23 de setembro de 2007

Confissão

Que esta minha paz e este meu amado silêncio
Não iludam a ninguém
Não é a paz de uma cidade bombardeada e deserta
Nem tampouco a paz compulsória dos cemitérios
Acho-me relativamente feliz
Porque nada de exterior me acontece...
Mas,
Em mim, na minha alma,
Pressinto que vou ter um terremoto!
- Mário Quintana -
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3 comentários:

rildobarros disse...

Mário Quintana, que fantástico!... Me identifiquei total. Demais! Como pode ser tão simples e ao mesmo tempo tão profundo e tocante.

cintia sibucs disse...

simples e perfeito!

bjs

POESIA EM VOLTA disse...

Muito lindo! O terremoto interno é que é o perigo. (rsrsrs)