo por não curtir tanto mais minha família de origem, mas sim, a que criei. Cada irmão está voltado para sua própria família, enquanto outros se foram. É hora de fazer novos esforços, para crescer mais um pouquinho, desta vez sem conflitos, pois a idade já não permite a negação do avanço. Porém, permaneço a desfrutar os quintais das lembranças, pois são eles que mantêm viva a história que vou continuar contando.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5388429033246593709-8587727153726148412?l=www.giovanadamaceno.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.giovanadamaceno.com/feeds/8587727153726148412/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5388429033246593709&amp;postID=8587727153726148412' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/8587727153726148412'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/8587727153726148412'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.giovanadamaceno.com/2011/06/dos-quintais-da-memoria.html' title='Dos quintais da memória'/><author><name>Giovana Damaceno</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13541132833983084068</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-yKZXBeBC2dM/TpeNZJ6rouI/AAAAAAAAFvI/Jp7teHHbXLg/s220/corte%2B6.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-PpSUCLEJJ8k/TgFWd2pqViI/AAAAAAAABbc/R1FXz7uKRSs/s72-c/Q1.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5388429033246593709.post-4916012424645118883</id><published>2011-06-20T14:31:00.005-03:00</published><updated>2011-09-26T13:24:43.031-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cultura'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Saúde'/><title type='text'>Síndrome do Pequeno Poder</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-wcFOBF-ME8w/Tn_Fy6-zODI/AAAAAAAACQg/B9lbMvAlLvM/s1600/poder.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://3.bp.blogspot.com/-wcFOBF-ME8w/Tn_Fy6-zODI/AAAAAAAACQg/B9lbMvAlLvM/s200/poder.jpg" width="190" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Aprendi sobre a SPP anos atrás, com uma amiga muito espirituosa. Convivíamos em um ambiente onde qualquer oportunidade era aproveitada avidamente por quem busca o poder a todo custo. Nós, que pouco ligávamos para as disputas medíocres, sempre ríamos das situações ridículas em que pessoas se metiam, mergulhadas no desespero que provoca a simples vontade de mandar. E ela um dia disse que se tratavam de pessoas que sofriam da Síndrome do Pequeno Poder. E a partir do momento em que criamos definição para comportamento tão desprezível, notamos que o número de indivíduos a nossa volta que sofriam deste problema era bem maior do que podíamos imaginar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;/span&gt;A SPP atinge a de&lt;st1:personname w:st="on"&gt;sav&lt;/st1:personname&gt;isados ambiciosos e faz inúmeros doentes sociedade afora, desde as relações familiares, quando todos os irmãos submetem o caçula às suas ordens, até uma competição entre dois feirantes da mesma barraca, que querem mandar no vendedor recém-chegado. Da multinacional à economia informal, em qualquer carreira ou equipe de trabalho, a SPP ronda a todos, e pode pegar de tropeço quem menos espera. Até mesmo os seres considerados de ótimo caráter, éticos e altamente profissionais podem, sim, ser contaminados com o vírus da SPP, bastando que para isso descubram uma chance ímpar de aparecer, dar ordens, ser o rei da cocada de qualquer cor. É importante frisar que os portadores da SPP estão sempre disputando as pequenezas; daí o nome.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;E então, salve-se quem puder. Nós, que assistimos a virada no comportamento do tal indivíduo, sabendo exatamente o que estamos vendo, podemos apenas rir de suas trapalhadas, ou ficar revoltados com o monte de m* que espalha ao redor e ainda prejudica pessoas até pouco tempo consideradas amigas. É como desastre ambiental de grandes proporções, tipo queimada de floresta: beleza, saúde, ar puro, vira tudo cinza; e pode demorar décadas e décadas para voltar a ser como antes. Ou não.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Há pouco tempo escrevi uma crônica sobre os&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.giovanadamaceno.com/2011/04/aspectos-da-infelicidade.html"&gt;Aspectos da Infelicidade&lt;/a&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;que, a propósito, também cabe muito bem no tema de hoje. Pessoas infelizes podem descambar para a mediocridade e quererem tornar todos a sua volta infelizes. Não chegam a lugar algum e investem uma vida para barrar quem tem capacidade e competência para trilhar seus caminhos. E quando exercitam sua infelicidade sob o efeito do vírus da SPP ficam piores, pois se tornam semelhantes aos vilões dos folhetins, citados na crônica passada. Risíveis. Revoltantes. Dignos de pena.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-5Aaguqe5oj4/ToCnGwsWZoI/AAAAAAAACTM/E_p-N6F0cVw/s1600/mediocre1.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="195" src="http://3.bp.blogspot.com/-5Aaguqe5oj4/ToCnGwsWZoI/AAAAAAAACTM/E_p-N6F0cVw/s200/mediocre1.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;São a prova palpável do quanto a falta de educação, de informação e de cultura são prejudiciais ao ser humano. Um indivíduo assim pode ganhar espaço, vencer pequenas causas, abocanhar sempre a melhor parte do bolo (“Farinha pouca, meu pirão primeiro.”), sem o menor senso ético. Mas deixam claro que não têm a mínima noção de futuro, pois trilha seu caminho deixando um rastro de poeira que a ele mesmo deixará cego lá na frente, pois quando olhar para trás, verá que ficou sozinho no seu egoísmo. Há muitas histórias de portadores da SPP que terminaram suas vidas em completa solidão, com suas carreiras destruídas por causa de um comportamento doentio em favor de si próprios.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;A Síndrome do Pequeno Poder não perdoa ninguém. Nenhum ser humano está livre de ser acometido pelo vírus. Mas podemos facilmente identificar quando se está vulnerável e predisposto à mediocridade. E nunca é tarde para fazer um tratamento preventivo. A sociedade agradece.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5388429033246593709-4916012424645118883?l=www.giovanadamaceno.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.giovanadamaceno.com/feeds/4916012424645118883/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5388429033246593709&amp;postID=4916012424645118883' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/4916012424645118883'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/4916012424645118883'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.giovanadamaceno.com/2011/06/sindrome-do-pequeno-poder.html' title='Síndrome do Pequeno Poder'/><author><name>Giovana Damaceno</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13541132833983084068</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-yKZXBeBC2dM/TpeNZJ6rouI/AAAAAAAAFvI/Jp7teHHbXLg/s220/corte%2B6.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-wcFOBF-ME8w/Tn_Fy6-zODI/AAAAAAAACQg/B9lbMvAlLvM/s72-c/poder.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5388429033246593709.post-5392976331607288236</id><published>2011-06-16T14:11:00.002-03:00</published><updated>2011-09-25T21:20:26.151-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>Homens que falam demais</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-U0w969xKW38/Tn_FOYhxeMI/AAAAAAAACQc/8IM8I4z_ZsE/s1600/fofoca1.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://3.bp.blogspot.com/-U0w969xKW38/Tn_FOYhxeMI/AAAAAAAACQc/8IM8I4z_ZsE/s320/fofoca1.jpg" width="311" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Mulheres têm fama de falar muito. É histórico, antológico e pode ser machista, porque por trás desta acusação muitos homens escondem um defeitinho irritante: eles também falam muito. Pode ser que ninguém repare, afinal a pressão em cima da mulherada vem de longa data, porém tenho observado isso já há algum tempo e feito anotações a respeito. Em todos os lugares que vou ou que frequento, há sempre um bocado de testosterona ressoando na atmosfera, em tons normalmente acima dos decibéis aceitáveis. Mulheres falam alto; homens muito mais.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Todos os dias (ou quase todos) um grupo de professores almoça no mesmo restaurante que eu. A presença deles é tão marcante que quando não aparecem sinto falta, pois sempre divertem meu solitário horário de refeição. Eles chegam falando, pedem a refeição falando, se servem falando, se encaminham para a mesa sem parar de tagarelar e, juro, não sei como conseguem comer falando tanto. E falam alto, e discordam entre si, discutem, se desentendem. Os assuntos são variadíssimos, desde a política nacional até o milionário &lt;a href="http://g1.globo.com/pop-arte/noticia/2011/03/blog-de-maria-bethania-sofreu-ajuste-orcamentario-de-r-440-mil.html"&gt;blog da Maria Bethânia&lt;/a&gt;. Esta semana um deles se exaltou além da conta e o colega disse “pô, não dá pra conversar com você, cara, você fala muito”. E são inseparáveis.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Observe um ambiente cheio. A quantidade de homens e mulheres é até equilibrada. Que vozes mais se ouvem, as masculinas ou as femininas? Outro exemplo: mesa de bar. Nem é preciso ouvido atento para escutar o vozerio dos cuecas presentes. E como falam, e como xingam, e como riem e gargalham. São felizes estes caras.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Locais comumente frequentados por mulheres, os salões de cabeleireiros atualmente recebem uma clientela masculina cada vez maior. Preocupada com a estética e com o visual moderno, a rapaziada não só tem comparecido quase religiosamente aos salões quanto tem assumido que gostam tanto de exercer seu poder de falatório quanto as donas das madeixas mais compridas e alisadas nos secadores. Vi, vejo, presencio os caras lavando, hidratando, cortando e falando, falando, falando.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Dia desses estava à mesa de um restaurante, novamente sozinha, e ao lado um grupo formado por quatro homens e duas mulheres falava do &lt;a href="http://diariodovale.uol.com.br/noticias/5,41690,Professora%20e%20detida%20com%20aluno%20em%20motel%20de%20Barra%20do%20Pirai.html#axzz1PSdbUQD7"&gt;caso da professora&lt;/a&gt; de Volta Redonda que foi flagrada com o aluno de 15 anos num motel. O marido, segundo diziam, perdeu a razão ao fazer todo aquele escândalo, envolvendo a imprensa e a polícia. E dali surgiram comentários diversos, dos mais sórdidos às inevitáveis piadas, dando razão ou não à professora. Arrisque responder: quem mais falava, ria alto, xingava e vociferava? Homens, claro. As duas mulheres só assistiam e riam baixo.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Agora, brincando sério, pior que homem que fala muito é homem fofoqueiro. Pensa aí. Você conhece um. Conhece, sim, com certeza, porque este ser abjeto é mais comum do que se pensa. É uma presença que se faz amiga, mas na verdade é nefasta; está sempre por perto, rondando, o tempo todo coletando informação para reproduzir logo ali na frente, pelo simples prazer de dizer a alguém que sabe algo sobre sua vida e que ninguém mais sabe. E conta, salivando de prazer. Penso que este tipo deve ter uma vidinha muito borocoxô, para se interessar a este ponto pelos atos alheios. De mim, merece no máximo meu risinho de desprezo e quando muito um deboche. Ui!&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5388429033246593709-5392976331607288236?l=www.giovanadamaceno.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.giovanadamaceno.com/feeds/5392976331607288236/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5388429033246593709&amp;postID=5392976331607288236' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/5392976331607288236'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/5392976331607288236'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.giovanadamaceno.com/2011/06/homens-que-falam-demais.html' title='Homens que falam demais'/><author><name>Giovana Damaceno</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13541132833983084068</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-yKZXBeBC2dM/TpeNZJ6rouI/AAAAAAAAFvI/Jp7teHHbXLg/s220/corte%2B6.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-U0w969xKW38/Tn_FOYhxeMI/AAAAAAAACQc/8IM8I4z_ZsE/s72-c/fofoca1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5388429033246593709.post-888821116358259722</id><published>2011-06-13T21:57:00.003-03:00</published><updated>2011-09-25T21:16:13.440-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cultura'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>Homoafetivas</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 20px;"&gt;&lt;b&gt;Amor pra vida toda&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 19px;"&gt;&lt;/span&gt;Caroline e Venera estão juntas há 70 anos. Apaixonaram-se em 1939, decidiram unir suas vidas e desde então vivem um casamento homossexual. Na maior parte do tempo, a relação ficou protegida dos olhares preconceituosos da sociedade. Uns pensavam que eram irmãs; outros, amigas solteironas que moravam na mesma casa. No entanto, elas são um exemplo de que quando o assunto é homoafetividade, há de ser tratado com respeito.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-u0oM-P9ann4/Tn-stGHyh0I/AAAAAAAACII/iZQZJ90aVVo/s1600/caroline-leto-venera-magazzu.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="212" src="http://3.bp.blogspot.com/-u0oM-P9ann4/Tn-stGHyh0I/AAAAAAAACII/iZQZJ90aVVo/s320/caroline-leto-venera-magazzu.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Venera tem 97 anos e Carol 96. Iniciaram a vida a duas com apenas poucas pessoas da família e alguns amigos a par de sua opção. Uma era professora e a outra era operadora de telégrafo. Moraram numa casa simples durante quase toda a vida. Há alguns anos estão na Flórida, onde já manifestam suas escolhas, revelam seu casamento ao mundo e declaram apoio às atividades da comunidade LGBT.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Aos mais velhos, pergunto: quantas duplas de senhoras solteironas, que moravam sozinhas na mesma casa já conhecemos ou ouvimos falar? Quantas destas solteironas se apresentavam como primas, irmãs ou simplesmente amigas? Quantas delas não poderiam, sim, tratar-se de um casal?&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;A homossexualidade não é algo novo, dos tempos modernos. &lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;A prática do homoerotismo está presente na sociedade humana desde sempre. Na Grécia antiga, os &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;meninos atenienses eram educados por mentores, com quem praticavam sexo passivo dos 12 aos 18 anos. Era uma obrigação social para um homem adulto adotar um jovem e se responsabilizar por sua educação filosófica e sexual, sob risco de ser considerado omisso em seus deveres. Depois dos 18 anos, o jovem passava a ser praticante ativo e deveria, por sua vez, educar meninos. E só se casava em torno dos 25 anos; porém, muitos continuavam praticando sexo homossexual, pois consideravam que a relação com os homens era para o prazer, e com as mulheres, apenas para a procriação. Enfim, a bissexualidade era encarada como prova de virilidade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-IirSBOQm2r4/Tn-swIjR_hI/AAAAAAAACIQ/z-RH_9D1MGw/s1600/safo.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://4.bp.blogspot.com/-IirSBOQm2r4/Tn-swIjR_hI/AAAAAAAACIQ/z-RH_9D1MGw/s320/safo.jpg" width="209" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;/span&gt;No caso do sexo entre mulheres a história nos leva à poetisa Safo, no século VI antes de Cristo, cuja produção artística foi quase toda destruída por ordem do Papa Gregório VII. Neste período tivemos ainda a filósofa Filênis, e também as Amazonas, que formavam uma tribo de mulheres que se relacionavam sexualmente; com homens, apenas eventualmente, com objetivo único de procriar.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Se é assim desde que o mundo é mundo, condenado ou não pelo cristianismo - que estabelece a relação sexual apenas para a multiplicação da espécie -, a homossexualidade não deveria ser novidade para ninguém, muito menos motivo de espanto, medo, pânico ou fobia. Se pecado ou perversão, dependendo da forma que se pratica, é problema de cada um. O preconceito entra justamente na pretensão do homem ou da sociedade em julgar, atirar a milionésima pedra. Quem duvidará que existiu e existe amor entre Carol e Venera? Quantos casais héteros se toleram por tanto tempo? “Olhe para os casais heterossexuais. Você tem sorte se ainda permanece casado após sete anos. Esta é uma história de amor incrível”, disse um dos amigos do casal, numa das dezenas de reportagens que pipocaram na internet na última semana.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-Cqe7zwADDAY/Tn_EQqjjhMI/AAAAAAAACQY/XQDMQArohdI/s1600/images.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-Cqe7zwADDAY/Tn_EQqjjhMI/AAAAAAAACQY/XQDMQArohdI/s1600/images.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Tenho alguns amigos e amigas homossexuais devidamente casados, ou melhor, unidos pelo desejo de estarem juntos, com amor, carinho, respeito, amizade, cumplicidade. Uns têm filhos ou assumem os filhos do outro como seus, dividem as tarefas domésticas normalmente, trabalham, estudam, viajam em família, professam e praticam suas religiões. Onde estaria o erro, a deficiência, ou a doença como muitos afirmam estar a origem da homossexualidade? Carol e Venera, com quase 100 anos cada uma, provam que nunca foram doentes por amar alguém do mesmo sexo. E&amp;nbsp; sempre quiseram contar às pessoas sobre seu amor, mas demoraram muito para poder viver esta liberdade, ainda capenga, é certo.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Quando dei de cara com a notícia sobre este casal, pensei “nossa, conheço a homossexualidade há apenas trinta e poucos anos. Antes disso, estas mulheres já sofriam para se amar”. E, mesmo batendo no peito para dizer que sou intolerante com a intolerância, me dei conta do quanto ainda preciso caminhar para aprender com o caminho.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5388429033246593709-888821116358259722?l=www.giovanadamaceno.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.giovanadamaceno.com/feeds/888821116358259722/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5388429033246593709&amp;postID=888821116358259722' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/888821116358259722'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/888821116358259722'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.giovanadamaceno.com/2011/06/homoafetivas.html' title='Homoafetivas'/><author><name>Giovana Damaceno</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13541132833983084068</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-yKZXBeBC2dM/TpeNZJ6rouI/AAAAAAAAFvI/Jp7teHHbXLg/s220/corte%2B6.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-u0oM-P9ann4/Tn-stGHyh0I/AAAAAAAACII/iZQZJ90aVVo/s72-c/caroline-leto-venera-magazzu.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5388429033246593709.post-202739259261635486</id><published>2011-06-12T08:09:00.000-03:00</published><updated>2011-06-12T08:09:00.073-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Datas'/><title type='text'>Amasso no sofá</title><content type='html'>Recebi o vídeo abaixo por email e o arquivei, pelo simples motivo de ser bonitinho e queria mostrar ao meu filho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém, hoje, diferente de qualquer domingo, quando não faço postagens no blog, pensei em mudar a rotina e, claro, Dia dos Namorados merece.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não conheço a procedência, portanto não posso dar o devido crédito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-2a5d79dfd9a286b9" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v21.nonxt7.googlevideo.com/videoplayback?id%3D2a5d79dfd9a286b9%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1331463694%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D230B59132761D981DDA83E3A4F9852ED1383317A.2EDDAD3EC11C5A451754738E703ED9D8180742F2%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D2a5d79dfd9a286b9%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DrHUxLg59f7Q_ew5YWw8Tc7EuUKg&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v21.nonxt7.googlevideo.com/videoplayback?id%3D2a5d79dfd9a286b9%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1331463694%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D230B59132761D981DDA83E3A4F9852ED1383317A.2EDDAD3EC11C5A451754738E703ED9D8180742F2%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D2a5d79dfd9a286b9%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DrHUxLg59f7Q_ew5YWw8Tc7EuUKg&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5388429033246593709-202739259261635486?l=www.giovanadamaceno.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.giovanadamaceno.com/feeds/202739259261635486/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5388429033246593709&amp;postID=202739259261635486' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/202739259261635486'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/202739259261635486'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.giovanadamaceno.com/2011/06/amasso-no-sofa.html' title='Amasso no sofá'/><author><name>Giovana Damaceno</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13541132833983084068</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-yKZXBeBC2dM/TpeNZJ6rouI/AAAAAAAAFvI/Jp7teHHbXLg/s220/corte%2B6.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5388429033246593709.post-1731678813979730818</id><published>2011-06-10T07:09:00.003-03:00</published><updated>2011-09-25T21:24:03.236-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pessoal'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>Dia dos Namorados</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Apaixonados para sempre por uma noite&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;Há tanto a dizer sobre namorar. Por mais que poetas e escritores já tenham falado tudo sobre isso e de todas as formas, namorar, amar, apaixonar são temas que sempre nos inflam, pois mobilizam um calorzinho bem lá dentro, do qual ninguém está livre. A data é comercial, todos o sabem. Lojas, restaurantes, salões de beleza e até carrocinhas de cachorro-quente levam o seu, mas é impossível não expectar o dia 12 de junho. Parece que todo mundo sai do sério, tira os pés do chão, esquece de verdade o dia a dia, só pra curtir um pouquinho de romantismo, de beijo na boca com carinho ou volúpia, abraço aconchegante ou lascivo, sexo com muito amor e para sempre enquanto o dia (ou a noite) dure. E a temperatura fria ainda colabora, vamos combinar.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Mas, e no resto do ano, não fazemos isso?&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Li um texto do &lt;a href="http://www.assimumabrastemp.com.br/2011/06/e-pela-terceira-vez-voz-declaro/"&gt;Hélio de La Pena&lt;/a&gt; em que fala sobre seus vários casamentos com a mesma mulher e que continua namorando. Também li outro texto em que o autor, casado, defende o Dia dos Namorados mesmo assim. Sou casada e no próximo domingo, sem furo, pretendo fazer minha comemoração a dois, com direito a jantar, vinho e depois.... bem, o dia seguinte é segunda, relógio desperta às 6h, vamos ver o que dá pra fazer.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Aonde quero chegar?&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Costumo ser fria e cética com datas comemorativas, mas tenho tentado mudar esta visão. E é justamente por isso que estou aqui a defender o Dia dos Namorados, que todos os casais se deem ao direito de curtir uma data especial, esquecendo-se de tudo o que for dado realístico e entregando-se livremente a um momento festivo regado a amor e paixão. Piegas, né? Mas existe algo mais piegas que Dia dos Namorados? Sejamos, portanto, piegas por um dia.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Merecemos momentos comemorativos, na mesma linha do Dia das Mães, Pais, Crianças, Natal, dos vários profissionais lembrados em todos os dias do ano. E seus devidos presentes, claro. Passamos rapidamente por aqui e penso ser um enorme desperdício não ver a vida com olhos leves, algo que não sabia fazer até um tempo atrás, mas estou tentando aprender, devagarzinho. Lembro das histórias de fadas, dos contos que minha mãe contava, dos livros que li na infância e o que tiro destas recordações? Que vale a pena, sim, fantasiar, nem que seja num dia, o Dia dos Namorados, uma vida inteira de puro romance que dura uma noite. Uma delícia que vale por anos.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;E para os que não têm namorado ou namorada, que estão procurando uma onda pra jogar a prancha no fim de semana, não se desesperem. Há programas ótimos para se fazer sozinho num domingo frio: ler, dormir, comer chocolate para espantar a depressão, dormir de novo. E para os que são céticos sobre a relações a dois, principalmente as duradouras, as quais chamamos casamento: não sabem o que estão perdendo. Melhor correr, porque a fila, ó, tá lá na frente.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5388429033246593709-1731678813979730818?l=www.giovanadamaceno.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.giovanadamaceno.com/feeds/1731678813979730818/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5388429033246593709&amp;postID=1731678813979730818' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/1731678813979730818'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/1731678813979730818'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.giovanadamaceno.com/2011/06/dia-dos-namorados.html' title='Dia dos Namorados'/><author><name>Giovana Damaceno</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13541132833983084068</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-yKZXBeBC2dM/TpeNZJ6rouI/AAAAAAAAFvI/Jp7teHHbXLg/s220/corte%2B6.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5388429033246593709.post-7017195459056925033</id><published>2011-06-09T07:38:00.001-03:00</published><updated>2011-06-09T07:38:00.373-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Papo Rápido'/><title type='text'>Papo Rápido</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;*&lt;/b&gt; Tenho ouvido nas rádios locais um spot para comercialização de unidades residenciais, cujo slogan é “Tenha uma vida de rei”. Gostaria imensamente de saber como é possível ter vida de rei numa casa com apenas dois quartos. E já que tais unidades estão sendo oferecidas pelo programa “Minha Casa Minha Vida”, claro que não devem ser dois enormes quartos, ambos suíte e com closet, uma enorme sala, copa-cozinha, dispensa, banheiro social, dependência de empregada, bar, churrasqueira, piscina, sauna, jardim, varandão e garagem para quatro carros, né? Creio que a publicidade, neste caso, está um tanto incoerente.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;*&lt;/b&gt; Por falar em publicidade, vi no Twitter dia desses alguém criticando os spots publicitários da prefeitura de Barra Mansa, veiculados nas rádios da região. Dizia o post que as falas são pra lá de piegas. E não é que eu concordo?!&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;*&lt;/b&gt; Educação no trânsito é artigo de luxo mesmo. É o local onde todo mundo mostra o quanto o ser humano pode ser irracional. Depois vêm me dizer que dar seta, não forçar passagem e respeitar filas é coisa de mulher. Para mim é coisa de gente educada.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;* &lt;/b&gt;Pasmem, caríssimos leitores: a prefeitura de Volta Redonda colocou duas grandes faixas na entrada da Ilha São João, durante a XVIII ExpoAgro, no último fim de semana. As duas com erros de Português graves:&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #783f04;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;“É expressamente &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;proibido a entrada&lt;/b&gt; e a permanência de menores de 16 anos&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;desacompanhados dos responsáveis.”&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #783f04; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #783f04; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;“&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;Obrigatório a entrega&lt;/b&gt; de 1kg de alimento não perecível (menos sal).”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;Fotos comprovam:&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-T0BD__dFPqE/TfAZ6ZwTN0I/AAAAAAAABYE/IR8xYOiqdyw/s1600/faixa+2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="238" src="http://1.bp.blogspot.com/-T0BD__dFPqE/TfAZ6ZwTN0I/AAAAAAAABYE/IR8xYOiqdyw/s400/faixa+2.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-9qxBdZXpV9U/TfAZxx9uTwI/AAAAAAAABYA/gpLBGzrB7-Q/s1600/faixa+1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="230" src="http://3.bp.blogspot.com/-9qxBdZXpV9U/TfAZxx9uTwI/AAAAAAAABYA/gpLBGzrB7-Q/s400/faixa+1.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;Se estiver precisando de revisor, estou à disposição.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;*&lt;/b&gt;Atenção restaurantes que fazem sucesso com seus deliciosos caldos nestes dias frios: este prato deve ser servido com pão em quantidade farta. Quatro torradinhas minguadas no prato da cumbuca é covardia.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;*&lt;/b&gt; Não posso deixar de registrar a ótima impressão que me causou a Banda Solaira, que se apresentou durante a programação da XVIII &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;ExpoAgro, na Ilha São João. Músicos e coro nos mostram arranjos criativos e belíssimos para um repertório que passaria por simples reprodução de grandes sucessos, não fosse o talento de cada um dos integrantes, sob o comando do competente Henrique Solaira. Gostei muito e quero mais.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;*&lt;/b&gt; Ainda no assunto música, termino o Papo Rápido de hoje com um beijo muito afetuoso no meu super amigo &lt;a href="http://www.jorgeguilherme.com.br/"&gt;Jorge Guilherme&lt;/a&gt;. Lindo trabalho e merecido sucesso. Acompanho a história dele desde os primeiros sons e sei o quanto Jorginho merece esta ascensão. É resultado certo de trabalho bem feito.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5388429033246593709-7017195459056925033?l=www.giovanadamaceno.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.giovanadamaceno.com/feeds/7017195459056925033/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5388429033246593709&amp;postID=7017195459056925033' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/7017195459056925033'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/7017195459056925033'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.giovanadamaceno.com/2011/06/papo-rapido.html' title='Papo Rápido'/><author><name>Giovana Damaceno</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13541132833983084068</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-yKZXBeBC2dM/TpeNZJ6rouI/AAAAAAAAFvI/Jp7teHHbXLg/s220/corte%2B6.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-T0BD__dFPqE/TfAZ6ZwTN0I/AAAAAAAABYE/IR8xYOiqdyw/s72-c/faixa+2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5388429033246593709.post-670167344484049484</id><published>2011-06-07T07:55:00.002-03:00</published><updated>2011-09-25T21:24:24.558-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ambiente'/><title type='text'>Salvar o planeta?</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="color: #333333; font-family: Georgia;"&gt;&lt;i&gt;Por &lt;a href="http://letraempo.blogspot.com/"&gt;Gilson Rosza&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="color: #333333; font-family: Georgia;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="color: #333333; font-family: Georgia;"&gt;O termo "salvar o planeta" expressa bem a visão romântica herdada dos hippies que ainda estavam ativos no final dos anos 70. É um conceito bonito, embora ingênuo demais, porque faz a gente imaginar o planeta como um coitadinho indefeso, incapaz de se defender dos ataques aos seus complexos sistemas de autossustentação.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Georgia;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="color: #333333; font-family: Georgia;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Georgia;"&gt;Isto não é nem um pouco verdade e basta assistir com certa regularidade aos diversos programas no Discovery ou&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=LARt6BQbR40"&gt;&lt;span style="color: #336699;"&gt;History Channel&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, dedicados a contar a trajetória do planeta desde os primórdios para perceber que a imagem que os seres humanos fazem de si próprios, como senhores do planeta e tutores das formas de vida existentes é uma infantil visão religiosa arcaica, equivocada e tão antropocêntrica quanto irreal.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Georgia;"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Georgia;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Georgia;"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;Bem antes de a&amp;nbsp;espécie humana existir, a vida no planeta já foi&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;a href="http://super.abril.com.br/revista/240a/materia_especial_261608.shtml?pagina=1"&gt;&lt;span style="color: #336699;"&gt;extinta pelo menos cinco vezes&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;e isso foi causado por inúmeros fatores, alguns deles gerados por atividade natural do planeta, atividade geológica, causando mudanças climáticas devastadoras. O próprio planeta “consertou” isso favorecendo que muitas formas de vida se adaptassem a tais mudanças extremas, enquanto outras foram extintas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Georgia;"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Georgia;"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Georgia;"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;Nosso conceito míope sobre quem somos e qual o nosso papel aqui nos impede de perceber que a natureza dispõe em abundância daquilo que temos muito pouco, ou seja: tempo. O que são 500 anos para a natureza? O que são 10, 30, 50 mil anos para ela que pode se dar ao luxo de esperar centenas de milhares de anos para se recuperar depois que a insensatez e a estupidez levar a raça humana à autodestruição, junto com suas divindades vingativas, seu suposto conhecimento, sua tecnologia, a necessidade de conforto que tanto adoramos e que a explosão de consumo que estamos vivendo agora mostra não haver nenhuma disposição&amp;nbsp;para abrir mão destas coisas, mesmo&amp;nbsp;sabendo que é&amp;nbsp;isso que está exaurindo recursos naturais em uma velocidade jamais vista antes. Então vamos ser sinceros! Tudo o que precisa ser feito hoje em matéria de sustentação, deve ser feito primeiro por nós mesmos, visando a nossa própria sobrevivência.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="color: #333333; font-family: Georgia;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Georgia;"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="color: #333333; font-family: Georgia;"&gt;O planeta existe há bilhões de anos e sempre soube se virar por conta própria sem os humanos. A maior prova disso são as alterações climáticas provocadas em algumas situações por uma voraz produção industrial fora de controle. Isso que pensamos erroneamente ser um problema que está afetando a natureza é na verdade ela própria&amp;nbsp;agindo para se livrar de nós! Somos a pior infestação que já&amp;nbsp;viveu neste planeta, uma praga&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span style="color: #333333; font-family: Georgia;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: #333333; font-family: Georgia;"&gt;homo sapiens&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span style="color: #333333; font-family: Georgia;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="color: #333333; font-family: Georgia;"&gt;que se multiplica velozmente enquanto consome tudo de forma&amp;nbsp;descontrolada, suja e que pode estar sendo exterminada por ela sem pressa e sem fazer muita força.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Georgia;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="color: #333333; font-family: Georgia;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Georgia;"&gt;Quem olhar bem, verá que não é a natureza que precisa de salvação, é a nossa espécie. Não é o planeta que esta correndo risco de desaparecer, é a humanidade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Georgia;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;object class="BLOGGER-youtube-video" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0" data-thumbnail-src="http://2.gvt0.com/vi/fY4L5npPdao/0.jpg" height="266" width="320"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/fY4L5npPdao&amp;fs=1&amp;source=uds" /&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF" /&gt;&lt;embed width="320" height="266" src="http://www.youtube.com/v/fY4L5npPdao&amp;fs=1&amp;source=uds" type="application/x-shockwave-flash"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white; font-family: Georgia;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5388429033246593709-670167344484049484?l=www.giovanadamaceno.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.giovanadamaceno.com/feeds/670167344484049484/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5388429033246593709&amp;postID=670167344484049484' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/670167344484049484'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/670167344484049484'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.giovanadamaceno.com/2011/06/salvar-o-planeta.html' title='Salvar o planeta?'/><author><name>Giovana Damaceno</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13541132833983084068</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-yKZXBeBC2dM/TpeNZJ6rouI/AAAAAAAAFvI/Jp7teHHbXLg/s220/corte%2B6.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5388429033246593709.post-1375994077884415818</id><published>2011-06-06T11:03:00.003-03:00</published><updated>2011-09-25T21:25:11.919-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Arte'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cultura'/><title type='text'>Visão Coletiva em primeira exposição</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal"&gt;A Galeria de Arte Clécio Penedo, do UBM, &lt;st1:personname productid="em Barra Mansa" w:st="on"&gt;em Barra Mansa&lt;/st1:personname&gt;, abre hoje às 20 horas a I Exposição de Fotografias do grupo Visão Coletiva.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Quinze novos fotógrafos mostram ao público sua sensibilidade em trabalhos variadíssimos e de tamanha qualidade que mereceram uma apresentação de um dos melhores profissionais da área na região, André Sodré. “É uma calmaria aos olhos um grupo de novos fotógrafos tão eclético na escolha dos temas, estética pessoal e compreensão do que é fotografar e ao mesmo tempo análogo em objetivos e na busca de um estilo”, avalia.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;A exposição reúne fotos de Leonan Claro, Mariana Alves, Tatiana Santos, Vinícius Luiz, Jader Mattos, Dayana Oliveira, Jair de Assis, Bia Vilela, Leandro Torturella, Ingrid Alves, Louyse Gerardo, Tamer Brito, Victor Mauro, Nathany Marques, Fernanda Lider.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;O grupo Visão Coletiva nasceu na rede social Flickr, em 2010, com uma pequena turma que compartilhava interesses comuns na área da fotografia. Atualmente são 76 pessoas que postam suas fotos e participam on line do grupo. “Estar com o Visão Coletiva é a realização de um sonho; há muito admirava de longe as atividades desta galera”, revela Jair de Assis.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;A maioria dos participantes é de Volta Redonda e Barra Mansa, mas há também membros ativos de outras cidades, como Beatriz Villela, de Cruzeiro/SP, e o brasileiro que vive na Alemanha, João Xavi.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;O grupo Visão Coletiva é aberto a todos os interessados em fotografia, tanto amadores como profissionais, como forma de linguagem e expressão. “Desde a infância queria aprender fotografia, mas não imaginava que ela faria parte da minha vida profissional, ao mesmo tempo em que se transforma numa atividade tão prazerosa. A fotografia me proporciona uma expressão artística extrema”, define Jader Mattos.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;A exposição fica aberta de hoje até 1° de julho, de segunda a sexta, das 16 às 21 horas.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5388429033246593709-1375994077884415818?l=www.giovanadamaceno.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.giovanadamaceno.com/feeds/1375994077884415818/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5388429033246593709&amp;postID=1375994077884415818' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/1375994077884415818'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/1375994077884415818'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.giovanadamaceno.com/2011/06/visao-coletiva-em-primeira-exposicao.html' title='Visão Coletiva em primeira exposição'/><author><name>Giovana Damaceno</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13541132833983084068</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-yKZXBeBC2dM/TpeNZJ6rouI/AAAAAAAAFvI/Jp7teHHbXLg/s220/corte%2B6.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5388429033246593709.post-2812214856905004056</id><published>2011-06-03T08:34:00.001-03:00</published><updated>2011-09-25T21:26:44.162-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comunicação'/><title type='text'>Fui pega no povo-fala</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal"&gt;Distraída na calçada, correndo como sempre, atrasada para a sessão de terapia, eis que a repórter Kênia Pinheiro, da TV Rio Sul, me para: “Boa tarde. Você pode falar um pouquinho com a gente?”. Dentro da cabeça o motorzinho da memória não me permitiu dizer “Agora não; tô com pressa”. Quantas e quantas vezes era eu ali, naquela condição de pedinte, implorando para que as pessoas topassem me conceder uma entrevistinha rápida? “Sim, claro, pois não”.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;E pela primeira vez, em mais de 20 anos de profissão, senti o que é ser pega de surpresa com uma pergunta cacete, que precisa ser respondida no ato, sem direito a raciocínio, com uma câmera ligada na cara e um par de olhos insistentes esperando que a entrevistada abra a boca pra falar qualquer coisa. Mas eu não posso falar qualquer coisa, pensei, e os segundos passando. Sem solução, brinquei “você me apertou sem me abraçar”. E ela repetiu a pergunta. Ah, que bom, mais alguns segundinhos para formular uma resposta curta, inteligente, convincente e compreensível.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;O motivo de tanta dificuldade? Sou jornalista e com experiência &lt;st1:personname productid="em TV. Perfeccionista"&gt;em TV.  Perfeccionista&lt;/st1:personname&gt; irritante, quis responder algo que facilitasse o trabalho da repórter e do editor, mas tal ânsia só me encrencou ainda mais. Claro, a repórter era ela; eu estava ali só pra responder. E por conta da minha hesitação, Kênia precisou reiterar a pergunta outras duas vezes, até que, juntas, chegássemos a uma resposta, digamos, mais redonda (bom, penso que chegamos). No final, a identificação: “Pode falar seu nome completo, por favor?”. E eu, rindo, envergonhada pela resposta ridícula que dei, “Giovana Damaceno”. Pronto, sabe aquele desejo que o chão se abra? A gente sente de verdade. “Você é a famosa Giovana Damaceno?”. Argh!, sou. E aí, com a câmera desligada, expliquei que não acreditava no que me perguntara; por isso a breve confusão.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Foi isso, também. Disse que a pergunta era cacete, porque a repórter queria saber qual a minha opinião sobre um projeto da Câmara Municipal de produzir um catálogo para que a população conhecesse suas leis. E pra mim não é tão simples apenas emitir uma resposta do tipo: “Legal, isso é importante”, simplesmente porque não é somente legal, nem somente importante, ou nem é coisa alguma, dependendo do ponto de vista. E então? Como formular a tal resposta redondinha, que é o que o repórter espera quando sai para fazer um povo-fala?&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;“Apenas mostrar que as leis existem não basta”. Foi mais ou menos isso o que editaram da minha resposta na matéria exibida ontem, no RJ 1ª Edição. Criar lei é muito fácil. Elas saem aos borbotões das cabeças de legisladores de todo tipo, de bom ou mau caráter. São leis úteis, inúteis, favorecedoras de interesses particulares... motivações não faltam. Mas, e como fazer que elas sejam cumpridas? Esta é uma das principais falhas que ocorrem no momento em que um projeto de lei passa pela mente de um vereador ou deputado. Como é que vai se fazer cumprir? E se não for cumprida, como é que o povo cobra?&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-wzs95L6ZWnE/Tn_GsJ1FzrI/AAAAAAAACQk/38MFLp95Vno/s1600/velhos+tempos.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://2.bp.blogspot.com/-wzs95L6ZWnE/Tn_GsJ1FzrI/AAAAAAAACQk/38MFLp95Vno/s200/velhos+tempos.jpg" width="128" /&gt;&lt;/a&gt;Voltamos, portanto, ao meu momento de aperto sem abraço: não posso simplesmente responder o que penso assim, de supetão.&amp;nbsp;Os vereadores querem mostrar um catálogo de leis ao povo pra quê? Querem nos convencer de quê? Enganar a quem? Onde está o objetivo educativo desta proposta? Isso interessa exatamente a quem? São muitas as perguntas a responder. E o pobre entrevistado é pego no laço para opinar.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;O motorzinho da memória é novamente acionado. Quanta maldade eu fiz com um monte de gente nas ruas quando fui repórter de tv...Fiz muitas pessoas passarem sufoco diante de mim, obrigadas a dar resposta rápida e rasteira aos mais diversos assuntos.&amp;nbsp; Nós, repórteres, com o microfone à mão, pensamos que tudo é fácil, mas não é. Tanto não é que até agora estou tentando formular a resposta ideal e ainda não consegui.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5388429033246593709-2812214856905004056?l=www.giovanadamaceno.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.giovanadamaceno.com/feeds/2812214856905004056/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5388429033246593709&amp;postID=2812214856905004056' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/2812214856905004056'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/2812214856905004056'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.giovanadamaceno.com/2011/06/fui-pega-no-povo-fala.html' title='Fui pega no povo-fala'/><author><name>Giovana Damaceno</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13541132833983084068</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-yKZXBeBC2dM/TpeNZJ6rouI/AAAAAAAAFvI/Jp7teHHbXLg/s220/corte%2B6.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-wzs95L6ZWnE/Tn_GsJ1FzrI/AAAAAAAACQk/38MFLp95Vno/s72-c/velhos+tempos.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5388429033246593709.post-9149013963062223671</id><published>2011-06-01T11:48:00.002-03:00</published><updated>2011-09-25T21:27:13.305-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comunicação'/><title type='text'>A redação mais bonita da cidade</title><content type='html'>Não havia caído nas graças do mais recente viral do Youtube, &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=QW0i1U4u0KE"&gt;"A banda mais bonita da cidade"&lt;/a&gt;, quando hoje dei de cara com uma paródia sensacional da tal "Oração".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tentei descrever o VT aqui, antes de apresentá-lo aos meus queridos leitores, mas &lt;b&gt;"A redação mais bonita da cidade"&lt;/b&gt; precisa ser vista, principalmente pelos meus colegas de profissão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de assistir e de dar muita risada, resolvi, enfim, ver o VT da outra banda, aquela com um monte de gente feliz, muito chatinha. E eu ri ainda mais. Ri porque preferi os versos criados pela galera da redação, que mostra de forma hilária e debochada a dificuldade que é fechar um jornal por dia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abaixo, o vídeo produzido pelos meus coleguinhas. E pra quem não entender a letra, também reproduzo em seguida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;object class="BLOGGER-youtube-video" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0" data-thumbnail-src="http://3.gvt0.com/vi/4KpoHyz1Kns/0.jpg" height="266" width="320"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/4KpoHyz1Kns&amp;fs=1&amp;source=uds" /&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF" /&gt;&lt;embed width="320" height="266" src="http://www.youtube.com/v/4KpoHyz1Kns&amp;fs=1&amp;source=uds" type="application/x-shockwave-flash"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Oração do Jornalista&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Redação não é tão simples quanto pensa&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Nela todo dia tem uma dispensa&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Tem um editor&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Com três páginas inteiras&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Isso numa sexta-feira&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Então, você se ferrou&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Você não é dois&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Não existe uma oração&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Pra salvá-lo do plantão&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5388429033246593709-9149013963062223671?l=www.giovanadamaceno.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.giovanadamaceno.com/feeds/9149013963062223671/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5388429033246593709&amp;postID=9149013963062223671' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/9149013963062223671'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/9149013963062223671'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.giovanadamaceno.com/2011/06/redacao-mais-bonita-da-cidade.html' title='A redação mais bonita da cidade'/><author><name>Giovana Damaceno</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13541132833983084068</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-yKZXBeBC2dM/TpeNZJ6rouI/AAAAAAAAFvI/Jp7teHHbXLg/s220/corte%2B6.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5388429033246593709.post-720103077916646519</id><published>2011-05-25T12:42:00.001-03:00</published><updated>2011-09-25T21:29:17.844-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pessoal'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>Aventura na madrugada</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-l5GxLvcc-hA/Tn_HRj_en5I/AAAAAAAACQo/kNSnNZI_CIQ/s1600/sonho-2.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://1.bp.blogspot.com/-l5GxLvcc-hA/Tn_HRj_en5I/AAAAAAAACQo/kNSnNZI_CIQ/s320/sonho-2.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Tem dia que a gente fica meio assim, zonza, saudosa, ou confusa, por causa de um sonho. Eu, com certeza. Dos vários sonhos que tenho durante a madrugada, posso me lembrar de quase todos quando acordo, mas sempre há algum mais significativo, marcante, assustador ou somente afetivo, nostálgico.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Quando consigo dormir plenamente, minhas noites costumam ser tão agitadas quanto &lt;st1:personname productid="em vig￭lia. Tenho" w:st="on"&gt;em  vigília. Tenho&lt;/st1:personname&gt; sonhos dos mais diversos, em cores vibrantes, sempre com muito movimento e diálogos. Encontro-me com pessoas também diversas, que podem ser familiares, amigos, ou gente que nunca vi. Aliás, o que mais me aparece é gente que não conheço. Não sei como crio tantas imagens humanas, com suas peculiaridades muito bem detalhadas. Queria ser tão criativa assim de olhos abertos.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Às vezes canso de tanto sonhar. Há dias em que acordo exausta, como se tivesse realmente vivido aquela aventura toda. Digo isso porque a grande maioria dos meus sonhos é como filme; eles têm início, meio e fim, com direito a desfecho e o relógio despertando &lt;st1:personname productid="em seguida. E" w:st="on"&gt;em seguida. E&lt;/st1:personname&gt; não é raro levantar como se não tivesse dormido: muito cansada.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Tenho amigos que dizem não sonhar. Deitam, apagam, passam a noite &lt;st1:personname productid="em branco. N￣o" w:st="on"&gt;em branco. Não&lt;/st1:personname&gt; sei se isso é possível, pois o cérebro se mantém em movimento permanente. O que pode ocorrer, creio, é o indivíduo não se lembrar de nada. Nada mesmo. E achar que não sonha. Neste caso, apesar de eu ficar tonta de sono quando sonho muito, prefiro continuar com meus passeios noturnos. No mínimo é interessantes lembrar depois. Muitos deles até escrevo e viram pequenas histórias surreais.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Hoje, por exemplo, sonhei que minha gata, a Flora, caiu num recipiente parecido com um vaso sanitário e foi embora com a água em pressão, feito a descarga. Porém, imediatamente após ser engolida pelo encanamento, ela me apareceu metros depois, no fundo de um outro vasilhão, com as patinhas esticadas, olhos fechados. E eu, simplesmente, a tirei de lá, a enxuguei e pronto. Não lembro de mais nada. Vai entender.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Também tenho sonhos que duram muito tempo, desses que acontecem em partes, intervaladas por uma ida ao banheiro ou à cozinha. Sério. Sou capaz de acordar de um sonho, me levantar, voltar à cama, pegar no sono novamente e continuar de onde parei. E isso já aconteceu mais de uma vez numa só noite, com o sonho interrompido duas vezes, ou seja, sonhei em três capítulos.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Como disse, sonhar é muito interessante, ou divertido, pelo menos no meu caso. Mas pode ser doloroso também. Não falo dos pesadelos, muito comuns nas minhas madrugadas. Neste momento em que escrevo tenho o coração apertado pela lembrança enevoada de outro sonho que tive hoje. Posso dizer que me encontrei com uma pessoa muito amada, muito importante pra mim, e que conversou comigo durante longo tempo. Estava linda, como a conheci, mas não recordo de nada além disso, nem uma palavra. Apenas me senti muito bem ao sentar na beira da cama e reviver na lembrança estes poucos detalhes. E este tipo de sonho, embora me entristeça por não mais poder realizá-lo, traz também a nítida sensação de que estive mesmo com ela. E isso dá uma saudade de doer. Os espíritas acreditam que quando dormimos somos desligados temporariamente do corpo e vivemos, em espírito, as histórias que chamamos de sonhos. Como sou espírita, gosto muito de crer nisso, quando me convém.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Sonhos podem ser premonitórios, sim. Até meu terapeuta afirmou que é possível. “Mas só sabemos se é mesmo, depois que acontece algo. Então, enquanto não acontece nada, melhor não pensar”. Já tive os meus, os que deram em alguma coisa e os que deram em nada e estes, felizmente, foram maioria. Porém, os que se realizaram de alguma forma foram tão escancarados, que minha mãe costuma dizer “você sabe que é proibida de sonhar comigo, né?”. Ah... E há ainda os episódios de sonambulismo. Mas isso fica pra uma outra conversa, pois a vida real está aqui me cutucando, numa correria insana, quase igual aos meus sonhos.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5388429033246593709-720103077916646519?l=www.giovanadamaceno.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.giovanadamaceno.com/feeds/720103077916646519/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5388429033246593709&amp;postID=720103077916646519' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/720103077916646519'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388429033246593709/posts/default/720103077916646519'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.giovanadamaceno.com/2011/05/aventura-na-madrugada.html' title='Aventura na madrugada'/><author><name>Giovana Damaceno</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13541132833983084068</uri><email>noreply@bl
